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21.3.22

deltacron: aquilo que se sabe sobre a nova variante híbrida do coronavírus

Acabam de ser detectados dois casos da variante Deltacron no Brasil. Existem também relatos de 43 casos em França, Dinamarca e Países Baixos. E ainda mais dois nos Estados Unidos da América. Números mais do que suficientes para que muitos fiquem alarmados com a nova variante híbrida do coronavírus. Mas afinal, o que é isto da Deltacron? Esta é a primeira pergunta que passa pela cabeça de muitos.

Trata-se de um vírus que contém características tanto da variante Ómicron como da Delta. “Surgem quando mais de uma variante infeta e replica-se na mesma pessoa, nas mesas células”, explica Lawrence Young, virologista da Universidade de Warwick, em Inglaterra, em declarações ao The Guardian. Até ao momento, a nova variante é conhecida no meio científico como AY.4/BA.1, algo que, de acordo com o The New York Times, deverá mudar em breve. É salientado ainda que estamos perante uma variante extremamente rara que existirá, pelo menos, desde Janeiro de 2022. Por sua vez, Maria Van Kerkhove, directora técnica da Organização Mundial de Saúde, fez saber, numa conferência de imprensa, que esta nova variante não é uma surpresa para o organismo. “Era algo esperado pois há uma intensa circulação das duas variantes”, disse.

Motivo para preocupação?

A segunda questão que passa pela cabeça das pessoas é a necessidade de uma preocupação adicional com a nova variante. Em conversa com o The New York Times, Etienne Simon-Loriere, virologista do Instituto Pasteur, salienta que não estamos perante uma “preocupação nova”. Referindo ainda que o genoma da nova variante sugere que não deveremos estar perante uma nova fase da pandemia de coronavírus. Até porque as defesas que as pessoas adquiriram contra a Ómicron – através de infecção, vacinação ou ambos – deverá funcionar contra a Deltacron.

Isto porque o gene que codifica a proteína spike da Deltacron é muito semelhante ao da Ómicron, que é a variante de maior dominância a nível mundial. O resto do genona é da variante Delta. “A superfície do vírus é bastante idêntica ao da Ómicron. Então o corpo irá reconhece-la tão bem quanto a Ómicron”, conclui Etienne Simon-Loriere.

23.2.22

estes são os alimentos que ajudam a diminuir mortes e casos graves de covid-19

Numa altura em que a covid-19 e a Ómicron continuam na ordem do dia, um novo estudo, publicado no European Journal of Clinical Nutrition, vem dar a conhecer os alimentos que são importantes para combater a doença. Mais especificamente para diminuir o risco de covid-19 grave e morte. De acordo com o trabalho o segredo está numa dieta rica em vegetais.

Os autores da investigação citam ainda outros trabalhos que dão a conhecer os benefícios de uma dieta saudável no combate à doença do momento. Um dos estudos dá conta de que um plano alimentar à base de plantas está relacionado com uma probabilidade 9% menor de infeção por covid-19. Por sua vez, o aparecimento de casos graves baixa drasticamente para 41%.

Aparecimento de casos graves baixa drasticamente

É ainda salientado uma outra investigação. Esta teve por base profissionais de saúde com uma dieta rica em vegetais. E que estiveram em contacto com doentes infetados com covid-19. Estes mostraram uma probabilidade 73% menor de desenvolver a doença. Percentagem que se aplica tanto à forma moderada como à grave.

26.1.22

paracetamol ou ibuprofeno? descobre qual devestomar para combater a ómicron

Numa altura em que a pandemia de coronavírus não tem dado tréguas muito se tem falado sobre a Ómicron, a mais recente variante do SARS-CoV-2, descoberta na África do Sul. Sendo mais contagiosa tem afectado mais pessoas e muitos são aqueles que têm debatido qual o medicamento mais eficaz para atacar o vírus. Ponto prévio, caso não tenhas outra indicação do teu médico, o remédio recomendado é o Paracetamol.

Ainda assim, especialistas da organização médico-hospitalar Clínica Mayo, situada nos Estados Unidos da América, abordaram o tema em conversa com o Business Insider. E são da opinião de que as pessoas que têm febre podem tomar ambos. Esta opinião é justificada com base na ausência de dados científicos que defendam que o Ibuprofeno, ou outros anti-inflamatórios não esteroides, deve ser evitado.

Alguns especialistas recomendam o Paracetamol

Já outros especialistas dos Estados Unidos da América defendem que o Paracetamol poderá ser mais eficaz. Tendo em conta que se trata de um antipirético que é usado para diminuir a temperatura corporal. E que consegue ainda combater outros sintomas da covid-19, como é o caso das dores no corpo e cabeça. A publicação refere ainda que o Paracetamol demora entre 45 a 60 minutos a fazer efeito. Tempo que baixa para os 30 minutos quando falamos do Ibuprofeno.

15.1.22

descobre quais as máscaras mais eficazes contra a variante ómicron

A variante Ómicron do novo coronavírus continua a espalhar-se de forma veloz um pouco por todo o mundo. Este foi o motivo que levou a CNN norte-americana a reunir um grupo de especialistas para saber qual a melhor máscara de protecção contra a nova estirpe da doença que deixou o mundo em alerta desde há dois anos. E existe um tipo que é já para esquecer.

Falo das máscaras de tecido, que ainda são as preferidas de muitas pessoas. “Máscaras de pano são pouco mais do que decorações faciais. Não são eficazes contra a Ómicron”, explica Leana Wen, analista médica da CNN. “Isso é o que os cientistas e funcionários de saúde pública vêm, na verdade, a dizer há muitos meses”, acrescenta. “Temos de usar pelo menos uma máscara cirúrgica de três camadas”, recomenda a especialista. “Pode ainda usar uma máscara de pano por cima, mas não use apenas uma máscara de pano”, salienta.

“Máscaras de pano são pouco mais do que decorações faciais”


Se estiveres num local lotado “deve usar uma máscara KN95 ou N95”, diz Leana Wen. Até porque estas são aquelas que têm um melhor ajuste e são feitas com materiais que funcionam como barreiras mecânicas e eletrostáticas. Sem esquecer que evitam que as partículas minúsculas entrem no organismo pelo nariz ou boca. Algo que não é conseguido pelas máscaras de pano.

Tem em mente que as máscaras mais eficazes, como as PFF-2, conseguem filtras gotículas de maiores dimensões e aerossóis menores. Ou mesmo partículas potencialmente carregadas de vírus no caso. Isto caso estejam presentes pessoas infetadas com o novo coronavírus. Máscaras do tipo N95 conseguem filtrar até 95% das partículas transportadas pelo ar. Percentagem que desce entre 5 a 10% nas máscaras cirúrgicas ou descartáveis.