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19.4.23

mamas são chupetas. a sério?

Diz um estudo que, em Portugal, se chama chupetas às mamas das mulheres. A sério? Alguém se identifica com isto?

 

19.7.22

ciência revela posição sexual que garante orgasmos femininos alucinantes

É um facto que nem todas as mulheres conseguem atingir o orgasmo durante o sexo com a penetração. Sendo que existem diversos motivos que podem ajudar a explicar este cenário. Só que agora existe uma posição sexual que promete algo novo para as mulheres. Quem o garante é a ciência, que avança mesmo com orgasmos alucinantes para elas.

Antes de avançar para a posição sexual, dou conta de outros estudos realizados no passado. Que revelaram que os homens têm mais orgasmos do que as mulheres com quem têm relações sexuais. Um dos trabalhos, realizado com 800 estudantes, revela que as mulheres têm orgasmos em 39% das vezes. Isto em comparação com os 91% dos homens.

Posições sexuais em que o casal está cara a cara foram as mais eficazes para estimular o fluxo sanguíneo do clítoris

Agora, o estudo da clínica New H Medical, situada em Nova Iorque, Estados Unidos da América, monitorizou o fluxo sanguíneo para o clítoris durante as posições sexuais clássicas. Sendo que este detalhe é fundamental para a ocorrência de um orgasmo. As posições experimentadas foram cowgirl, lótus, missionário (com e sem almofada) e a famosa doggy style (de quatro).

Pois bem, os resultados mostram que a melhor maneira de fazer o sangue fluir para o clítoris era na posição sexual missionário. Isto quando os quadris da mulher estão apoiados numa almofada. É ainda salientado que as posições sexuais em que o casal está cara a cara foram as mais eficazes para estimular o fluxo sanguíneo do clítoris.

7.3.22

estudo revela que vivemos 15 segundos no passado

Existem frases que já quase todos ouvimos em algum momento da nossa vida. “Parece que vives no passado” é uma delas. Até que aparece um estudo que vem defender isto. É que afinal todos vivemos no passado. Mais especificamente 15 segundos. Este é o resultado de um estudo realizado por uma equipa de investigadores da Universidade de Califórnia-Berkeley, situada nos Estados Unidos da América.

Os autores do trabalho referem que o cérebro humano mostra imagens de 15 segundos no passado, em vez de tentar actualizar a visão em tempo real. Ou seja, o cérebro está sempre a enviar novos estímulos visuais. Só que, para manter a ordem em tudo aquilo que os olhos estão a captar a cada segundo, o cérebro apresenta uma imagem de 15 segundos antes. Esta é a conclusão do estudo.

“Se os cérebros estivessem sempre a actualizar-se em tempo real, o mundo seria um lugar agitado”

Tudo isto está relacionado com aquilo a que os cientistas se referem como “campo de continuidade” da mente. Esta é uma função de percepção em que o cérebro se funde com aquilo que os olhos observam. De modo que exista uma sensação de estabilidade. Os investigadores salientam que sem isto o mundo seria uma verdadeira confusão para os olhos. “Se os cérebros estivessem sempre a actualizar-se em tempo real, o mundo seria um lugar agitado com constantes flutuações de sombra, luz e movimento. Como se estivéssemos a alucinar o tempo todo”, explica o mentor do estudo David Whitney, num comunicado divulgado pelo estabelecimento de ensino.

“O nosso cérebro é como uma máquina do tempo. Continua a enviar-nos de volta no tempo. É como se tivéssemos uma aplicação que consolida a nossa entrada visual a cada 15 segundos numa impressão para que possamos lidar com a vida quotidiana”, acrescenta Mauro Manassi, autor principal do estudo.

Viver no passado nem sempre é bom

Se esta situação tem várias vantagens, tem também um lado menos positivo. “O atraso é ótimo para evitar que nos sintamos bombardeados por informações visuais no dia a dia. Mas também pode resultar em consequências de vida ou morte quando a precisão cirúrgica e necessária”, realça o autor principal do trabalho. “Por exemplo, os radiologistas fazem a triagem de tumores e os cirurgiões precisam de ser capazes de ver o que está à sua frente em tempo real. Se os cérebros forem tendenciosos para o que viram há menos de um minuto, eles podem perder alguma coisa”, acrescenta.

28.2.22

estudo revela que pessoas usam palavras que desconhecem para parecerem mais inteligentes

Existe a ideia de que a utilização de um vocabulário complexo é algo que ajuda a que a pessoa pareça bastante inteligente aos olhos dos outros. Algo que fica evidente olhando para os números do estudo encomendado pela Preply e que contou com mais de 1.900 pessoas. Uma das conclusões é a de que 56% das pessoas assume que alguém que utilize um vocabulário complexo é bastante inteligente.

