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4.6.19

421 mil espécies de bactérias?!?

Quando li uma notícia da qual vou falar, recordei-me imediatamente dos meus vizinhos chineses. Que tinham o hábito de deixar o calçado à porta de casa. Recordo-me de uma altura em que tinham obras em casa e que os responsáveis tinham que fazer o mesmo antes de entrar em casa. Pois bem, de acordo com a tradição que chega do Oriente, devemos fazer isto para que a sujidade da rua e as más energias não entrem na nossa casa.

Se achas apenas piada a esta tradição, talvez leves mais a sério a ciência. Que refere que quando entramos calçados em casa, estamos a levar connosco 421 mil espécies de bactérias diferentes. Todas presentes na sola do calçado. Os investigadores norte-americanos encontraram todas estas bactérias em 96% das solas usadas no teste. Entre as que são destacadas, estão as que provocam infecções urinárias, respiratórias e até a E.Coli, que pode dar origem a graves problemas digestivos, entre outras coisas.

Os investigadores salientam ainda que 90 a 99% das bactérias são transferidas das solas para o chão da casa. E avançam com duas soluções. A primeira passa por lavar as solas com detergente assim que chegamos a casa. A outra, e foi aqui que me recordei dos meus vizinhos, passa por deixar o calçado fora de casa. Quanto a mim, ainda estou parvo com o número. 421 mil espécies!!!

16.5.19

para os portugueses, sexo na internet rima com videochamada

Ainda sou do tempo dos 12893423904890123890 anúncios das linhas telefónicas de valor acrescentado para que muitas pessoas ligavam para ouvir gravações de sons sexuais. Isso ou para participar num jogo de intimidades com desconhecidos. Isto já passou de moda e nova tendência é outra.

A Flame Love Shop realizou um estudo que dá a conhecer que 65% dos inquiridos já experimentou relações íntimas virtuais. Ou não estivéssemos nós numa era em que o virtual ganha destaque. Sendo que 70% das pessoas que participaram no estudo assume ter obtido uma sensação real neste tipo de experiência. Outra nota de destaque vai para os 40% que assume já ter praticado sexo virtual mais de dez vezes.

Entre as preferências está a videochamada. Algo que assumo não me surpreender. Quer seja entre casais e entre pessoas que recorrem a este tipo de jogo sexual com desconhecidos. Seguem-se as mensagens sexuais, sendo que o pódio termina com uma viagem ou passado. Ou seja, com gravações ou chamadas de voz.

O estudo/questionário tem ainda outros dados interessantes, que servem para uma boa discussão. 40% dos inquiridos assume que este tipo de comportamento não representa uma traição. Sendo que, dos que assumem já ter tido experiências deste género, 45% dizem tê-lo feito com o(a) parceiro(a). 23% dizem que foi com um(a) amigo(a), 19% com um(a) desconhecido(a) e 5% com um(a) amante.