1.8.22
revelada origem do vírus da covid-19
11.5.22
fica a saber se terás de ser vacinado todos os anos contra a covid-19
“Acho que, em geral, o objectivo é tornar a Covid-19 semelhante à gripe em termos da sua capacidade de causar quadros graves”
26.3.22
estes são os sintomas de covid-19 mais comuns em pessoas totalmente vacinadas
Sintomas mais comuns em pessoas vacinadas
Perda de paladar e olfato
21.3.22
deltacron: aquilo que se sabe sobre a nova variante híbrida do coronavírus
Motivo para preocupação?
3.3.22
fica a saber o que muda quando a covid-19 passar de pandemia a endemia
Pessoas associam endemia ao final da covid-19
Covid-19 poderá nunca acabar
27.1.22
porque falar mal é fácil
15.1.22
descobre quais as máscaras mais eficazes contra a variante ómicron
“Máscaras de pano são pouco mais do que decorações faciais”
14.12.21
risco de morte aumenta drasticamente para quem teve covid-19 grave
Já passaram quase dois anos desde que teve início a pandemia mundial de covid-19. Ao longo deste tempo surgiram diversos estudos e agora é através de um que os especialistas dão a conhecer as consequências do novo coronavírus. Olhando para um trabalho científico realizado pela Universidade da Florida, situada nos Estados Unidos da América, percebe-se que aqueles que sobreviveram à covid-19 grave têm mais do dobro de probabilidade de morrer no ano seguinte.
Esta
percentagem diz respeito à comparação com as pessoas que não foram infetados
pelo novo coronavírus. Ou os que apenas tiveram sintomas ligeiros da doença do
momento. O estudo, que teve grande destaque no The Guardian, defende ainda que
a covid-19 tem impacto na saúde em longo prazo. Os investigadores referem ainda
que só 20% dos óbitos ocorreram na sequência de complicações comuns nos doentes
covid-19, como é o caso da insuficiência respiratória. Ou seja, os infetados
acabam por ter uma pior saúde geral, ficando mais vulneráveis.
Infetados ficam com uma pior saúde no geral
O estudo recorreu a registos eletrónicos de 13.638 indivíduos a quem tinha sido efetuado um teste PCR de despiste à covid-19. Destes, 178 revelavam sintomas graves da doença. 246 tinham sintomas moderados ou ligeiros. Os restantes tiveram um resultado negativo. Realce ainda para o facto de o risco de morte ser superior para pessoas com menos de 65 anos.
22.11.21
sabe se teres tido gripe é uma defesa contra a covid-19
Os portugueses ainda não se livraram da pandemia de covid-19 e lidam novamente com a época das gripes e constipações. O que leva a que muitos se questionem sobre a possibilidade de contrair uma gripe é uma defesa contra o novo coronavírus. Pois bem, a resposta a estas questões chega através de um novo estudo.
O trabalho, realizado por uma equipa de investigadores da University College London, no Reino Unido, realça que as pessoas que recuperam recentemente de uma constipação têm um aumento de células T. Algo que pode ser uma proteção contra um vasto leque de coronavírus. Esta conclusão surge na sequência do rastreio de mais de 750 profissionais de saúde que lidaram com doentes infetados com covid-19.
Células T podem ter papel importante
Durante o estudo foram detetados 58 casos de pessoas que nunca tinham testado positivo para a covid-19. Todos com um aumento de produção das referidas células T. “A exposição prévia à gripe comum pode dar um avanço contra o vírus”, explica Leo Swadling, mentor do trabalho, em declarações ao The Telegraph. Acrescentando que a presença das células T “inclina a balança a favor do sistema imunológico eliminando o vírus antes que este se comece a replicar”.
