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1.8.22

revelada origem do vírus da covid-19

Desde o início da pandemia que a origem do novo coronavírus tem sido um mistério e alimentado diversas discussões. Sendo que até existem teorias de que a covid-19 terá sido criada em laboratório. Agora, dois novos estudos colocam um ponto final no debate e avançam com aquela que dizem ser a origem da doença que ainda hoje deixa o mundo em estado de alerta.

De acordo com uma equipa de investigadores foram os animais vivos comercializados no mercado de Huanan, em Wuhan, China, que deram início à pandemia. Sendo que o coronavírus foi transmitido de animais para humanos em diversas ocasiões. Os especialistas salientam ainda que outras teorias relacionadas com a origem da covid-19 são altamente improváveis.

O primeiro trabalho, realizado por uma equipa da Universidade do Arizona, Estados Unidos da América, e outra da Scripps Research analisou o padrão geográfico dos casos da doença no primeiro mês do surto, em dezembro de 2019. Foi possível determinar os locais de quase todos os 174 casos identificados pela Organização Mundial de Saúde. Sendo que 155 estavam em Wuhan. Os casos foram agrupados ao redor do mercado de Huanan, acabando por se espalharem amplamente por Wuhan, uma cidade com perto de 11 milhões de habitantes. É ainda salientado que uma grande percentagem dos primeiros infetados com covid-19 não tinham estado recentemente no mercado de Wuhan, mas habitavam mais perto do local do que outras pessoas.

Especialistas salientam ainda que outras teorias relacionadas com a origem da covid-19 são altamente improváveis

Michael Worobey, mentor do estudo, refere que estes dados motram que o epicentro da pandemia foi o mercado. Com os fornecedores a ficarem doentes em primeiro lugar, seguindo-se uma cadeia de infeções entre a comunidade. Worobey refere ainda que a distribuição geográfica dos casos posteriores de covid-19, entre janeiro e fevereiro de 2020, revela que o vírus “realmente teve origem no mercado e que se espalhou a partir daí”.

Animais que transmitem a doença

Estes dados conduzem-nos a outra questão: quais os animais responsáveis pela transmissão da doença? Pois bem, o estudo contou ainda com a examinação de amostras de superfícies do mercado, como pisos e gaiolas. As amostras com resultado positivo para o vírus tendiam a vir de barracas que vendiam animais selvagens vivos. Como é o caso de raposas vermelhas, texugos e cães-guaxinins. Um mapa detalhado do mercado revela que as amostras positivas estavam associadas ao lado ocidental do mercado. Área na qual era cortada carne de animais abatidos ou comercializados animais vivos.

O segundo estudo revela que a pandemia terá tido origem em pelo menos duas infeções separadas de humanos que estiveram em contacto com animais no mercado. As análises mostram ainda que existiriam outras transmissões do vírus de animal para humano no mercado, sem que evoluíssem para casos de covid-19. É ainda realçado que os animais terão sido infetados com o vírus através de morcegos portadores da doença ou em quintas locais na China. “Para entender melhor a origem do SARS-CoV-2 é preciso perceber melhor os eventos a montante do mercado de Huanan, o que irá exigir estreita colaboração e cooperação internacional”, conclui Kristian Andersen, que paticipou em ambos os estudos. Os trabalhos foram publicados na revista Science.

11.5.22

fica a saber se terás de ser vacinado todos os anos contra a covid-19

Primeiro, surgiu a vacina contra a covid-19. Depois, começou a falar-se da segunda dose. Bem como da terceira e da quarta, que está para chegar. O que faz com que muitas pessoas fiquem a pensar na eventualidade de serem vacinadas anualmente contra o novo coronavírus. E será que é isso que irá acontecer? A resposta é: sim! É muito provável que os especialistas recomendem a vacinação anual contra aquela que ainda é a doença do momento.

Esta é a opinião partilhada num artigo científico publicado no portal JAMA Network e que é citado pelo portal Nova Mulher. Trata-se de um trabalho da autoria da FDA, a agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos da América. Que faz a comparação aquilo que acontece com a vacinação ao vírus da gripe.