Sendo que 78% dos inquiridos defende que usar palavras grandes faz com que as pessoas ainda pareçam mais inteligentes do que aquilo que realmente são. “Ter um grande vocabulário pode ser importante de várias maneiras. Por exemplo, pode fazer com que as pessoas queiram prestar atenção porque respeitam a sua inteligência. Por outro, pode permitir que alcance mais pessoas. Se conhece os termos que os fãs de desporto, polícias e técnicos de informática costumam utilizar, pode comunicar efetivamente com os três grupos”, refere Matt Zajechowski, da Preply, através de comunicado.

Pessoas com vocabulário complexo tendem a usar palavras simples

Se queres soar mais inteligente, estas são as palavras que têm especial destaque no estudo. São elas: articular, elogio, brevidade, anomalia e adulação. Só que estudo tem um pequeno senão. É que 58% das pessoas usam palavras cujo significado desconhecem só para parecerem mais inteligentes. Além da recomendação de que descubras o significado das palavras que pretendes utilizar numa conversa, existe ainda outra ressalva. É que 43% dos entrevistados acreditam que aqueles que usam uma linguagem excessivamente complexa só o fazem para parecer mais inteligentes do que são. O estudo revela também que as pessoas que têm um vocabulário naturalmente complexo tendem a usar palavras mais simples nas suas conversas.

Problemas para a relação

É também analisado o impacto do vocabulário complexo nas relações. Isto porque 63% dos inquiridos assumem que recorrem a palavras complexas para impressionarem alguém que querem conquistar. Por outro lado, 46% defendem que usar desnecessariamente palavras grandes é meio caminho andado para acabar a relação.

18.10.21

medo de contrair covid-19 melhora vida sexual dos casais

A pandemia mundial de coronavírus levou a que pessoas de todo o mundo tivessem de alterar os hábitos de vida. Algo que implica mudanças nas mais diversas áreas. O sexo não escapou a estas alterações e diversos estudos salientam que a covid-19 levou a uma pior vida sexual. Agora, um novo estudo vem defender o oposto. Salientando que o medo da doença levou a que a vida sexual de muitas pessoas ficasse melhor. 

Trata-se de um trabalho realizado pela Universidade de Lisboa em parceria com o Instituto Kinsey, situado nos Estados Unidos da América, e publicado no The Journal of Sex. Foram analisados 303 casais e a conclusão foi a de que as alterações no estilo de vida, provocadas pela pandemia, estavam relacionadas com um desejo sexual positivo. O que significa que aqueles que tinham receio de contrair a doença passaram a ter uma melhor qualidade de vida. Realce para o facto de que todas as pessoas que participaram no estudo revelavam um elevado receio de ficarem infectados com covid-19. 

Mensagem oposta a estudos diferentes

O estudo menciona que para os participantes do estudo o desejo estava ligado a mudanças positivas na vida sexual e ao aumento da vontade de passar mais tempo com a outra pessoa. Por outras palavras, situações de stress podem levar a que as pessoas enfrentem a própria mortalidade e aumentar o desejo sexual. Este estudo vem defender completamente o oposto de estudos anteriores. Que salientavam a deterioração da vida sexual dos casais depois da pandemia.

3.9.21

fica a saber por que dormir mais à noite nem sempre é a melhor opção

Existem pessoas que adoram dormir e que defendem precisar de muitas horas de sono para estar no seu melhor. Mas a ciência não é da mesma opinião. De acordo com um novo estudo, publicado no The Quarterly Journal of Economics e citado pelo Science Alert, esta não é sempre a melhor opção. Para chegar a esta conclusão foi realizado um trabalho com 452 trabalhadores de baixo rendimento económico. A experiência durou um mês e todos os participantes eram de Chennai, na Índia.  

De acordo com o estudo, é melhor dormir uma sesta à tarde. Isto com comparação com o acrescento de uma hora de sono à noite. Algo que ficou evidente naqueles que revelaram um sono noturno com muitas perturbações. Os dados foram recolhidos com recurso a sensores de movimentos vestíveis. Que conseguem monitorizar ciclos de sono. 

 

Estudos futuros devem centrar-se na qualidade do sono 

 

Com estes dados a equipa de investigadores conseguiu fazer com que os indivíduos conseguissem dormir, em média, quase meia hora a mais durante a noite. O que acabou por não se traduzir em benefícios para a saúde. “Para nossa surpresa, essas intervenções de sono noturno não tiveram nenhum efeito positivo em nenhum dos resultados que medimos”, explica Frank Schilbach, um dos mentores do trabalho. Os resultados medidos eram: cognição, produtividade, tomada de decisão e bem-estar. 