19.10.21
sabe por que os homens estão a usar mais brinquedos sexuais
Continuam a surgir estudos que dão a conhecer o impacto que a pandemia mundial de coronavírus teve na vida sexual das pessoas de todo o mundo. O mais recente diz respeito a homens e a brinquedos sexuais. De acordo com um estudo da marca de brinquedos para adultos Lelo, eles estão a usar mais brinquedos sexuais. Algo que é uma consequência da pandemia.
Olhando para os dados do estudo, que contou apenas com homens do Reino Unido, publicado no jornal Metro, 41% dos homens britânicos usaram um brinquedo sexual pela primeira vez durante a pandemia. Sendo que 16% dos homens revelam que estão agora a usar um brinquedo sexual masculino pelo menos uma vez por dia. Salienta o estudo que eles estão decididos a colocar os tabus de lado e a avançar para novas experiências.
Anel peniano é um dos brinquedos preferidos deles
Entre os motivos para experimentar brinquedos sexuais destaca-se a exploração do prazer anal. Bem como melhorar o desempenho sexual, aprender mais sobre os gostos pessoais e até atingir o orgasmo de forma mais rápida. Só falta mesmo falar dos brinquedos sexuais que eles preferem. Anel peniano e plug anal são dois dos mais populares. Tal como massajadores prostáticos e brinquedos que simulam uma vagina. Isto sem esquecer as bonecas insufláveis.
18.10.21
medo de contrair covid-19 melhora vida sexual dos casais
A pandemia mundial de coronavírus levou a que pessoas de todo o mundo tivessem de alterar os hábitos de vida. Algo que implica mudanças nas mais diversas áreas. O sexo não escapou a estas alterações e diversos estudos salientam que a covid-19 levou a uma pior vida sexual. Agora, um novo estudo vem defender o oposto. Salientando que o medo da doença levou a que a vida sexual de muitas pessoas ficasse melhor.
Trata-se de um trabalho realizado pela Universidade de Lisboa em parceria com o Instituto Kinsey, situado nos Estados Unidos da América, e publicado no The Journal of Sex. Foram analisados 303 casais e a conclusão foi a de que as alterações no estilo de vida, provocadas pela pandemia, estavam relacionadas com um desejo sexual positivo. O que significa que aqueles que tinham receio de contrair a doença passaram a ter uma melhor qualidade de vida. Realce para o facto de que todas as pessoas que participaram no estudo revelavam um elevado receio de ficarem infectados com covid-19.
Mensagem oposta a estudos diferentes
O estudo menciona que para os participantes do estudo o desejo estava ligado a mudanças positivas na vida sexual e ao aumento da vontade de passar mais tempo com a outra pessoa. Por outras palavras, situações de stress podem levar a que as pessoas enfrentem a própria mortalidade e aumentar o desejo sexual. Este estudo vem defender completamente o oposto de estudos anteriores. Que salientavam a deterioração da vida sexual dos casais depois da pandemia.
17.10.21
kyrie irving pode perder meia temporada da nba, muitos milhões e ser dispensado por causa da covid-19
Kyrie Irving parece determinado a enfrentar, sozinho, uma luta contra a NBA. Aquele que é um dos craques dos Brooklyn Nets mantém-se irredutível na decisão de não ser vacinado contra a covid-19, algo que poderá dar origem a diversas consequências adversas para o basquetebolista. Numa fase inicial, o atleta esteve mesmo impedido de treinar com os colegas de equipa. Decisão de foi revertida depois da conclusão de que o centro de treinos da equipa é um edifício privado e não uma academia desportiva. De acordo com a lei de Nova Iorque, pessoas não vacinadas não podem frequentar academias desportivas.
Mas se é verdade que está apto para treinar com os colegas, Kyrie Irving está proibido de disputar os jogos caseiros (em Nova Iorque) enquanto não for vacinado. O que significa que o basquetebolista poderá perder meia temporada. Neste momento, o treinador Steve Nash começa a dar Irving como perdido para todos os jogos em casa. “Temos de nos manter flexíveis e ter a mente aberta para tentar resolver a situação à medida que vai ocorrendo”, disse. O que é certo é que, de acordo com informações que chegam dos Estados Unidos da América, a postura do jogador está a irritar os dirigentes do clube. Que ponderam dispensar o basquetebolista.
