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16.5.19

para os portugueses, sexo na internet rima com videochamada

Ainda sou do tempo dos 12893423904890123890 anúncios das linhas telefónicas de valor acrescentado para que muitas pessoas ligavam para ouvir gravações de sons sexuais. Isso ou para participar num jogo de intimidades com desconhecidos. Isto já passou de moda e nova tendência é outra.

A Flame Love Shop realizou um estudo que dá a conhecer que 65% dos inquiridos já experimentou relações íntimas virtuais. Ou não estivéssemos nós numa era em que o virtual ganha destaque. Sendo que 70% das pessoas que participaram no estudo assume ter obtido uma sensação real neste tipo de experiência. Outra nota de destaque vai para os 40% que assume já ter praticado sexo virtual mais de dez vezes.

Entre as preferências está a videochamada. Algo que assumo não me surpreender. Quer seja entre casais e entre pessoas que recorrem a este tipo de jogo sexual com desconhecidos. Seguem-se as mensagens sexuais, sendo que o pódio termina com uma viagem ou passado. Ou seja, com gravações ou chamadas de voz.

O estudo/questionário tem ainda outros dados interessantes, que servem para uma boa discussão. 40% dos inquiridos assume que este tipo de comportamento não representa uma traição. Sendo que, dos que assumem já ter tido experiências deste género, 45% dizem tê-lo feito com o(a) parceiro(a). 23% dizem que foi com um(a) amigo(a), 19% com um(a) desconhecido(a) e 5% com um(a) amante.

1.4.19

este estranho ritual laboral que quase parece ser obrigatório

Não sei se é por passarem muito tempo nos locais de trabalho, mas fico com a ideia de que as pessoas confundem cada vez mais os conceitos de amizade. E estou a juntar a amizade às relações profissionais porque parece que existe um ritual laboral que quase parece ser obrigatório. E que passa pela amizade virtual.

Hoje em dia, uma pessoa chega a um emprego novo e uma das primeiras “tarefas” passa por estabelecer amizade virtual com todos os colegas. Como se o novo emprego fosse sinónimo de amizade com pessoas que se conhecem há cinco minutos e com quem se trocou duas ou três palavras. É disparar pedidos de amizade em tudo e mais alguma coisa. É no Facebook, é seguir no Instagram e Twitter, se existir. E em todas as redes sociais possíveis e imaginárias.

Parece que é obrigatório ser amigo das pessoas com quem se trabalha. Mesmo que não exista uma relação que vá além do profissional e cordial. E mal daqueles que não entram nesta onda. “Aquele(a) não aceita o meu pedido de amizade porquê?”, perguntam. E depois criam teorias em torno disto. Quando são amigos, surgem novos problemas.

“Já viste o que aquele(a) escreveu? De certeza que é uma boca para fulano ou sicrano!” E está assim montada uma telenovela venezuelana dobrada em brasileiro, que passa na televisão à hora de almoço. Comecei por dizer, no título, que é um estranho ritual laboral. E mantenho esta opinião. Porque não sou obrigado a ser amigo de todas as pessoas com quem trabalho. Tal como não tenho que saber detalhes pessoais das suas vidas nem eles das minhas. E, por mais que algumas pessoas confundam as coisas, as redes sociais pessoais não são ferramentas de trabalho. Para ninguém e em lado nenhum.

16.1.19

a paciência (ou falta dela) nas relações

Cada vez mais me convenço de que um dos grandes problemas das relações amorosas é a paciência. Ou neste caso, a falta dela. Sendo que estou a excluir desta análise a amizade, respeito e amor, que são pedras basilares de qualquer relacionamento. A partir daqui, destaca-se a paciência. Um bem precioso, cada vez mais raro nos dias que correm, sendo que as relações não são uma excepção.

Hoje em dia as pessoas não têm paciência para nada nem para ninguém. E no que toca às relações, ao primeiro problema, por mais pequeno que seja, vai cada um para seu lado. Sem que exista paciência para tentar perceber as coisas ou solucionar o problema. As pessoas cometem o grande erro de acreditar que o próximo relacionamento será melhor e sem problemas. Até que volta a existir um obstáculo e, mais uma vez, não existe paciência para o tentar resolver.

