14.11.22
estou solteiro: chegou o momento de emagrecer e cuidar de mim
16.5.22
longdez-vous, a nova tendência das relações para este verão
15.2.22
ainda sobre a violência numa relação
17.8.21
7 sinais de que estáa numa relação com um psicopata
Existe uma dúvida que acaba por ser comum a todas as pessoas no início de uma relação. Que passa por saber se estamos perante a pessoa certa para nós. O que faz com que se procurem sinais de que aquela pessoa não é a ideal. De modo a perceber se a relação tem futuro. Até porque ninguém quer manter uma relação com uma psicopata. Pois bem, a psicóloga Emma Kenny dá a conhecer aqueles que são os sete sinais de que estás numa relação com a pessoa errada. Ou melhor, com um psicopata. Antes de avançar para os pontos, convém salientar que o termo psicopata começou por ser usado em relação a pessoas que enganam e manipulam com indiferença. E é disso que estou a falar.
1 – Nunca estão errados
Nunca estar errado é um sinal de alerta. “Mesmo quando são apanhados a mentir, usam a manipulação e deixam a outra pessoa com dúvidas”, explica ao The Sun.
2 – São bons amantes
Os psicopatas tendem a ser excelentes na cama. Algo que a especialista associa à arrogância e falta de inibições.
Os psicopatas tendem a ser bons na cama
3 – Usam pessoas
Segundo a psicóloga, os psicopatas não têm problemas em usar outras pessoas para que avancem a nível financeiro, profissional ou social. São também aquele tipo de pessoa que pede o prato mais caro do restaurante para depois dizer que deixou a carteira em casa.
4 - Ménage à trois é com eles
Os psicopatas não percebem de amor, mas de posse. “O que quer que possuam, procuram manipular para a sua própria gratificação pessoal. Sexualmente, a outra pessoa é mais um objeto ou brinquedo”, explica. O que significa que sexo a três pode ser usada como sedução ou coerção.
5 – Tendem a ser muito carinhosos (quando querem)
São pessoas que conseguem ser excessivamente afetuosas para conseguirem o que querem da outra pessoa.
6 – Profissionais das lágrimas de crocodilo
“Imitam o que pensam que emoções dolorosas e desafiantes deveriam ser”, alerta a especialista.
7 – Nunca pedem desculpas
“Nenhuma mentira é muito grande ou muito pequena. E mesmo que possa mostrar-lhes evidências diretas de que estão a mentir, enganar ou roubar, não vão suar muito”. E não espere pedidos de desculpas.
31.5.21
descobre o seagulling, a nova tendência dos relacionamentos em tempos de pandemia
Há mais de um ano que a vida das pessoas em todo o mundo mudou. A pandemia de coronavírus levou a muitas alterações e também a vida sentimental sofreu com estas mudanças. O que faz com que existe uma nova tendência nas relações. Que dá pelo nome de seagulling. Criado pelo jornal Metro, este termo, que numa tradução livre seria algo como gaivotar, define algo associado ao egoísmo e possessividade.
As pessoas que são adeptas do seagulling são aquelas que não querem continuar com a pessoa com quem mantinham uma relação. Por outro lado, também não querem que essa pessoa tenha uma relação com outra. A associação à gaivota está relacionada com o filme À Procura de Nemo, de 2003. Em que os animais, mesmo com a boca cheia de peixe, gritavam “meu, meu, meu” de modo a reivindicar todos os peixes disponíveis.
Termo vai buscar inspiração ao filme À Procura de Nemo
É certo que estes comportamentos egoístas e possessivos sempre existiram. Ainda assim, os especialistas defendem que o tempo que as pessoas têm perdido com a pandemia leva a que estas atitudes apareçam mais facilmente. “Agora que podemos ver a luz no fundo do túnel, muitos relacionamentos vão perder intensidade e cair, à luz de um futuro livre de covid e restrições sociais”, refere Tess Leigh-Phillips ao Metro.
26.4.21
descobre como a pandemia acelera a forma como os casais vivem as relações
Quando iniciam uma nova relação, os casais ficam desejosos que a outra pessoa diga “amo-te” e declare assim o amor que sente. Chegar a este momento nem sempre foi fácil. Ou melhor, não era. É que a pandemia de coronavírus veio mudar este cenário. Agora, como prova um estudo, é tudo muito mais rápido nas relações. E bastam poucos meses para que o amor seja declarado.