Kyrie Irving não perde apenas jogos. A decisão do jogador irá custar também milhões à conta bancária do atleta. Por casa jogo em que esteja ausente (devido à decisão de não ser vacinado) irá deixar de ganhar 328 mil euros. Ou seja, a cada quatro jogos são mais de 1,2 milhões de euros. À margem de tudo isto, o jogador mantém a sua postura e diz-se “protegido por Deus”.
12.10.21
distanciamento social é menos eficaz sem o uso de máscara
Numa altura em que o uso de máscara deixou de ser obrigatório em diversos cenários surge um estudo que vem alertar para o perigo da ausência deste objecto de proteção individual. O trabalho salienta que a distância social recomendada de dois metros é menos eficaz quando não se utiliza máscara. Esta é a opinião dos especialistas norte-americanos das universidades norte-americanas McGill, Sherbrook, Texas A&M e Northern Illinois.
O estudo, publicado na revista Building and Environment, salienta que a utilização de máscara diminui em perto de 67% o risco de infecção de infeção por covid-19 em espaços interiores. “As máscaras são bastante importantes para conter a propagação de variantes mais contagiosas da doença, sobretudo durante a época gripal e os meses de inverno”, destaca através de comunicado Saas Akhtar, autor do estudo.
Sem máscara, mais de 70% das partículas virais da covid-19 circulam pelo ar
A equipa de especialistas deixa ainda um alerta. Sem o uso de máscara, mais de 70% das partículas virais da covid-19 circulam pelo ar durante 30 segundos. Com a utilização de máscara, são menos de 1% as partículas a atravessar os dois metros. Nesta fase, em Portugal “é obrigatório o uso de máscaras ou viseiras para o acesso ou permanência no interior”. Medida que se aplica a “espaços e estabelecimentos comerciais, incluindo centros comerciais, com área superior a 400 metros quadrados”
5.9.21
descobre o que pode acontecer à tua inteligência depois de contraires covid-19
Se fazes parte do grupo de pessoas que já estiveram infetadas com covid-19, existem sintomas com que poderás lidar depois de a doença estar debelada. Falo de fadiga contínua, problemas respiratórios, dores musculares e também palpitações cardíacas. Agora, um estudo recente publicado no The Lancet vem avançar com outro dado.
O estudo analisou a inteligência de mais de 81.300 pessoas, com uma idade média de 46 anos. Esta análise prolongou-se de Janeiro a Dezembro de 2020. Entre os participantes existiam quase 13 mil que tinham sido infectados com o novo coronavírus. Destes, 5% realçava os sintomas persistentes. Todos os participantes realizaram um exame que estuda detalhes como memória, raciocínio, capacidade de planeamento e resolução de problemas.
Sintoma pode durar vários anos
A conclusão foi a de que as pessoas que tinham sido infectadas com o novo coronavírus eram as que apresentavam maiores dificuldades em executar as tarefas a estudo. Isto em comparação com aqueles que não tiveram a doença. Sendo que aquelas que tiveram hospitalizadas e ventiladas tinham ainda pontuações mais baixas. O que mostra que a covid-19 pode ter um impacto na inteligência. Os investigadores referem ainda que é um sintoma que poderá prolongar-se durante anos.
14.6.21
infiéis adaptam casos extraconjugais à pandemia de coronavírus
A pandemia de coronavírus veio mudar a forma como vivemos e as relações também sofreram com isso. Os longos períodos de confinamento levaram a que muitos casais tivessem que passar mais tempo em casa. Ainda assim, nada disto impediu que os infiéis continuassem a trair. Algo que é dado a conhecer através de um novo estudo do Ashley Madison, site especializado em encontros extraconjugais.
