1.2.22
e assim terminou o meu janeiro seco
18.1.22
homem que é homem não pode deixar de beber álcool
16.1.22
fica a saber por que tens vontade de fumar quando consomes bebidas alcoólicas
Fumar misturado com bebidas alcoólicas faz com que as pessoas se sintam menos felizes
Estudo revela que pessoas não sabem quantas calorias têm as bebidas alcoólicas
8.1.22
Descobre o que acontece quando ficas um mês sem consumir bebidas alcoólicas
A quadra natalícia costuma ser marcada por alguns excessos. Quer seja a nível de alimentação ou de consumo de bebidas alcoólicas. O que faz com que existam cada vez mais pessoas adeptas do Dry January, que pode ser traduzido para Janeiro Seco. Que não é mais do que passar um mês sem o consumo de bebidas alcoólicas. Fica agora a conhecer os benefícios de ficar este período de tempo longe das bebidas alcoólicas. Algo que é dado a conhecer pelos especialistas do Priory Group num artigo publicado no Daily Star.
Semana 1
Se és um consumidor habitual de bebidas alcoólicas irás lidar com o período de tempo em que existe a maior probabilidade de ceder. Irás também começar a fazer melhores escolhas alimentares. Estarás também mais hidratado. Além disso irás sentir-te menos cansado e terás uma maior facilidade em concentrar-te.
Semana 2
Começarás a sentir todos os benefícios de um melhor sono e hidratação. Estarás mais motivado e a qualidade da pele será melhor. Irás parecer menos inchado e mais saudável.
Semana 3
Por esta altura já terás baixado a pressão arterial. Sem esquecer o elevado número de calorias que deixaste de consumir. Por exemplo, seis copos de vinho equivalem a qualquer coisa como perto de 3.000 calorias. Com as melhores escolhas alimentares estarás com um físico mais magro.
Semana 4
Chegado este momento é altura de ficares feliz com o que alcançaste. Sendo certo que te sentirás fantástico. A pele estará em excelentes condições e terás poupado muito dinheiro. O humor deverá estar melhor e talvez já comeces a ponderar repetir este comportamento em outros meses.
11.12.21
descobre o impacto que o álcool tem no sono
Há quem acredite que o consumo de bebidas alcoólicas é uma boa ajuda para que se deixe dormir mais depressa. Ainda assim, a verdade é que a qualidade do sono é muito pior depois de uma noite de copos. Quem o garante é a empresa de colchoes Otty. “O nível de álcool no sangue no seu sistema irá cair assim que parar de consumir álcool, deixando-o num estado de sono superficial e com frequentes distúrbios e despertar ao longo da noite”, começam por explicar ao The Sun.
E
as explicações não se ficam por aqui. Pois é muito provável que se recorde dos
sonhos que tem nessas alturas. “Quando cai no estado do sono em que sonha é
mais provável que se recorde dos sonhos”, explica a empresa. “O álcool no seu
sistema misturado com o estado de limbo frequentemente fará com que fique com
sonhos vívidos e alimentados por pesadelos”, acrescentam os especialistas em
sono da Otty.
Problemas na manhã seguinte
“O corpo está a tentar reunir o máximo de informações possíveis do ambiente que pode não ser tão preto e branco depois de uma noite de bebedeira”, referem. Fica ainda mais um alerta. Pois é possível que na manhã seguinte tenhas dificuldade em concentrar-te no que tens para fazer. Até porque o cérebro estará a funcionar a uma velocidade mais lenta. Por isso, se queres dormir bem bebe com moderação.
21.10.21
fica a saber se é boa ideia tomares paracetamol depois de uma noite de copos
Foste sair com amigos e abusaste um pouco mais na bebida. Algo que se traduz numa irritante dor de cabeça. Se quando isto acontece optas por tomar paracetamol para reduzir a dor de cabeça fica desde já a saber que estás a fazer algo errado. Quem o defende são especialistas, especialmente se estivermos a falar de pessoas com insuficiência hepática ou hepatite viral. Pois é algo que poderá dar origem a efeitos secundários.