“Acho que, em geral, o objectivo é tornar a Covid-19 semelhante à gripe em termos da sua capacidade de causar quadros graves”

Já e dezembro de 2021, altura em que a variante Ómicron atingia números bastante elevados nos Estados Unidos da América, Anthony Fauci, revelou à CBS This Morning ser “totalmente concebível e provável” coexistir com a covid-19 da mesma forma que se convive com outras doenças como a gripe e as constipações. “Não vamos ficar numa situação com esse grau de intensidade indefinidamente. Esperamos chegar lá em breve”, defendeu.

Também Kristin Englund, especialista em doenças infecciosas da Clínica Cleveland, defende que a normalidade poderá passar pela vacinação anual. Algo que será importante para impedir o aparecimento de novos surtos que podem ter consequências preocupantes. Por fim, Amesh Adalja, investigador do Centro de Saúde Johns Hopkins, revela um modo de pensar em tudo igual. “Acho que, em geral, o objectivo é tornar a Covid-19 semelhante à gripe em termos da sua capacidade de causar quadros graves”, termina.

26.3.22

estes são os sintomas de covid-19 mais comuns em pessoas totalmente vacinadas

Um novo estudo vem dar a conhecer os sintomas de covid-19 em pessoas totalmente vacinadas. Trata-se de um trabalho publicado na Science Translational Medicine, que tem eco no Times of India. Foram analisados dados de mil casos da variante Delta do novo coronavírus na população maioritariamente vacinada em Provincetown, Massachusetts, Estados Unidos da América. O trabalho remonta a julho de 2021.

Os dados permitem concluir que 74% dos casos de infecção aconteceram em pessoas com as vacinas Pfizer/Biontech, Moderna ou Johnson. Sendo a maior parte das incidências detalhada como leve ou moderada. A equipa que realizou o estudo dedicou especial atenção a 39 indivíduos. Entre estas estavam 16 com vacinação completa que testaram positivo. E ainda 23 que testaram negativo. Realce para o facto da maioria dos alvos de estudo serem homens caucasianos. E ainda o facto de que os vacinados infectados eram mais novos do que os vacinados não infetados.

Sintomas mais comuns em pessoas vacinadas

É destacado ainda que as pessoas que testaram positivo tinham sintomas que acabavam por ser comuns. O estudo norte-americano dá ênfase à lista que se segue.

- Tosse persistente;
- Dor de garganta;
- Corrimento nasal;
- Espirros;
- Falta de ar;
- Dor no peito;
- Rouquidão.
-Febre.

Perda de paladar e olfato

Também a perda de olfato e paladar é mencionada pelo estudo. Sendo referido que é bastante comum entre os infectados com a variante Delta. É realçado que o fenómeno conhecido como anosmia está muito presente em pessoas vacinadas.

21.3.22

deltacron: aquilo que se sabe sobre a nova variante híbrida do coronavírus

Acabam de ser detectados dois casos da variante Deltacron no Brasil. Existem também relatos de 43 casos em França, Dinamarca e Países Baixos. E ainda mais dois nos Estados Unidos da América. Números mais do que suficientes para que muitos fiquem alarmados com a nova variante híbrida do coronavírus. Mas afinal, o que é isto da Deltacron? Esta é a primeira pergunta que passa pela cabeça de muitos.

Trata-se de um vírus que contém características tanto da variante Ómicron como da Delta. “Surgem quando mais de uma variante infeta e replica-se na mesma pessoa, nas mesas células”, explica Lawrence Young, virologista da Universidade de Warwick, em Inglaterra, em declarações ao The Guardian. Até ao momento, a nova variante é conhecida no meio científico como AY.4/BA.1, algo que, de acordo com o The New York Times, deverá mudar em breve. É salientado ainda que estamos perante uma variante extremamente rara que existirá, pelo menos, desde Janeiro de 2022. Por sua vez, Maria Van Kerkhove, directora técnica da Organização Mundial de Saúde, fez saber, numa conferência de imprensa, que esta nova variante não é uma surpresa para o organismo. “Era algo esperado pois há uma intensa circulação das duas variantes”, disse.

Motivo para preocupação?