E assim vai sendo, de relação em relação. Sempre a acreditar que o próximo será melhor. Até que, muito tempo depois, essas pessoas percebem que os problemas foram sempre os mesmos, só as pessoas foram mudando. E digo que foram sempre os mesmos porque todas as relações passam por momentos menos bons que acabam por testar a relação. E se não houver paciência, tudo cai em poucos segundos.

O tempo é um dos bens mais preciosos que podemos ter. E nos relacionamentos tenho de destacar a paciência. Porque começa a ser cada vez mais rara e vendida ao preço do ouro. Acaba por ser curioso que muitas pessoas não têm paciência nenhuma nos relacionamentos, mas acabam por ter uma paciência de santo em "merdinhas" onde não deveriam ser tão tolerantes.

2.5.18

as mulheres só nos f**** a cabeça

Cruzei-me com um amigo de infância que não via há muito e de quem fui colega no secundário. Recordamos alguns momentos dessa época até que chegou aquela altura em que surgem as perguntas habituais como o local onde estamos a viver e em relação a filhos. Respondi que só tinha uma sobrinha e devolvi a pergunta. Fiquei a saber que tinha já tinha sido pai. E não só...

"Já me casei, separei, voltei a casar e já cheguei à conclusão de que mais valia não ter casado", disse-me. "As mulheres só nos f**** a cabeça", acrescenta em tom de desabafo. E não é a primeira vez que ouço um desabafo deste género. Até porque cada vez menos pessoas acreditam em relações longas e sólidas. E creio que existem diversos motivos para isso.

Acho que as pessoas deixaram de ter paciência para as outras. E ao mínimo problema - e eles existem sempre - vai cada um para seu lado. As pessoas acreditam que outras relações vão ser diferentes, mas a realidade comprova que os problemas são praticamente sempre os mesmos. E as pessoas também começam a ter dificuldade em habituar-se a partilhar rotinas com outras. E isto acontece quanto mais velhas as pessoas são. Já têm as suas vidas, os seus espaços e não sabem lidar com a divisão de tudo isso com outra pessoa. A isto junta-se o facto de que muitas pessoas simplesmente não foram feitas para relações longas.

Independentemente destes ou de outros motivos, quando chegamos ao ponto em que dizemos que alguém só nos f*** a cabeça, o melhor é mesmo cada um seguir o seu caminho. Porque o final nunca será feliz.

30.1.18

fase da desilusão amorosa

Ontem, fui dar com um texto em que um homem define as cinco fases que levam a uma relação amorosa duradoura. Recordo-me que são cinco. Mas só me lembro de uma. Até porque é a mais importante de todas. Aquela que dita o futuro de uma relação.

E essa fase (a terceira) é a desilusão. O autor destas etapas defende que é aqui que reside o eventual futuro da relação. E não posso estar mais de acordo. Porque no início tudo corre bem. Tudo é perfeito. Não existem defeitos nenhuns. É só maravilhas.

Mas todos os casais, por mais perfeitos que sejam, passam pela fase da desilusão. Que pode manifestar-se das mais diferentes formas. Poderá levar a pensar no futuro da relação, na pessoa, se é aquilo que queremos e por aí fora. E é na resposta a tudo isto que está o futuro da relação. Não é nos sorrisos, nos momentos felizes nem nada disso.

É quando as coisas correm mal. Para um ou para os dois. É quando a pessoa pensa se é mesmo aquilo que quer. Se é com aquela pessoa com quem quer estar. Porque é fácil que tudo corra bem quando tudo está bem. Mas a força de qualquer relação está nos momentos menos bons.

Por isso é que aquele texto fez todo o sentido. Aquilo para que as pessoas olham como o final de algo, é na realidade o ponto inicial das verdadeiras histórias de amor. E toda a gente passa por esta etapa. Não existem excepções nem passes para saltar esta etapa.

9.1.18

aquilo que os homens procuram nos sites de encontros

Fiquei a saber que aquilo que os homens mais pesquisam em sites de encontros é "como seduzir uma mulher casada". Não vou dizer que fico surpreendido ao saber isto. Fico mais surpreendido com o eventual mistério em torno deste tema. A principal questão é saber se a mulher casada em questão, que levou o homem a fazer a pesquisa, está interessada em ser seduzida. E esta dúvida dá resposta ao início do eventual jogo de sedução.