Por isso, tem sempre em mente que a mistura de bebidas alcoólicas com este medicamento é de evitar. “Devido à sua toxicidade hepática, está contraindicada para pessoas com insuficiência hepática ou hepatite viral”, explica Irene Suárez, especialista dos Serviços Técnicos do Conselho Geral de Farmacêuticos, em conversa com o jornal El Condifencial. “Embora em nenhum caso seja aconselhável misturar fármacos com álcool, no caso do paracetamol é especialmente importante evitar esta combinação, pois pode aumentar a toxicidade e o risco de sofrer danos hepáticos”, acrescenta. Salientando que depois do abuso de álcool, o fígado dá início a um processo de metabolismo das substâncias tóxicas para o organismo.
Ibuprofeno é a melhor opção
De acordo com Francisco Javier Otero Espinar, professor de Farmacologia na Universidade de Santiago de Compostela, a melhor opção é o ibuprofeno. Pois estamos a falar de um fármaco que pertence ao grupo dos anti-inflamatórios não esteroides. “O ibuprofeno não causa danos hepáticos, embora devido ao seu próprio mecanismo de ação anti-inflamatória possa afetar a mucosa gástrica e danificar a barreira protectora do estômago”, diz à mesma publicação. Mas “fá-lo-á em menor medida do que outros medicamentos do grupo anti-inflamatório”, conclui.
30.8.21
descobre quanto álcool deverás beber por semana para evitar um ataque cardíaco
De acordo com a ciência, aqueles que sofrem de alguma doença coronária podem ter no álcool um excelente aliado para que não venham a sofrer de problemas mais graves. Como é o caso de angina, AVC ou, no pior dos cenários, morte prematura. Esta é a conclusão de um estudo publicado na BMC Medicine e que teve especial destaque na CNN.
“Esta [descoberta] não é para a população em geral. O estudo aplica-se somente a pessoas que já tiveram algo relacionado com a saúde cardiovascular”, alerta a investigadora Emmanuela Gakidou. “O que descobriram é que se continuar a beber depois de um evento cardíaco, não é assim tão mau para a pessoa, contando que mantenha o consumo baixo”, acrescenta. A equipa de investigadores analisou os dados de mais de 14 mil pessoas que já tinham tido um ataque cardíaco, derrame ou angina. E que foram acompanhados durante um período de tempo que chegou aos vinte anos. Além disso, foram tidos em conta outros 12 estudos. O que resulta numa amostra (total) de mais de 48 mil pessoas.
“Esta [descoberta] não é para a população em geral”
A conclusão é a de que o consumo até 105 gramas de álcool por semana é algo que protege as pessoas que já tiveram problemas cardiovasculares. Isto em comparação com aqueles que não consomem bebidas alcoólicas. Este valor está ligeiramente abaixo daquele que a Organização Mundial de Saúde aconselha para homens e mulheres. Que se fica pelas 166 gramas semanais. “Se o seu principal risco de saúde é o cancro de qualquer tipo, então o nível mais seguro de bebida é provavelmente zero”, salienta Gakidou. “E se tem menos de 40 anos ou mais, o nível seguro de álcool ainda é zero, porque os adultos mais jovens morrem de lesões relacionadas ao álcool em todo o mundo”, conclui.
14.8.21
álcool é o factor principal para o aparecimento destes 7 tipos de cancro
O álcool é o principal responsável pelo aparecimento de sete cancros. Este é o resultado de um novo estudo que acaba de ser publicado na The Lancet Oncology. De acordo com o trabalho científico, o consumo de bebidas alcoólicas é directamente responsável pelo aparecimento destes sete cancros: esófago, garganta, laringe, cólon, reto, fígado e mama. O estudo que está a causar alarme foi realizado por uma equipa de investigadores de instituições de saúde mental e cancro nos Estados Unidos da América, Canadá, França e Nigéria.
De acordo com os investigadores, uma das formas de prevenir o cancro passa pelo consumo moderado de bebidas alcoólicas. Só que Harriet Rumgay, uma das autoras do estudo, muitos são aqueles que não têm noção da relação de causa e efeito entre a bebida e as doenças. “Menos de um em cada três americanos reconhece o álcool como causa de cancro”, explica à publicação. Realçando que, em 2020, o consumo de bebidas alcoólicas foi um dos fatores em 741.300 diagnósticos de cancro.
A grande maioria dos pacientes é do sexo masculino
O que significa que 4,1% dos diagnósticos mundiais dos referidos sete tipos de cancro em 2020 estão associados ao álcool. A grande maioria dos pacientes é do sexo masculino. Estou a falar de 568.700 homens. Ou seja, 77% do total de casos de cancro atribuídos ao consumo de bebidas alcoólicas. O principal cancro é o do esófago. Segue-se o do fígado e, em terceiro lugar, o cancro da mama feminino. Tudo isto leva a que seja reforçada a ideia de que deverá beber com moderação.