 

De acordo com a equipa que realizou o estudo, trabalhos futuros devem estar focados na qualidade do sono em detrimento da duração. Sendo que factores psicológicos, como é o caso do stress e preocupação - comum em famílias com rendimentos mais baixos, também devem ser tidos em conta.

21.8.21

estudo revela por que as pessoas se sentem sonolentas depois das 18 horas

Dás por ti a ficar sonolento depois de um dia de trabalho? Se respondeste que sim, fica a saber que não estás sozinho. Um novo estudo vem revelar que as pessoas estão a lutar para se manterem acordadas depois das 18 horas. O trabalho, que contou com pessoas britânicas, aponta ainda os motivos para que este cenário seja uma realidade. E tudo está relacionado com o tempo passado a olhar para o computador. 

O primeiro destaque vai para a quantidade de horas diárias que as pessoas passam, em média, a olhar para um ecrã de computador, televisão ou gadget. E estou a falar de seis horas por dia. 73% dos 2.000 adultos inquiridos assumem que não se imaginam a passar um dia sem olhar para um ecrã. O estudo mostra ainda que o teletrabalho faz com que as pessoas não tenham tantas interrupções (como nos locais de trabalho), o que significa que não existem tantas pausas. 

 

Recomendadas mais pausas 

 

O trabalho, realizado pela Artelac, mostra também que 41% dos adultos tiveram olhos secos de forma mais frequente ao longo dos últimos 15 meses. 34% referem que criaram um horário para que deixem de olhar para ecrãs. E a hora escolhida é, em média, as 20h54. Tudo isto leva a que os profissionais estejam a ser aconselhados a fazerem mais pausas quando estão em frente ao computador.

22.7.21

estas são as mulheres que mais traem os maridos

Um novo estudo vem revelar quais são as mulheres que mais tendem a trair os maridos. E a explicação está nos seios e no tamanho dos mesmos. E, defende o trabalho, são as mulheres com os seios mais pequenos que acabam por mais trair os maridos. O estudo foi realizado pelo IllicitEncounters.com, um site para pessoas casadas que procuram uma relação extraconjugal.  

O trabalho contou com 800 das mulheres que estão inscritas no site. O objetivo passava por descobrir alguns dados relacionadas com a infidelidade e também com o tamanho do peito das mulheres. O resultado foi o de que mais de metade das mulheres (52%) que têm casos extraconjugais têm um busto entre a copa AA e C. 

 

Lingerie sexy para usar com os amantes 

 

Estes dados mostram que estas mulheres têm uma maior tendência, em comparação com aquelas que têm o peito maior, para trair os maridos. O estudo revela ainda que os homens devem preocupar-se caso as mulheres estejam a comprar mais lingerie sexy. Pois apenas 11% compra esse tipo de roupa interior para usar com os maridos. Enquanto 73% fazem-no para o amante.

8.7.21

sstudo dá a conhecer o maior turn-off na hora do sexo

Todas as pessoas têm aquele que consideram ser o maior turn-off na hora do sexo. Agora, um novo estudo vem dá a conhecer aquele que é o maior de todos. Sendo que o trabalho, realizado no Reino Unido, mostra ainda que perto de metade dos britânicos não o revela à cara metade. Pois bem, vou directo ao assunto. 45% dos britânicos entende que falar sobre sexo é muito estranho. 

 

Sendo que o trabalho mostra ainda que uma em cada dez pessoas diz que é algo que acontece sempre que estão prestes a ter sexo. Por sua vez, 23% diz que acabar muito depressa é um verdadeiro desmancha prazeres. Existem ainda outros dados a ter em conta num estudo levado a cabo pela Paired, uma aplicação de relacionamentos. 

 

19% dos inquiridos gostaria de fazer sexo ao ar livre 

 

31% dos inquiridos não acha piada a que a outra pessoa recorra a palavrões durante o sexo. Por sua vez, 9% gostava que a cara metade fosse mais vocal durante o sexo. É também de destacar o facto de muitas pessoas revelarem receio em dar a conhecer as suas fantasias e desejos. Nesta área, 23% gostaria de utilizar brinquedos sexuais enquanto outros tantos queriam que tudo fosse mais lento. 19% gostaria de sugerir fazer sexo num lugar ao ar livre. O trabalho contou com 2000 pessoas. 

