14.6.22
acordar com erecção matinal protege homens da doença mais mortífera de portugal
31.3.22
mau hálito pode ser o ponto de partida para a disfunção eréctil e doenças mortais
“O início da disfunção erétil pode ser um sinal de alerta de condições cardiovasculares potencialmente mais graves”
21.11.21
descobre o hábito que antecipa o risco de sofreres um avc
A incidência de um acidente vascular cerebral (AVC) ou derrame é mais comum entre aqueles que são consumidores dos cigarros tradicionais. Ainda assim, existe um dado que deve ser tido em conta por todos aqueles preferem os cigarros eletrónicos. Isto porque um novo estudo, publicado na revista Galileu, defende que aqueles que optam por estes cigarros têm uma probabilidade 15% maior de ter um AVC muito mais cedo do que aqueles que fumam cigarros tradicionais.
Esta é a principal conclusão de um estudo que será dado a conhecer num evento virtual da Associação Americana do Coração. “O público tem de saber que a segurança dos cigarros eletrónicos não foi comprovada como segura e não deve ser considerada uma alternativa ao tabagismo tradicional”, realça Urvish K. Patel, um dos autores da pesquisa. E diretor do departamento de saúde pública e neurologia da Escola de Medicina Icahn, em Mount Sinai, Estados Unidos da América.
“O público tem de saber que a segurança dos cigarros eletrónicos não foi comprovada como segura”
De acordo com os investigadores os utilizadores de cigarros eletrónicos revelam uma probabilidade de ocorrência de AVC, em média, aos 48 anos. Sendo que aqueles que optam por cigarros tradicionais costumam lidar com o mesmo problema por volta dos 59 anos. Aqueles que gostam das duas opções revelam um risco mais elevado de contrair a condição aos 50 anos. Esta conclusão resulta do estudo de dados de 79.825 adultos com um historial de derrame e consumidores de cigarros tradicionais, elétricos ou ambos.
23.9.21
este é o motivo para acabares com uma vida sedentária
Tens por hábito passar muito tempo a ver televisão, ler, jogar videojogos, estar no computador ou a mexer no telemóvel? Se respondeste que sim a tudo e levas uma vida bastante sedentária, chegou o momento de mudares o estilo de vida. O conselho chega através de um estudo publicado no jornal científico Stroke.
O trabalho, realizado pela Universidade de Calgary, no Canadá, revela que o sedentarismo aumenta bastante o risco de vires a sofrer um acidente vascular cerebral (AVC). Os investigadores chegaram a esta conclusão depois de analisarem a saúde e estilo de vida de 143 mil cidadãos canadianos. Todos sem historial de AVC, doenças cardiovasculares ou cancro. Adultos com menos de 60 anos, que passam oito ou mais horas por dia entregues a actividades sedentárias, revelam um risco sete vezes maior de sofrer um AVC.
Tempo de sedentarismo foi, em média, de quatro horas
O estudo mostrou ainda que o tempo de sedentarismo foi, em média, de quatro horas por dia. Isto em adultos com menos de 60 horas. “As pessoas devem estar cientes de que comportamentos sedentários podem ter efeitos adversos na saúde”, explica Raed Joundi, mentor do estudo, ao site da Associação Americana do Coração.
30.8.21
descobre quanto álcool deverás beber por semana para evitar um ataque cardíaco
De acordo com a ciência, aqueles que sofrem de alguma doença coronária podem ter no álcool um excelente aliado para que não venham a sofrer de problemas mais graves. Como é o caso de angina, AVC ou, no pior dos cenários, morte prematura. Esta é a conclusão de um estudo publicado na BMC Medicine e que teve especial destaque na CNN.
“Esta [descoberta] não é para a população em geral. O estudo aplica-se somente a pessoas que já tiveram algo relacionado com a saúde cardiovascular”, alerta a investigadora Emmanuela Gakidou. “O que descobriram é que se continuar a beber depois de um evento cardíaco, não é assim tão mau para a pessoa, contando que mantenha o consumo baixo”, acrescenta. A equipa de investigadores analisou os dados de mais de 14 mil pessoas que já tinham tido um ataque cardíaco, derrame ou angina. E que foram acompanhados durante um período de tempo que chegou aos vinte anos. Além disso, foram tidos em conta outros 12 estudos. O que resulta numa amostra (total) de mais de 48 mil pessoas.
“Esta [descoberta] não é para a população em geral”
A conclusão é a de que o consumo até 105 gramas de álcool por semana é algo que protege as pessoas que já tiveram problemas cardiovasculares. Isto em comparação com aqueles que não consomem bebidas alcoólicas. Este valor está ligeiramente abaixo daquele que a Organização Mundial de Saúde aconselha para homens e mulheres. Que se fica pelas 166 gramas semanais. “Se o seu principal risco de saúde é o cancro de qualquer tipo, então o nível mais seguro de bebida é provavelmente zero”, salienta Gakidou. “E se tem menos de 40 anos ou mais, o nível seguro de álcool ainda é zero, porque os adultos mais jovens morrem de lesões relacionadas ao álcool em todo o mundo”, conclui.