A partir daqui acredito que aquilo que uma mulher casada (ou homem) procura quando aceita entrar num jogo de sedução é tudo aquilo que não tem com o parceiro. E isto passa por coisas tão simples como elogios, disponibilidade para ouvir a pessoa, rir das suas piadas e coisas tão simples como estas. Que apesar de simples, conseguem escassear em muitas relações.

Não existe nenhuma regra matemática para isto, mas acredito que não se trata de um tema de resolução complicada. Isto pode é levar a muitas outras discussões. Que passam do porquê de aceitar uma eventual relação paralela em vez de terminar aquela que se tem. E isto pode levar a coisas como casais que estão juntos para dividir contas ou apenas pelos filhos. E tudo isto dava para horas de discussão.

11.11.17

não imagino muitas declarações de amor melhores do que esta

Acho que já o tinha referido no blogue. E volto a dizer. Não existem muitas declarações de amor que superem esta. Neste caso é Agir quem dedica a música à mulher. Mas aquilo a que me refiro é a uma música e uma letra. Não existem muitas declarações que sejam mais intensas e emocionantes do que algo que fica para sempre.

19.10.17

nem tudo é mau no final de uma relação

Por norma o final de uma relação sentimental é algo que custa. E estou a excluir da frase anterior relações bastante curtas. Aquelas que não têm tempo suficiente para que alguma das pessoas fique triste com o final da relação. E bem vistas as coisas, e numa altura em que as pessoas são cada vez mais descartáveis, isto corresponde a boa parte da relações dos dias que correm. Mas aquilo de que quero falar é de relações duradouras que chegam ao fim.

O final corresponde sempre a um final de tristeza. Não gosto de falar em luto mas em ponderação. Independentemente de quem toma a iniciativa de terminar a relação, existe sempre um período em que se tenta perceber o que falhou. O que levou ao desgaste ou a um afastamento que se torna irreversível. Este é o lado mau do final da relação. Perceber que aquilo em que se acreditava acabou por se perder. Olhar para trás e perceber que largos anos da vida acabaram de uma forma que nunca tinha passado pela cabeça das pessoas.

Mas existe um lado bom no final de uma relação. Quem nem deveria existir. Porque é sinal de desleixo durante a relação. Quanto as pessoas terminam uma relação passam a cuidar mais de si. Preocupam-se em estar bem. Em estar bonitos. Preocupam-se com aqueles quilinhos a mais que nunca mereceram atenção durante a relação. Arranjam tempo para fazer aquilo de que gostam e que não faziam durante a relação. Isto é muito comum a quem termina uma relação. E é pena que assim seja. Porque isto nunca deveria ser necessário. Ou, dizendo de outro modo, deveriam ser preocupações presentes durante a relação e não apenas no final.

13.10.17

desejo sexual entre casais

Ao que parece está provado que ao final do primeiro ano de relação é normal que exista uma diminuição do desejo sexual na relação. Doze meses é o tempo necessário para que homens e mulheres comecem a perder desejo sexual pela outra pessoa. Confesso que este é daqueles estudos que me surpreendem. Mesmo dando o desconto do encanto inicial de qualquer relação, doze meses são muito poucos para que se comece a perder o desejo sexual pela outra pessoa.

O estudo não revela que o desejo sexual morre nessa altura. Refere apenas que existe uma diminuição do desejo. E são as mulheres que mais facilmente perdem o desejo sexual pelo parceiro. A percentagem está no dobro, quando comparado com os homens. Ou seja, eles perdem muito mais facilmente o desejo do que eles. E isto pode levar a diversas leituras. Muitas mulheres queixam-se do egoísmo deles na cama. Que só pensam neles, o que muitas vezes pode levar a uma "frustração" sexual. Disto podemos saltar para a falta de comunicação entre os casais. Mesmo na cama. Isto sem esquecer a rotina sexual.