Um estudo com 1500 adultos descobriu que 53% dos inquiridos, que estão numa nova relação, precisou de muito menos tempo do que o normal para desenvolver o amor. 21% dos casais já estava a viver junto depois de dois meses de namoro. Por sua vez, um quarto dos casais já conhecia os pais da nova companheira. Quatro meses depois do início do namoro, 40% dos casais já tinha planos para férias românticas. Ainda assim, 78%, daqueles que já vivem com a outra pessoa, assume que não teria feito tudo tão depressa se não fosse a covid-19. Bem como 62%, dos que já disseram ‘amo-te’, também refere que não teria agido assim antes da pandemia.
43% dos inquiridos refere que atingiu diversos marcos muito mais cedo do que em relacionamentos mantidos antes da pandemia. Dois terços assumem que o confinamento teve um impacto na relação e 72% revela que foi algo que os tornou mais fortes. Por sua vez, 52% das pessoas entrevistas confessa que terminou uma relação ao longo dos últimos 18 meses. Há ainda um dado relacionado com os solteiros. 33% revela que pretende divertir-se mais quando tudo voltar ao normal. Este estudo foi encomendado pelo serviço de streaming NOW.
13.4.21
relações estão em declínio e existe um surpreendente motivo para que isso aconteça
Milhões de relações estão a atravessar momentos complicados que podem fazer com que o final esteja cada vez mais perto. E se isto poderá não o surpreender, o motivo que se segue já é capaz de captar a sua atenção de forma surpreendente. E começamos por dizer que se trata da conclusão de um estudo que contou com 2000 adultos.
O resultado revela que um em cada oito adultos estão “enojados” com o estado da roupa interior da pessoa com quem mantêm uma relação. 47% dos inquiridos assume que usava roupa interior até esta praticamente se desfazer. Por sua vez, um em cada cinco entende que a companheira deveria ser mais esforçada na zona das virilhas. Entre os maiores turn off estão as cuecas manchadas, malcheirosas, pares gastos e modelos muito grandes.
O estudo, encomendado pela marca LYCRA, mostra ainda que um quarto dos homens pede às mulheres para que lhes comprem a roupa interior. Olhando para os dados, um adulto médio possui 17 pares de cuecas. Sendo que acaba por usar, de forma frequente, apenas dez. Quanto aos motivos para finalmente se desfazerem das peças mais antigas, realce para os buracos e perda de cor. Sendo que uma em cada dez pessoas refere que mantém as peças por motivos sentimentais.
Por sua vez, 49% dos inquiridos assume que escolhe o par com que se sente mais confortável. Um em cada dez também assume ter aquilo a que chama de roupa interior da sorte. Por fim, mais de um em cada dez admite a possibilidade de mudar de roupa interior com uma frequência menor do que uma vez ao dia.
28.1.20
com este teste descobres se a tua relação tem futuro
16.5.19
para os portugueses, sexo na internet rima com videochamada
1.4.19
este estranho ritual laboral que quase parece ser obrigatório
16.1.19
a paciência (ou falta dela) nas relações
2.5.18
as mulheres só nos f**** a cabeça
30.1.18
fase da desilusão amorosa
9.1.18
aquilo que os homens procuram nos sites de encontros
A partir daqui acredito que aquilo que uma mulher casada (ou homem) procura quando aceita entrar num jogo de sedução é tudo aquilo que não tem com o parceiro. E isto passa por coisas tão simples como elogios, disponibilidade para ouvir a pessoa, rir das suas piadas e coisas tão simples como estas. Que apesar de simples, conseguem escassear em muitas relações.
Não existe nenhuma regra matemática para isto, mas acredito que não se trata de um tema de resolução complicada. Isto pode é levar a muitas outras discussões. Que passam do porquê de aceitar uma eventual relação paralela em vez de terminar aquela que se tem. E isto pode levar a coisas como casais que estão juntos para dividir contas ou apenas pelos filhos. E tudo isto dava para horas de discussão.