A segunda questão que passa pela cabeça das pessoas é a necessidade de uma preocupação adicional com a nova variante. Em conversa com o The New York Times, Etienne Simon-Loriere, virologista do Instituto Pasteur, salienta que não estamos perante uma “preocupação nova”. Referindo ainda que o genoma da nova variante sugere que não deveremos estar perante uma nova fase da pandemia de coronavírus. Até porque as defesas que as pessoas adquiriram contra a Ómicron – através de infecção, vacinação ou ambos – deverá funcionar contra a Deltacron.

Isto porque o gene que codifica a proteína spike da Deltacron é muito semelhante ao da Ómicron, que é a variante de maior dominância a nível mundial. O resto do genona é da variante Delta. “A superfície do vírus é bastante idêntica ao da Ómicron. Então o corpo irá reconhece-la tão bem quanto a Ómicron”, conclui Etienne Simon-Loriere.

3.3.22

fica a saber o que muda quando a covid-19 passar de pandemia a endemia

Desde Março de 2020 que a palavra pandemia passou a fazer parte da vida dos portugueses. Agora, quase dois anos depois da chegada do novo coronavírus a Portugal, muito se tem falado de endemia. Ainda assim, muitas são as pessoas que ficam baralhadas com este novo termo. Afinal, o que significa que a covid-19 deixe de ser vista como uma pandemia, passando a ser encarada como endemia?

Numa análise mais rápida pode dizer-se que a doença deixará de ser encarada como uma emergência de saúde. O que se traduz na anulação das muitas medidas restritivas que têm feito parte da vida dos portugueses ao longo dos últimos anos. Como é o caso do uso de máscara ou mesmo a exigência de certificado de vacinação. Algo que tem vindo a ser feito por países como a Dinamarca e Espanha, para citar apenas dois exemplos.

Pessoas associam endemia ao final da covid-19

Quando se fala em endemia muitos são aqueles que associam o termo ao final da covid-19. Algo que é um erro. O que o termo significa é que passamos a estar perante um número de novos casos e mortes que são esperados tendo em conta a doença. Seja ela a covid-19 ou outra qualquer. Por exemplo, a infecção pelo herpes simples é uma endemia. Existem dados que dão conta de que dois terços da população mundial com mais de 50 anos já tiveram contacto com este vírus. Ou seja, existe uma estabilidade do vírus. Quando os números aumentam passamos a ter uma epidemia (caso esteja concentrado numa região) ou pandemia (quando é uma realidade para vários continentes).

Covid-19 poderá nunca acabar

Para já, os especialistas dividem-se nas opiniões em relação ao momento em que a covid-19 deverá passar a ser vista como endemia. Há quem ache que este é o momento oportuno. Enquanto outros defendem que talvez seja prudente aguardar um pouco mais. Uma coisa é certa. Ainda estamos longe do fim da covid. Aliás, existe uma grande probabilidade de que a doença nunca desapareça.

27.1.22

porque falar mal é fácil

Temos (ou a maioria das pessoas tem) uma tendência natural para falar mal. Aquilo que nos pareça um mínimo deslize partimos para a crítica feroz. Pedimos o livro de reclamações, deixamos testamentos nas redes sociais, fazemos avaliações negativas e ligamos a quarenta pessoas a relatar o ocorrido. Toldados pelo que aconteceu ainda tendemos a exagerar na crítica, acreditando que isso nos dá mais razão.

Depois, existe o outro lado da moeda. Que é quando corre tudo bem. Aí só temos um simples ok para dizer. Afinal, “não fizeram mais do que a sua obrigação”. E isto acontece nas empresas, nos restaurantes a que vamos, nas lojas que frequentamos e por aí fora. Se corre bem, é porque tinha de correr. O que não deixa de ser verdade. Mas o que não invalida que exista um elogio. Uma palavra de apreço. Um obrigado. Um bom trabalho. Algo que nos ocupa menos tempo do que uma crítica feroz e que nos faz melhor à saúde pela ausência de nervos.

E é isso que me leva a escrever este texto. Porque acabo de levar a terceira dose da vacina da Pfizer contra a Covid-19. E são três experiências que tenho de elogiar pela organização e pelo profissionalismo das pessoas com quem lidei. Desde que cheguei, passando pelos enfermeiros e até ao momento em que abandono o espaço. Na primeira dose, numa altura de maior caos e ataques ao processo de vacinação, fui vacinado antes da hora. Na segunda, esperei um pouco mais, mas tudo correu bem. Hoje, estive menos de 30 minutos no local.