Quando se misturam estes ingredientes estamos perante uma receita com poder para destruir uma relação. Se as coisas começam a estar mal na cama, facilmente e rapidamente estão mal em tudo. E se não houver comunicação (na cama e fora dela) tudo piora! Estes 12 meses (e quem lê isto certamente dirá que consigo nunca aconteceu nada assim) são a prova de que existe falta de comunicação entre os casais. As pessoas falam pouco. Acham que todas gostam das mesmas coisas. Que aquilo que dá prazer a uma pessoa, dá a todas. E depois... afinal não era nada assim.

31.7.17

uma data que todos devem celebrar hoje

Graças a uma cadeia de sex shops britânicas, celebra-se hoje o Dia Mundial do Orgasmo (que curiosamente casa com o dia que Quim Barreiros considera ser o melhor para casar). Brincadeiras à parte, este é um daqueles dias que deveria ser celebrado por todos. E não apenas hoje. Mas com frequência. Neste dia recupero alguns dados relativos ao sexo. Dados que foram apresentados após um estudo do Instituto Superior de Psicologia Aplicada.

De acordo com este estudo, 22,7% das mulheres atinge sempre o orgasmo. Por sua vez, 42,8% diz ter orgasmos quase sempre. Já 17,4% diz que apenas o consegue em algumas vezes. E só 3,6% das mulheres, que fizeram parte deste estudo, diz nunca ter orgasmos. Estes números não podem ser afastados de outros, que dizem respeito à relação sexual. Para 16,5% das mulheres o orgasmo é atingido no coito vaginal. 14% na masturbação ou no sexo oral, mas nunca no coito vaginal. 11,8% só atinge orgasmo na masturbação e 5,5% somente no sexo oral.

Existe ainda um dado extremamente importante. MAIS DE METADE das mulheres - com relacionamentos estáveis - assume que gostaria que o parceiro a estimulasse mais e melhor a nível sexual. Estes números correspondem com uma realidade que muitas pessoas ainda ignoram. A começar pelo facto de os homens estarem mais interessados em receber estímulos do que em proporcionar os mesmos.

Muitas pessoas pensam que as mulheres apenas atingem orgasmo no coito vaginal. Estes números (que coincidem com muitos outros estudos) mostram que a realidade está longe de ser assim. Falar sobre isto é meio caminho andado para que os casais consigam estar perto da "sintonia perfeita" a nível sexual.

23.7.17

14 anos de ti

Lembro-me, como se fosse hoje, do primeiro dia em que te vi. Recordo-me, como se tivesse acabado de acontecer, do nosso primeiro passeio, a Sintra. Sei na perfeição o sabor do nosso primeiro beijo, que parece que acabei de te roubar. Nunca me esquecerei de cada detalhe do dia em que começámos a namorar. Pensava que te iria perder. Que cedo perceberias que querias alguém melhor do que eu.

Olhava para ti como um sonho que ganhou vida. Como a mulher com quem sonhava, mas que nunca teria. E assim fui vivendo. Amando-te como se cada dia fosse o último do nosso namoro. E não te escondo que ainda hoje vivo com esse receio. Mesmo já tendo passado 14 anos. Quando penso neste número, que assinalamos hoje, parece que é muito tempo. Até porque tenho 36 anos. Quase que não me recordo da minha vida sem ti. Sem o teu amor. Mas aquilo que parece muito é na realidade pouco. E sabe a muito pouco.

Não encontro palavras que façam justiça aquilo que és para mim. E não me refiro ao amor. Porque é muito "fácil" encontrar alguém que nos ame. Refiro-me a tudo o resto. Aquilo que dá sentido ao amor. E nisso não tenho palavras para ti. Que te façam justiça. Estás sempre presente para mim. Não me deixas cair. Não me deixas ficar triste. Aturas o meu mau humor e teimosia. Fazes-me sorrir quando só quero chorar. És a minha melhor amiga, a minha companheira, a pessoa que está sempre lá para mim.

Mentia se dissesse que tudo é perfeito. Até porque não acredito em perfeição. Tivemos os nossos momentos menos bons (quem não tem?) e em cada um deles me apercebi do quanto de amo. Por mais absurdo que isto possa parecer, é nos momentos menos bons que tudo se torna claro. Lição que aprendi com alguns episódios familiares menos felizes, nos quais foste o meu grande apoio, quando nem sabia o que fazer. E nesses momentos agradeci todos os dias ir deitar-me contigo. Sentir o teu braço a apertar-me. As tuas palavras que me acalmavam.