De acordo com o estudo, 38% dos inquiridos garante que ainda mantém encontros presenciais com as amantes. Ainda assim, aqueles que procuram um caso fora do casamento parecem estar cientes da nova realidade. Algo que fica evidente em outros dados do estudo, que mostram a forma como os infiéis estão a encarar os encontros em altura de pandemia mundial.
Infiéis estão mais cuidadosos
Para 44% dos inquiridos é necessário que os próprios já tenham sido vacinados contra a covid-19. 39% refere que se certifica de que a outra pessoa está a ser cuidadosa e que não mantém encontros com várias pessoas em simultâneo. 30% dos não vacinados revela que efetua um teste ao vírus antes dos encontros. Por sua vez, para 26% é suficiente que a parceira tenha sido vacinada. Por último, 25% gosta de garantir que a parceira testou negativo à covid-19.
11.6.21
namoro de vingança é a tendência para este verão
Com o aproximar do Verão chegam também novas medidas relacionadas com o desconfinamento. O que significa que as pessoas recomeçam a tomar o controlo das suas vidas sentimentais. Isto depois de um ano em que boa parte dos encontros foram virtuais. Tudo isto irá dar origem a uma nova tendência. Quem o garante é a aplicação Happn, que assegura que o namoro de vingança irá estar em destaque ao longo do próximo verão. Algo que deverá servir de alerta para muitos solteiros.
Neste retomar da normalidade existem dois tipos de pessoas. Aquelas que procuram uma relação séria. E as que estão com uma espécie de sede de vingança. Isto em relação ao ano em que foram privadas de muitos encontros. De acordo com uma pesquisa efectuada pela aplicação, um em cada dois solteiros diz ter uma vingança sentimental em relação ao último ano. Por sua vez, seis em cada dez solteiros diz ir apostar tudo no Verão para conhecer o maior número de pessoas possíveis.
6 em cada 10 solteiros diz querer conhecer o maior número de pessoas possível
Ou seja, tudo isto significa que muitos solteiros vão estar concentrados neste objectivo de conhecer o maior número de pessoas. O que faz com que não estejam a pensar em algo sério quando se aproximam de alguém. E este cenário poderá induzir algumas pessoas em erro. Podem pensar que estão perante algo sério quando na realidade é apenas um caso. Que está a acontecer devido às privações sentimentais que pautaram os últimos meses.
este é o motivo pelo qual as pessoas estão a abandonar os ginásios
Ao longo do último ano foram muitos os meses em que os ginásios estiverem encerrados. Uma consequência da pandemia mundial de coronavírus. A nova realidade, associada à covid-19, levou a que muitos tivessem de alterar as suas rotinas de treino. Com a actividade física também condicionada ao ar livre, diversas pessoas passaram a treinar em casa. Já outros, preferiram sempre a segurança do lar para manter a forma.
Agora, um novo estudo vem revelar que este é o motivo pelo qual as pessoas estão a abandonar os ginásios. Seis em cada dez adultos está a trocar o espaço fechado pelos treinos em casa. Dando assim continuidade aquilo que foram fazendo ao longo dos últimos meses. O trabalho, realizado pela aplicação Jonple, mostra que três quartos dos inquiridos manteve a forma em casa durante a pandemia.
Pessoas passaram a ter mais cuidado com a alimentação
Sendo que, em média, cada pessoa treinou quatro vezes por semana. É revelado ainda que 31% dos inquiridos queimou muitas mais calorias ao longo do tempo de confinamento. Entre os motivos para treinar em casa destaca-se a vontade de ficar em forma. Bem como a manutenção da saúde mental, perder peso, tonificar o corpo e aumentar a resistência. 57% dos entrevistados refere ainda que passaram a ter mais cuidado com aquilo que comem, de modo a ter melhores resultados com o plano de treinos.