13.8.21
estudo revela que pessoas não sabem quantas calorias têm as bebidas alcoólicas
Vivemos tempos em que cada vez mais pessoas contam as calorias daquilo que comem. Aliás, há quem tenha na ponta da língua o número de calorias dos mais variados alimentos. Mas quando o tema é a bebida, tudo muda. Porque a maior parte das pessoas desconhece o número de calorias que se encontram nas bebidas alcoólicas. Isto de acordo com um estudo recente.
O estudo foi realizado no Reino Unido e os assustadores resultados levam a que muitos, como é referido no Daily Mirror, acreditem ser algo que contribui para o excesso de peso da população. Esta situação faz ainda com que esteja a ser debatida a possibilidade colocar o número de calorias nos rótulos de bebidas alcoólicas. Até porque os resultados mostram que menos de um quarto das pessoas inquiridas conseguem contar as calorias de meio litro de cerveja. E convém realçar que era considerada uma resposta certa caso existisse uma margem de erro de 50%.
Um copo de vinho de 175 ml tem 133 calorias
Se ficaste com curiosidade, podes ficar a saber que meio litro de cerveja com 5% de álcool tem 229 calorias. Somente menos 11 do que uma barra de chocolate Mars de 51 gramas. Por sua vez, um copo de vinho de 175 ml tem 133 calorias. O estudo foi realizado pela Alcohol Health Alliance e contou com 12.247 adultos. Destes, apenas 18% está a par da quantidade recomenda para a semana.
2.6.21
estudo revela que jovens se esquecem da contracepção quando estão bêbados
Um estudo revela que um quinto dos jovens adultos se esquece de usar contracepção quando tem sexo demasiado bêbado. Este é o grande destaque de um trabalho que contou com 1200 indivíduos, todos com idades compreendidas entre os 16 e os 25 anos. Os dados mostram ainda que 13% dos inquiridos assume que não se recorda de ter, ou não, usado proteção depois de uma noite de sexo regada com muito álcool.
Outros números dão a conhecer que 6% descobriu que engravidou depois de uma relação sexual mantida sob a influência de bebidas alcoólicas. Além disso, 4% revela que continuou a beber álcool depois de saber da gravidez. Estas percentagens parecem andar de mãos dadas com um menor conhecimento. Pois apenas 15% aprendeu na escola o risco do consumo deste tipo de bebidas durante a gravidez.
13% dos inquiridos não se recorda de ter usado contraceção quando estava bêbado
O inquérito, realizado no Reino Unido, dá também a conhecer a forma como o sexo ainda é encarado. Pois metade dos jovens adultos considera ser muito embaraçoso falar sobre coisas como sexo, sexualidade e consumo de bebidas alcoólicas durante a gravidez. Ou seja, quatro em cada dez recusa falar com os pais sobre estes temas. 33% considera não se sentir confortável para ter essa conversa. Por sua vez, 25% refere que não se fala sobre sexo na família e 24% não está confortável para dar a conhecer o que está a fazer.
29.5.21
fica a saber se podes consumir bebidas alcoólicas depois de seres vacinado contra a covid-19
Muito se tem falado sobre a vacinação contra a covid-19. Sendo que um dos temas que se tem discutido no panorama internacional é a possibilidade de consumir bebidas alcoólicas depois de ter levado a segunda dose da vacina, independentemente de ser da Pfizer ou da Moderna. Este tema levou a que o prestigiado The New York Times publicasse um artigo sobre bebidas alcoólicas depois da vacinação.
E não existe qualquer problema no consumo de bebidas alcoólicas. “Não existe qualquer evidência de que uma ou duas bebidas possam tornar a vacina menos eficaz. Alguns estudos até descobriram que a longo prazo, consumo reduzido ou moderado de álcool pode ajudar o sistema imunitário ao reduzir a inflamação”, pode ler-se. Ainda assim, é importante teres atenção ao que se segue.