6.7.21

descobre aquilo que pode estar a destruir a tua vida sexual

De acordo com alguns estudos, as pessoas passam, em média, três horas e 15 minutos por dia a mexer no telemóvel. O que significa que são 22 horas e 45 minutos ao longo da semana. Por outro lado, existem trabalhos que revelam que os casais estão a fazer sexo uma ou duas vezes por semana. E que a relação sexual tem uma duração média de cinco minutos. O que se significa que são 10 minutos por semana. Juntando as duas coisas, a primeira pode estar a estragar a tua vida sexual.  

Um trabalho recente, realizado pela Durham University, situada no Reino Unido, analisou a vida de 30 casais e a forma como os telemóveis têm influência nas suas vidas sexuais. 40% dos inquiridos assume que adiou o sexo para passar tempo a mexer no smartphone ou tablets. Por sua vez, existem os que referem que despacharam o sexo para ir ver as redes sociais ou responder a mensagens. 

 

Casais que têm televisão no quarto fazem menos sexo 

 

E os dados preocupantes não se ficam por aqui. Um terço dos entrevistados admite interromper o sexo para atender uma chamada telefónica. Já um outro trabalho, que contou com quatro milhões de entrevistados, descobriu que casais que têm televisão no quarto têm, em média, menos sexo (6%) do que aqueles que não têm televisão no quarto. Tudo isto leva a que muitos especialistas aconselhem a que os casais não levem os telemóveis para o quarto.

28.6.21

pessoas casadas revelam o motivo que as leva a trair

Afinal, qual é o motivo que leva as pessoas casadas a trair? Esta foi a questão que deu origem a um novo estudo. Assim, os pesquisadores do Ashley Madison, site especializado em relações extraconjugais, questionaram 2.800 utilizadores, de modo a perceber por que são infiéis. O motivo principal está relacionado com o sexo. Ou melhor, com a falta dele.  

De acordo com o estudo, a falta de sexo em casa é o principal motivo para a infidelidade. Existem mesmo relatos de pessoas que estão há mais de dez anos sem fazer sexo com a pessoa com quem têm uma relação. Por sua vez, 30% diz ter passado entre cinco a dez anos sem ter relações sexuais com os cônjuges. “Ouvimos diversas vezes dos nossos membros que uma motivação importante para a decisão de trair é uma vida sexual conjugal insatisfatória”, explica Paul Keable, diretor de estratégia do Ashley Madison. 

 

Algumas pessoas dizem não fazer sexo com os cônjuges há mais de dez anos 

 

Existem também outros dados a ter em conta. Ficou evidente de que as pessoas casadas têm frequentemente uma falta de ligação, quando o tema são as necessidades sexuais, com os cônjuges. 55% revela que a outra pessoa não quer experimentar coisas novas na cama. 52% destaca a falta de paixão. 50% realça a falta de variedade e outros 50% lamenta a falta de frequência sexual. Os infiéis dizem ainda que o sexo extraconjugal é uma forma de descobrirem algo mais sobre si. 24% diz ter ficado a saber que a libido estava mais alta do que imaginava. Já 21% pensava ter uma aversão ao sexo em geral, mas descobriu que é uma aversão ao sexo com o cônjuge.

25.6.21

homens que bebem esta cerveja específica tendem a ser infiéis

Diz-me que cerveja bebes, dir-te-ei se és infiel. Fui eu que acabei de inventar este ditado. Algo que surge como consequência de um estudo que dá a conhecer aquela que é a cerveja preferida das pessoas que mantêm casos extraconjugais. Como ponto de partida, posso dizer que as cervejas portuguesas estão excluídas desta lista. O mesmo já não se pode dizer daquelas que chegam da Bélgica. 

Segundo um estudo do site Illicitencounters, especializado em casos extraconjugais, a cerveja belga é a preferida dos infiéis. À boleia do Dia Nacional da Cerveja, o site questionou mil homens sobre os seus hábitos, no que à cerveja diz respeito. Sendo que todos fazem parte dos utilizadores do site. A cerveja que mais se destacou foi a Stella Artois. E se já referi que as portuguesas não foram mencionadas – o site é muito popular no Reino Unido – existem muitas opções, também elas populares em Portugal, na lista de preferidas. 

 

Estas são as 10 cervejas preferidas pelos infiéis 

 

10 – Leffe (Bélgica) 1% 

9 – Cidra Thatchers (Inglaterra) 2% 

8 – Becks (Alemanha) 5% 

7 – Hoegaarden (Bélgica) 4% 

6 – Kronenbourg (França) 7% 

5 – Peroni (Itália) 9% 

4 – Carlsberg (Dinamarca) 12% 

3 – Amstel (Holanda) 15% 

2 – Heineken (Holanda) 16% 

1 – Stella Artois (Bélgica) 18%