E tudo correu bem. Poderia ficar calado. Mas como prefiro elogiar do que fazer uma publicidade negativa ao que quer que seja, enalteço o trabalho da Câmara Municipal do Seixal. Dos, neste caso, Bombeiros Mistos do Seixal. E a todas as pessoas que fizeram parte de um processo que deve ser bastante desgastante para que o faz. O meu obrigado a todos. E que continuem o bom trabalho.

15.1.22

descobre quais as máscaras mais eficazes contra a variante ómicron

A variante Ómicron do novo coronavírus continua a espalhar-se de forma veloz um pouco por todo o mundo. Este foi o motivo que levou a CNN norte-americana a reunir um grupo de especialistas para saber qual a melhor máscara de protecção contra a nova estirpe da doença que deixou o mundo em alerta desde há dois anos. E existe um tipo que é já para esquecer.

Falo das máscaras de tecido, que ainda são as preferidas de muitas pessoas. “Máscaras de pano são pouco mais do que decorações faciais. Não são eficazes contra a Ómicron”, explica Leana Wen, analista médica da CNN. “Isso é o que os cientistas e funcionários de saúde pública vêm, na verdade, a dizer há muitos meses”, acrescenta. “Temos de usar pelo menos uma máscara cirúrgica de três camadas”, recomenda a especialista. “Pode ainda usar uma máscara de pano por cima, mas não use apenas uma máscara de pano”, salienta.

“Máscaras de pano são pouco mais do que decorações faciais”


Se estiveres num local lotado “deve usar uma máscara KN95 ou N95”, diz Leana Wen. Até porque estas são aquelas que têm um melhor ajuste e são feitas com materiais que funcionam como barreiras mecânicas e eletrostáticas. Sem esquecer que evitam que as partículas minúsculas entrem no organismo pelo nariz ou boca. Algo que não é conseguido pelas máscaras de pano.

Tem em mente que as máscaras mais eficazes, como as PFF-2, conseguem filtras gotículas de maiores dimensões e aerossóis menores. Ou mesmo partículas potencialmente carregadas de vírus no caso. Isto caso estejam presentes pessoas infetadas com o novo coronavírus. Máscaras do tipo N95 conseguem filtrar até 95% das partículas transportadas pelo ar. Percentagem que desce entre 5 a 10% nas máscaras cirúrgicas ou descartáveis.

14.12.21

risco de morte aumenta drasticamente para quem teve covid-19 grave

Já passaram quase dois anos desde que teve início a pandemia mundial de covid-19. Ao longo deste tempo surgiram diversos estudos e agora é através de um que os especialistas dão a conhecer as consequências do novo coronavírus. Olhando para um trabalho científico realizado pela Universidade da Florida, situada nos Estados Unidos da América, percebe-se que aqueles que sobreviveram à covid-19 grave têm mais do dobro de probabilidade de morrer no ano seguinte.

 

Esta percentagem diz respeito à comparação com as pessoas que não foram infetados pelo novo coronavírus. Ou os que apenas tiveram sintomas ligeiros da doença do momento. O estudo, que teve grande destaque no The Guardian, defende ainda que a covid-19 tem impacto na saúde em longo prazo. Os investigadores referem ainda que só 20% dos óbitos ocorreram na sequência de complicações comuns nos doentes covid-19, como é o caso da insuficiência respiratória. Ou seja, os infetados acabam por ter uma pior saúde geral, ficando mais vulneráveis.

 

Infetados ficam com uma pior saúde no geral

 

O estudo recorreu a registos eletrónicos de 13.638 indivíduos a quem tinha sido efetuado um teste PCR de despiste à covid-19. Destes, 178 revelavam sintomas graves da doença. 246 tinham sintomas moderados ou ligeiros. Os restantes tiveram um resultado negativo. Realce ainda para o facto de o risco de morte ser superior para pessoas com menos de 65 anos.


22.11.21

sabe se teres tido gripe é uma defesa contra a covid-19

Os portugueses ainda não se livraram da pandemia de covid-19 e lidam novamente com a época das gripes e constipações. O que leva a que muitos se questionem sobre a possibilidade de contrair uma gripe é uma defesa contra o novo coronavírus. Pois bem, a resposta a estas questões chega através de um novo estudo. 