Adoro ver-te dormir. Tenho orgulho em andar na rua de mão dada contigo. De dizer que és a minha mulher. Hoje assinalamos os 14 anos de namoro. Quis o destino que o nosso amor tivesse início no mesmo dia em que os meus pais assinalam anos de casado. Quero dizer-te que te amo muito. Muito mais do que consigo colocar em palavras. Que a vida tem muito mais piada contigo. Que é um orgulho construir a minha vida ao teu lado. Caminhar contigo. Passar de menino a homem ao teu lado. Sei que isto pode soar a cliché, mas o amor é feito de tantas e maravilhosas frases feitas. O melhor ainda está para vir. AMO.TE'NOS mais que tudo na vida.

28.6.17

violência doméstica. é por isto que os homens não sei queixam

A violência doméstica ainda hoje é muito associada às mulheres. Isto enquanto vítimas. Quando se fala de violência doméstica facilmente se imagina uma mulher que é vítima de violência física e psicológica por parte do marido ou do namorado. Mas a verdade é que existem muitos homens que também são vítimas das companheiras. E se muitas das mulheres não apresentam queixa por medo ou na esperança de que eles mudem, já os homens não apresentam queixa por outro motivo.

Um homem que leva porrada da mulher é um fraco. É assim que todo o mundo olha para um homem que se queixa da mulher. E foi isto que aconteceu na Argentina. Um homem foi à esquadra de Polícia queixar-se da mulher. E no momento de apresentar queixa foi-lhe dito que era "um maricas". Por vergonha, o homem passou a ocultar aquilo que se passava. Resultado: foi apunhalado pela mulher no coração e morreu.

Este exemplo que chega da Argentina é o reflexo daquilo que se passa. Porque existe a ideia de que um homem bater numa mulher é "normal". Todos condenam - assim o espero - mas olham para esta situação como a esperada num cenário de violência doméstica. Quando os papéis se invertem, o homem é um cobarde. Por isto é que os números relativos aos homens são mais baixos do que aquilo que acontece na realidade. Porque eles ainda têm vergonha de apresentar queixa. E quando apresentam, arrependem-se logo.

oito tipos de ex-namoradas que... é melhor ver

27.6.17

bom para esta hora. e para outra qualquer

Parece que existem listas de músicas que são as mais indicadas para criar ambiente para uma noite especial. São chamadas as músicas ideias para compor uma boa banda sonora de sexo. Até aqui nada me surpreende. A novidade é que músicas, que são consideradas clássicos neste tema, não têm direito a participar nestas listas. Quem o defende são os especialistas da área. Aqui fica uma de boas músicas para uma boa noite.

26.6.17

o romantismo hoje é estúpido e maricas

Longe vão os tempos em que o romantismo era uma característica fundamental num homem. As mulheres sonhavam com um homem assim. Imaginavam cenários. Algo que o tal homem romântico iria fazer. E os homens, pelo menos parte deles, também gostavam de ter esta vertente romântica. Que não escondiam de ninguém. Não sendo necessário fazer do romantismo uma bandeira eleitoral, era algo que se assumia sem problemas.

Agora não. Agora um homem romântico é um "maricas de merda". Um homem assumir-se como romântico é quase tão grave e feio como dizer que vende droga. Quer dizer, traficar droga é de homem. É coisa de bad boy. Ser romântico é coisa de maricas. E a ideia que tenho é que o romantismo está pelas ruas da amargura. E as pessoas na casa dos vinte e poucos nem sabem o que isto é. Creio também que as mulheres já nem sonham com o tal romantismo que muitas outras procuravam num homem.

É certo que o romantismo também pode ser ajustado à realidade de cada um. Mas creio que para a geração mais nova passa por uma ida à discoteca da moda. Passa por um jantar no restaurante da moda. E pouco mais do que isto. O romantismo cabe entre estas duas coisas. Mais do que isto é entrar no domínio da homossexualidade. Esses é que são românticos. Homem que é homem bebe uma cerveja e arrota ao lado da mulher. E se o arroto fizer esvoaçar os cabelos da mulher é porque o romantismo está no limite desejado.