Consumo excessivo pode ser perigoso
“Consumo pesado de bebidas alcoólicas, a longo prazo, pode suprimir o sistema imunitário e potencialmente interferir com a resposta da vacina”, explica um especialista. Ou seja, não deverás ficar preocupado caso mantenhas um consumo moderado de bebidas alcoólicas. Mesmo no período que se segue à vacinação. Os especialistas alertam que é importante ter atenção à moderação. Sendo também fundamental que te mantenhas hidratado.
23.5.21
estudo defende que ressacas ficam melhores com o passar dos anos
Ninguém aprecia os efeitos das ressacas que acontecem depois de uma noite em que o consumo de bebidas alcoólicas foi superior ao normal. E muitos são aqueles que defendem que quanto mais velhos ficam, pior são os efeitos que sentem. Agora, um novo estudo vem contrariar este modo de pensar, defendendo precisamente o contrário.
De acordo com o trabalho, as ressacas ficam menos graves à medida que vamos envelhecendo. Até porque a sensibilidade à dor também diminui. Este estudo, publicado no Alcohol and Alcoholism Journal, está a suscitar alguns debates pois muitos são aqueles que defendem ter ressacas muito piores do que quando tinham 18 anos. Os autores do estudo defendem que o aumentar das responsabilidades profissionais e familiares fazem com que os efeitos negativos da bebida sejam menores.
Estudo revela ainda que jovens bebem mais do que as pessoas mais velhas
“A gravidade da ressaca diminui com a idade, mesmo depois de controlar a quantidade de álcool consumida”, explicam os autores do estudo. Salientando que “as diferenças de sexo eram maiores nas faixas etárias mais jovens, mas tornaram-se significativamente menores ou inexistentes nas faixas etárias mais velhas”. O estudo, realizado pela Universidade de Utrecht, na Holanda, contou com 761 participantes, todos holandeses. Destes, 61% era do sexo feminino e todos tinham idades compreendidas entre os 18 e 94 anos.
Os especialistas acreditam que a explicação está na sensibilidade à dor, que vai diminuindo com o passar dos anos. O estudo permitiu descobrir ainda que os mais jovens estão a beber mais bebidas alcoólicas do que os mais velhos. E que os homens consomem, em média, mais do que as mulheres.
22.4.21
7 efeitos negativos e perigosos do consumo de bebidas alcoólicas
Aqueles que são apreciadores de bebidas alcoólicas gostam de beber a sua cerveja ou copo de vinho de forma ocasional. Mas a verdade é que não é necessário um grande consumo para que o álcool possa ter efeitos bastante negativos no corpo. Que são também perigosos para a sua saúde. Quem o alerta é o médico Donald A. Sanson, em conversa com o site Bustle. “O consumo de álcool não promove uma saúde melhor, mas tem muitos impactos negativos sobre a saúde”, diz. Partilhando aqueles que são sete efeitos do consumo de bebidas alcoólicas.
1 – Mal ao fígado
Beber de forma regular impede que o fígado processe tudo de forma normal. Em casos mais graves poderá levar à cirrose.
2 – Enfraquece sistema imunológico
O consumo de bebidas alcoólicas pode afectar a reacção do sistema imunológico, fazendo com que fiques mais vulnerável a vírus e infeções.
3 – Pior qualidade de sono
O álcool tem um efeito negativo no ciclo natural do sono. Por isso é que acordas durante a noite e te sentes mais cansado no dia seguinte.
4 – Impacto no intestino
Beber durante muito tempo pode originar uma gastrite relacionada com o álcool. Trata-se de uma inflamação do revestimento do estômago. E é por isto que as pessoas tendem a vomitar no dia seguinte ou quando bebem em demasia. Com o passar do tempo pode complicar a absorção dos nutrientes dos alimentos.
5 – Ossos mais fracos
Segundo o Instituto Nacional de Abuso de Álcool e Alcoolismo, o consumo excessivo de álcool pode complicar a reposição do tecido ósseo. O que faz com que os ossos fiquem mais fracos com o passar do tempo, complicando assim a cicatrização.
6 – Perigo quando misturado com medicamentos
O consumo de bebidas alcoólicas enquanto estás a tomar medicamentos é algo perigoso. O efeito do medicamento poderá ser afectado de forma negativa. Levando também ao aumento da frequência cardíaca e tonturas.
7 – Aumenta risco de cancro
“O álcool contribui para dezenas de tipos de cancro”, explica o médico. No caso das mulheres, pode levar ao desenvolvimento do cancro da mama, boca e garganta.