O trabalho, realizado por uma equipa de investigadores da University College London, no Reino Unido, realça que as pessoas que recuperam recentemente de uma constipação têm um aumento de células T. Algo que pode ser uma proteção contra um vasto leque de coronavírus. Esta conclusão surge na sequência do rastreio de mais de 750 profissionais de saúde que lidaram com doentes infetados com covid-19.

Células T podem ter papel importante

Durante o estudo foram detetados 58 casos de pessoas que nunca tinham testado positivo para a covid-19. Todos com um aumento de produção das referidas células T. “A exposição prévia à gripe comum pode dar um avanço contra o vírus”, explica Leo Swadling, mentor do trabalho, em declarações ao The Telegraph. Acrescentando que a presença das células T “inclina a balança a favor do sistema imunológico eliminando o vírus antes que este se comece a replicar”.

19.10.21

sabe por que os homens estão a usar mais brinquedos sexuais

Continuam a surgir estudos que dão a conhecer o impacto que a pandemia mundial de coronavírus teve na vida sexual das pessoas de todo o mundo. O mais recente diz respeito a homens e a brinquedos sexuais. De acordo com um estudo da marca de brinquedos para adultos Lelo, eles estão a usar mais brinquedos sexuais. Algo que é uma consequência da pandemia. 

Olhando para os dados do estudo, que contou apenas com homens do Reino Unido, publicado no jornal Metro, 41% dos homens britânicos usaram um brinquedo sexual pela primeira vez durante a pandemia. Sendo que 16% dos homens revelam que estão agora a usar um brinquedo sexual masculino pelo menos uma vez por dia. Salienta o estudo que eles estão decididos a colocar os tabus de lado e a avançar para novas experiências.

Anel peniano é um dos brinquedos preferidos deles

Entre os motivos para experimentar brinquedos sexuais destaca-se a exploração do prazer anal. Bem como melhorar o desempenho sexual, aprender mais sobre os gostos pessoais e até atingir o orgasmo de forma mais rápida. Só falta mesmo falar dos brinquedos sexuais que eles preferem. Anel peniano e plug anal são dois dos mais populares. Tal como massajadores prostáticos e brinquedos que simulam uma vagina. Isto sem esquecer as bonecas insufláveis.

18.10.21

medo de contrair covid-19 melhora vida sexual dos casais

A pandemia mundial de coronavírus levou a que pessoas de todo o mundo tivessem de alterar os hábitos de vida. Algo que implica mudanças nas mais diversas áreas. O sexo não escapou a estas alterações e diversos estudos salientam que a covid-19 levou a uma pior vida sexual. Agora, um novo estudo vem defender o oposto. Salientando que o medo da doença levou a que a vida sexual de muitas pessoas ficasse melhor. 

Trata-se de um trabalho realizado pela Universidade de Lisboa em parceria com o Instituto Kinsey, situado nos Estados Unidos da América, e publicado no The Journal of Sex. Foram analisados 303 casais e a conclusão foi a de que as alterações no estilo de vida, provocadas pela pandemia, estavam relacionadas com um desejo sexual positivo. O que significa que aqueles que tinham receio de contrair a doença passaram a ter uma melhor qualidade de vida. Realce para o facto de que todas as pessoas que participaram no estudo revelavam um elevado receio de ficarem infectados com covid-19. 

Mensagem oposta a estudos diferentes

O estudo menciona que para os participantes do estudo o desejo estava ligado a mudanças positivas na vida sexual e ao aumento da vontade de passar mais tempo com a outra pessoa. Por outras palavras, situações de stress podem levar a que as pessoas enfrentem a própria mortalidade e aumentar o desejo sexual. Este estudo vem defender completamente o oposto de estudos anteriores. Que salientavam a deterioração da vida sexual dos casais depois da pandemia.