Creio que as mulheres mais novas não sabem o que é ser convidadas para jantar na casa de um homem. Que além de preparar o jantar, tem uma garrafa de vinho aberta quando chegam. E que tem músicas como Sweet Love, de Anita Baker, Turn Off The Lights, de Teddy Pendergrass, Don't Turn The Light On, de Mayer Hawtorne ou Get Here, de Oleta Adams a tocar.

Isto perdeu-se. Lá está, isto hoje é de homem estúpido. É de maricas. Homem que é homem oferece uma bifana à mulher e antes que acabe de a comer já está a tentar comê-la. à mulher, não à bifana. Isto é a prática comum dos dias que correm. Tal como se acredita que o homem romântico é um "coninhas" que vive na época dos filmes românticos. Não se aceita que o homem romântico também tenha o tal lado mais "carnal". Quando é muito mais fácil que um homem romântico tenha este lado do que aqueles que só têm este, consigam ter o tal lado romântico. De que, assim espero, as mulheres ainda gostam.

7.6.17

praticas a sologamia?

A sologamia está na moda. Especialmente nos Estados Unidos da América. E o que é isto da sologamia? Nada mais do que a pessoa estar comprometida consigo mesmo. É alguém que está numa relação consigo mesmo e que não necessita de outra relação. Como seria de esperar, isto deu origem a um negócio. Existem kits de casamento (não são legais) que se vendem. E isto acaba por se transformar numa indústria.

Mas a sologamia tem a sua utilidade. E todas as pessoas deveriam praticar isto da sologamia. Mesmo as pessoas que estão noutras relações ou aquelas que acabam de sair de uma. Um dos maiores erros das pessoas é o momento em que se esquecem de estar numa relação consigo próprias. Relação que deveria durar toda a vida. Sem nunca ser ignorada.

Isto não implica ser excessivamente egoísta. Mas sim relembrar que o protagonismo de cada um tem de ser dado a si próprio. E a verdade é que as pessoas tendem a anular-se a favor de outra pessoa. Acabam por se esquecer de si apenas porque querem agradar a outro. E é por isso que defendo que todas as pessoas deveriam ser adeptas desta nova tendência a que deram o nome de sologamia. E não apenas aquelas pessoas que estão solteiras e dizem não querer ninguém nas suas vidas.

30.5.17

sexo: filmes vs vida real

Estas ilustrações, da autoria CollegeHumor, pretendem mostrar as diferenças entre o sexo que os filmes dão a conhecer ao público e aquilo que realmente acontece na vida das pessoas. De um lado, a imagem perfeita que um filme transmite. Do outro, as situações diárias que fazem parte da vida de todas as pessoas. Com maior ou menor exagero, e existindo a grande possibilidade de as pessoas negarem a realidade, o que aqui é referido, de forma divertida, não anda muito longe da realidade.

Filme

Realidade

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17.5.17

segredos para melhor sexo (sem tabus)

Existem pequenos detalhes que ajudam a que o sexo seja melhor. Quando assim é todos ganham. Porque todas as pessoas concordam que a relação é muito melhor quando existe uma sintonia perfeita no que ao sexo diz respeito. Neste sentido, existem especialistas que defendem pequenos segredos que devem ser seguidos pelos casais. Vamos a eles:

Ver pornografia a dois
Especialistas referem que é importante ver filmes a dois. Escolher os mesmos previamente e aqueles de que mais gostam. E não ter receio ou vergonha de debater, no final, aquilo de que gostam e não gostam. Porque isto acabará por ser passado para o quarto. Esta é a opinião do sexólogo Shan Boody.

Fazer o sexo durar
Existem muitos mitos em relação ao sexo, mais especificamente em relação à duração de uma relação. Muitas pessoas gostam de se gabar, dizendo que as suas relações duram muito tempo. Mas de acordo com diversos estudos, o tempo médio "ideal" de uma relação oscila entre os sete e treze minutos (sem incluir os preliminares).

