11.5.26

chamem-me velho, mas o blogue está de volta!

Podes chamar-me velho. Podes chamar-me antiquado ou dizer que os blogues são uma "relíquia" de 2010. Podes dizer o que quiseres, mas a verdade é uma: eu continuo a adorar escrever. Depois de algum tempo em silêncio, senti que faltava este espaço para debitar opiniões sobre tudo e sobre nada, longe da ditadura dos algoritmos rápidos das redes sociais.

Por que é que decidi voltar?


Há uma liberdade na escrita de um blogue que não encontras num reel de 15 segundos ou numa legenda limitada do Instagram. Senti saudades deste meu cantinho. Saudades de me sentar à frente do teclado e deixar que as ideias fluam sem a pressão de ter de ser "tendência".

Aqui, no homem sem blogue, o ritmo é outro. É o meu ritmo. Volto nem que seja para desabafar sozinho, sem a garantia de ser lido por alguém. Mas, curiosamente, é nesse desabafo honesto que muitas vezes encontramos as melhores conversas.

O valor da resistência digital


Vivemos num mundo onde tudo é efémero. Escrever num blogue em 2026 é quase um ato de resistência. É valorizar a profundidade sobre a superficialidade. Se és daqueles que ainda prefere ler um texto estruturado, com princípio, meio e fim, então este regresso também é para ti. Vou continuar a falar do que me move. Mas farei-o à minha maneira, com o tom de quem está a beber um café contigo.

Estás desse lado?


Este blogue sempre foi mais do que um depósito de textos; foi uma comunidade. Por isso, se por acaso ainda estiveres desse lado, se o teu leitor de RSS ainda funciona ou se o link te apareceu por mero acaso, não passes sem dizer nada.

Deixa uma mensagem nos comentários. Diz-me o que tens feito, o que queres ler por aqui ou apenas deixa um "olá" para eu saber que não estou a falar para as paredes. O homem sem blogue está oficialmente de volta à ativa. Vamos a isto?