17.10.21

kyrie irving pode perder meia temporada da nba, muitos milhões e ser dispensado por causa da covid-19

Kyrie Irving parece determinado a enfrentar, sozinho, uma luta contra a NBA. Aquele que é um dos craques dos Brooklyn Nets mantém-se irredutível na decisão de não ser vacinado contra a covid-19, algo que poderá dar origem a diversas consequências adversas para o basquetebolista. Numa fase inicial, o atleta esteve mesmo impedido de treinar com os colegas de equipa. Decisão de foi revertida depois da conclusão de que o centro de treinos da equipa é um edifício privado e não uma academia desportiva. De acordo com a lei de Nova Iorque, pessoas não vacinadas não podem frequentar academias desportivas. 

Mas se é verdade que está apto para treinar com os colegas, Kyrie Irving está proibido de disputar os jogos caseiros (em Nova Iorque) enquanto não for vacinado. O que significa que o basquetebolista poderá perder meia temporada. Neste momento, o treinador Steve Nash começa a dar Irving como perdido para todos os jogos em casa. “Temos de nos manter flexíveis e ter a mente aberta para tentar resolver a situação à medida que vai ocorrendo”, disse. O que é certo é que, de acordo com informações que chegam dos Estados Unidos da América, a postura do jogador está a irritar os dirigentes do clube. Que ponderam dispensar o basquetebolista.

Kyrie Irving não perde apenas jogos. A decisão do jogador irá custar também milhões à conta bancária do atleta. Por casa jogo em que esteja ausente (devido à decisão de não ser vacinado) irá deixar de ganhar 328 mil euros. Ou seja, a cada quatro jogos são mais de 1,2 milhões de euros. À margem de tudo isto, o jogador mantém a sua postura e diz-se “protegido por Deus”.


12.10.21

distanciamento social é menos eficaz sem o uso de máscara

Numa altura em que o uso de máscara deixou de ser obrigatório em diversos cenários surge um estudo que vem alertar para o perigo da ausência deste objecto de proteção individual. O trabalho salienta que a distância social recomendada de dois metros é menos eficaz quando não se utiliza máscara. Esta é a opinião dos especialistas norte-americanos das universidades norte-americanas McGill, Sherbrook, Texas A&M e Northern Illinois. 

O estudo, publicado na revista Building and Environment, salienta que a utilização de máscara diminui em perto de 67% o risco de infecção de infeção por covid-19 em espaços interiores. “As máscaras são bastante importantes para conter a propagação de variantes mais contagiosas da doença, sobretudo durante a época gripal e os meses de inverno”, destaca através de comunicado Saas Akhtar, autor do estudo.

Sem máscara, mais de 70% das partículas virais da covid-19 circulam pelo ar

A equipa de especialistas deixa ainda um alerta. Sem o uso de máscara, mais de 70% das partículas virais da covid-19 circulam pelo ar durante 30 segundos. Com a utilização de máscara, são menos de 1% as partículas a atravessar os dois metros. Nesta fase, em Portugal “é obrigatório o uso de máscaras ou viseiras para o acesso ou permanência no interior”. Medida que se aplica a “espaços e estabelecimentos comerciais, incluindo centros comerciais, com área superior a 400 metros quadrados”

5.9.21

descobre o que pode acontecer à tua inteligência depois de contraires covid-19

Se fazes parte do grupo de pessoas que já estiveram infetadas com covid-19, existem sintomas com que poderás lidar depois de a doença estar debelada. Falo de fadiga contínua, problemas respiratórios, dores musculares e também palpitações cardíacas. Agora, um estudo recente publicado no The Lancet vem avançar com outro dado.  

O estudo analisou a inteligência de mais de 81.300 pessoas, com uma idade média de 46 anos. Esta análise prolongou-se de Janeiro a Dezembro de 2020. Entre os participantes existiam quase 13 mil que tinham sido infectados com o novo coronavírus. Destes, 5% realçava os sintomas persistentes. Todos os participantes realizaram um exame que estuda detalhes como memória, raciocínio, capacidade de planeamento e resolução de problemas. 

 

Sintoma pode durar vários anos 

 

A conclusão foi a de que as pessoas que tinham sido infectadas com o novo coronavírus eram as que apresentavam maiores dificuldades em executar as tarefas a estudo. Isto em comparação com aqueles que não tiveram a doença. Sendo que aquelas que tiveram hospitalizadas e ventiladas tinham ainda pontuações mais baixas. O que mostra que a covid-19 pode ter um impacto na inteligência. Os investigadores referem ainda que é um sintoma que poderá prolongar-se durante anos.