Dizer-lhe que sabe bem
Está provado que as mulheres que sentem confiança em relação aos aspecto dos genitais estão mais abertas a diferentes actividades sexuais. E mais facilmente atingem o orgasmo porque estão relaxadas. Quando um homem faz sexo oral a uma mulher deve revelar-se entusiasmado com o que está a fazer. Deve elogiar a mulher e dizer que sabe bem, explica Debra Herbenick.

Demorar o seu tempo
A imagem de uma alguém nu mexe com as pessoas. É algo que liberta dopamina e oxitocina. Mas o efeito rapidamente desaparece. O que faz com que a parte em que o casal se despe deva ser vivida sem pressas.

Os ouvidos também são importantes
"A diferença entre um gigolo e um homem normal é que o gigolo ouve e presta atenção aquilo que a mulher quer na cama". Daí que ouvir seja importante. Não deve haver receio de perguntar o que ela quer na cama. E, já agora, convém perguntar quando não estão na cama. É a opinião de Helen Fisher.

Levar a cozinha para a cama
Todos os alimentos que são bons da cintura para cima, também são da cintura para baixo. Uma má alimentação irá ter um impacto negativo na relação. Uma boa alimentação irá ajudar.

Tomar um duche
Não está provada a existência de alguma feromona que faça com que alguém seja irresistível para os outros. Por isso, nada melhor do que um banho antes das relações. Quanto muito podem deixar uma peça de roupa na casa da outra pessoa para que estejam sempre presentes. É a opinião de Tritram Wyatt.

Sem grandes preocupações
É capaz de ser uma declaração mais polémica mas a relação sexual não é tudo. E esta é a ideia que os homens têm de perceber em vez de estar sempre a pensar se vai correr bem ou não. Um conselho é esquecer o sexo (penetração) durante um mês. Fazer tudo menos isso. Quando os homens percebem que a penetração não é tudo, as coisas correm muito melhor, defende Emily Wentzell.

O ambiente
Para que o sexo seja perfeito a mulher tem de estar relaxada. O ambiente ajuda neste domínio. E aqui "vale" tudo. Desde pouca luz a velas, música e partilha de fantasias. Um estudo prova que um bom abraço de 30 segundos aumenta os níveis de oxitocina e antecipam o desejo de sexo. É o que diz Ian Kerner.

Cowgirl invertida
Descobrir qual a posição sexual que mais a estimula. Normalmente é a mulher em cima, voltada de costas para o homem, posição conhecida com cowgirl invertida. Refere Beverly Whipple.

Tocar-lhe em todo o lado
Um toque sensual liberta oxitocina, que por sua vez mexe com o desejo sexual da mulher. As massagens com óleo são uma excelente opção e algo que tem impacto nos dois. É a opinião de Carol Cassell.

9.5.17

ainda se morre por amor?

Volta e meia surgem notícias de pessoas de outra geração que morrem por amor. Pelo menos é a ideia que retenho. Refiro-me aquelas pessoas que estão juntas a vida inteira e que morrem com uma idade já avançada. Após a morte de uma das pessoas do casal, a outra acaba por morrer pouco tempo depois. Gosto de acreditar, apesar da tristeza da morte, que isto é morrer por amor.

Tal como gosto de acreditar que ainda se morre por amor. Algo que a maioria das pessoas não terá capacidade para perceber. E não percebem por um motivo muito simples. Porque desconhecem o que é amar. A maioria das pessoas julga que o amor se mede com a quantidade de relações sexuais. Ou pelo tamanho das mamas. Ou pelos abdominais definidos. Ou por alguns luxos adquiridos em lojas de acesso reservado.

E isto não é amor! Tal como não é amor não ter paciência para a pessoa que está ao nosso lado. Não ter paciência para ouvir os problemas dessa pessoa. Não querer fazer parte das soluções de tudo aquilo que está mal. Ficar apenas à espera que essa pessoa esteja disponível para nós quando nós precisamos dela. Isto também não é amor.

E enquanto as pessoas não perceberem o que é o amor, vão continuar a achar que não se morre por amor. Até ao momento em que percebem o que é amar. E aí tudo muda. Porque tudo passa a fazer sentido.

porque as mulheres são más

Na sequência deste post, chegou-me este vídeo. As mulheres são más! E continuo a defender que existem coisas que não devem ser partilhadas com a pessoa com quem estamos.