29.5.21
fica a saber se podes consumir bebidas alcoólicas depois de seres vacinado contra a covid-19
Muito se tem falado sobre a vacinação contra a covid-19. Sendo que um dos temas que se tem discutido no panorama internacional é a possibilidade de consumir bebidas alcoólicas depois de ter levado a segunda dose da vacina, independentemente de ser da Pfizer ou da Moderna. Este tema levou a que o prestigiado The New York Times publicasse um artigo sobre bebidas alcoólicas depois da vacinação.
E não existe qualquer problema no consumo de bebidas alcoólicas. “Não existe qualquer evidência de que uma ou duas bebidas possam tornar a vacina menos eficaz. Alguns estudos até descobriram que a longo prazo, consumo reduzido ou moderado de álcool pode ajudar o sistema imunitário ao reduzir a inflamação”, pode ler-se. Ainda assim, é importante teres atenção ao que se segue.
Consumo excessivo pode ser perigoso
“Consumo pesado de bebidas alcoólicas, a longo prazo, pode suprimir o sistema imunitário e potencialmente interferir com a resposta da vacina”, explica um especialista. Ou seja, não deverás ficar preocupado caso mantenhas um consumo moderado de bebidas alcoólicas. Mesmo no período que se segue à vacinação. Os especialistas alertam que é importante ter atenção à moderação. Sendo também fundamental que te mantenhas hidratado.
16.5.21
pandemia de coronavírus tem impacto negativo nos hábitos alimentares
Já passou mais de um ano desde que o mundo passou a lidar com a pandemia de coronavírus. Esta nova realidade trouxe muitas alterações a pessoas de todo o mundo e nem os hábitos alimentares escaparam. De acordo com um estudo publicado no International Journal of Eating Disorders, destacam-se agora seis comportamentos alimentares que acabam por ser preocupantes. E que são uma consequência da pandemia que assolou o mundo.
Os seis hábitos alimentares são: comer e petiscar sem pensar, maior consumo de alimentos, diminuição generalizada do apetite ou consumo nutricional, comer para lidar com os acontecimentos, redução no consumo nutricional e um reaparecimento ou aumento considerável dos sintomas de transtorno alimentar. O estudo mostra ainda que aproximadamente 8% dos 720 participantes assumiu ter comportamentos extremos de controlo de peso que são nocivos para a saúde.
Comer e petiscar sem pensar é um dos comportamentos
É possível perceber que 53% dos comportamentos acabam por ser menos significativas. Ainda assim, 14% estão relacionadas com a compulsão alimentar. Realce ainda para o facto de estes resultados terem uma associação directa com o stress, sintomas depressivos e dificuldades financeiras. A equipa de investigadores refere que o comportamento que mais se destaca pela negativa no estudo é o transtorno alimentar.
13.5.21
vais viajar de avião? descobre em que situação o risco de contrair covid-19 é mais baixo
Um novo estudo dá a conhecer a forma como as viagens de avião apresentam um risco menor de os passageiros virem a contrair covid-19. E a solução está nos assentos do meio, que devem estar sempre desocupados. De acordo com o trabalho, se isto se verificar, está a ser reduzido significativamente o risco de exposição ao novo coronavírus.
Trata-se de um trabalho efectuado por um grupo de investigadores do Centro do Controlo e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos da América. E também da Universidade do Estado do Kansas. Tendo o estudo sido mencionado pelo CNBC. Realce para o facto de ser uma experiência realizada em modelos de laboratório.
Segredo está nos assentos do meio do avião
De acordo com o estudo, a exposição dos passageiros ao novo coronavírus em aviões de corpo largo e estreito, consegue ser significativamente reduzida de 23 a 57%. Para que isto aconteça, as companhias aéreas deverão deixar os assentos do meio livres. Mesmo que não estejam a utilizar máscaras. Aliás, o trabalho não teve em conta o uso de máscaras de protecção individual durante o voo.