14.6.21

infiéis adaptam casos extraconjugais à pandemia de coronavírus

A pandemia de coronavírus veio mudar a forma como vivemos e as relações também sofreram com isso. Os longos períodos de confinamento levaram a que muitos casais tivessem que passar mais tempo em casa. Ainda assim, nada disto impediu que os infiéis continuassem a trair. Algo que é dado a conhecer através de um novo estudo do Ashley Madison, site especializado em encontros extraconjugais.  

De acordo com o estudo, 38% dos inquiridos garante que ainda mantém encontros presenciais com as amantes. Ainda assim, aqueles que procuram um caso fora do casamento parecem estar cientes da nova realidade. Algo que fica evidente em outros dados do estudo, que mostram a forma como os infiéis estão a encarar os encontros em altura de pandemia mundial. 

 

Infiéis estão mais cuidadosos 

 

Para 44% dos inquiridos é necessário que os próprios já tenham sido vacinados contra a covid-19. 39% refere que se certifica de que a outra pessoa está a ser cuidadosa e que não mantém encontros com várias pessoas em simultâneo. 30% dos não vacinados revela que efetua um teste ao vírus antes dos encontros. Por sua vez, para 26% é suficiente que a parceira tenha sido vacinada. Por último, 25% gosta de garantir que a parceira testou negativo à covid-19.

11.6.21

namoro de vingança é a tendência para este verão

Com o aproximar do Verão chegam também novas medidas relacionadas com o desconfinamento. O que significa que as pessoas recomeçam a tomar o controlo das suas vidas sentimentais. Isto depois de um ano em que boa parte dos encontros foram virtuais. Tudo isto irá dar origem a uma nova tendência. Quem o garante é a aplicação Happn, que assegura que o namoro de vingança irá estar em destaque ao longo do próximo verão. Algo que deverá servir de alerta para muitos solteiros. 

 

Neste retomar da normalidade existem dois tipos de pessoas. Aquelas que procuram uma relação séria. E as que estão com uma espécie de sede de vingança. Isto em relação ao ano em que foram privadas de muitos encontros. De acordo com uma pesquisa efectuada pela aplicação, um em cada dois solteiros diz ter uma vingança sentimental em relação ao último ano. Por sua vez, seis em cada dez solteiros diz ir apostar tudo no Verão para conhecer o maior número de pessoas possíveis. 

 

6 em cada 10 solteiros diz querer conhecer o maior número de pessoas possível 

 

Ou seja, tudo isto significa que muitos solteiros vão estar concentrados neste objectivo de conhecer o maior número de pessoas. O que faz com que não estejam a pensar em algo sério quando se aproximam de alguém. E este cenário poderá induzir algumas pessoas em erro. Podem pensar que estão perante algo sério quando na realidade é apenas um caso. Que está a acontecer devido às privações sentimentais que pautaram os últimos meses. 

este é o motivo pelo qual as pessoas estão a abandonar os ginásios

Ao longo do último ano foram muitos os meses em que os ginásios estiverem encerrados. Uma consequência da pandemia mundial de coronavírus. A nova realidade, associada à covid-19, levou a que muitos tivessem de alterar as suas rotinas de treino. Com a actividade física também condicionada ao ar livre, diversas pessoas passaram a treinar em casa. Já outros, preferiram sempre a segurança do lar para manter a forma.  

Agora, um novo estudo vem revelar que este é o motivo pelo qual as pessoas estão a abandonar os ginásios. Seis em cada dez adultos está a trocar o espaço fechado pelos treinos em casa. Dando assim continuidade aquilo que foram fazendo ao longo dos últimos meses. O trabalho, realizado pela aplicação Jonple, mostra que três quartos dos inquiridos manteve a forma em casa durante a pandemia. 

 

Pessoas passaram a ter mais cuidado com a alimentação 

 

Sendo que, em média, cada pessoa treinou quatro vezes por semana. É revelado ainda que 31% dos inquiridos queimou muitas mais calorias ao longo do tempo de confinamento. Entre os motivos para treinar em casa destaca-se a vontade de ficar em forma. Bem como a manutenção da saúde mental, perder peso, tonificar o corpo e aumentar a resistência. 57% dos entrevistados refere ainda que passaram a ter mais cuidado com aquilo que comem, de modo a ter melhores resultados com o plano de treinos. 

29.5.21

fica a saber se podes consumir bebidas alcoólicas depois de seres vacinado contra a covid-19

Muito se tem falado sobre a vacinação contra a covid-19. Sendo que um dos temas que se tem discutido no panorama internacional é a possibilidade de consumir bebidas alcoólicas depois de ter levado a segunda dose da vacina, independentemente de ser da Pfizer ou da Moderna. Este tema levou a que o prestigiado The New York Times publicasse um artigo sobre bebidas alcoólicas depois da vacinação.  

E não existe qualquer problema no consumo de bebidas alcoólicas. “Não existe qualquer evidência de que uma ou duas bebidas possam tornar a vacina menos eficaz. Alguns estudos até descobriram que a longo prazo, consumo reduzido ou moderado de álcool pode ajudar o sistema imunitário ao reduzir a inflamação”, pode ler-se. Ainda assim, é importante teres atenção ao que se segue. 

 

Consumo excessivo pode ser perigoso 

 

“Consumo pesado de bebidas alcoólicas, a longo prazo, pode suprimir o sistema imunitário e potencialmente interferir com a resposta da vacina”, explica um especialista. Ou seja, não deverás ficar preocupado caso mantenhas um consumo moderado de bebidas alcoólicas. Mesmo no período que se segue à vacinação. Os especialistas alertam que é importante ter atenção à moderação. Sendo também fundamental que te mantenhas hidratado.

16.5.21

pandemia de coronavírus tem impacto negativo nos hábitos alimentares

Já passou mais de um ano desde que o mundo passou a lidar com a pandemia de coronavírus. Esta nova realidade trouxe muitas alterações a pessoas de todo o mundo e nem os hábitos alimentares escaparam. De acordo com um estudo publicado no International Journal of Eating Disorders, destacam-se agora seis comportamentos alimentares que acabam por ser preocupantes. E que são uma consequência da pandemia que assolou o mundo. 

Os seis hábitos alimentares são: comer e petiscar sem pensar, maior consumo de alimentos, diminuição generalizada do apetite ou consumo nutricional, comer para lidar com os acontecimentos, redução no consumo nutricional e um reaparecimento ou aumento considerável dos sintomas de transtorno alimentar. O estudo mostra ainda que aproximadamente 8% dos 720 participantes assumiu ter comportamentos extremos de controlo de peso que são nocivos para a saúde. 

Comer e petiscar sem pensar é um dos comportamentos 

 

É possível perceber que 53% dos comportamentos acabam por ser menos significativas. Ainda assim, 14% estão relacionadas com a compulsão alimentar. Realce ainda para o facto de estes resultados terem uma associação directa com o stress, sintomas depressivos e dificuldades financeiras. A equipa de investigadores refere que o comportamento que mais se destaca pela negativa no estudo é o transtorno alimentar.

13.5.21

vais viajar de avião? descobre em que situação o risco de contrair covid-19 é mais baixo

Um novo estudo dá a conhecer a forma como as viagens de avião apresentam um risco menor de os passageiros virem a contrair covid-19. E a solução está nos assentos do meio, que devem estar sempre desocupados. De acordo com o trabalho, se isto se verificar, está a ser reduzido significativamente o risco de exposição ao novo coronavírus.  

Trata-se de um trabalho efectuado por um grupo de investigadores do Centro do Controlo e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos da América. E também da Universidade do Estado do Kansas. Tendo o estudo sido mencionado pelo CNBC. Realce para o facto de ser uma experiência realizada em modelos de laboratório. 

 

Segredo está nos assentos do meio do avião 

 

De acordo com o estudo, a exposição dos passageiros ao novo coronavírus em aviões de corpo largo e estreito, consegue ser significativamente reduzida de 23 a 57%. Para que isto aconteça, as companhias aéreas deverão deixar os assentos do meio livres. Mesmo que não estejam a utilizar máscaras. Aliás, o trabalho não teve em conta o uso de máscaras de protecção individual durante o voo.