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28.2.22

estudo revela que pessoas usam palavras que desconhecem para parecerem mais inteligentes

Existe a ideia de que a utilização de um vocabulário complexo é algo que ajuda a que a pessoa pareça bastante inteligente aos olhos dos outros. Algo que fica evidente olhando para os números do estudo encomendado pela Preply e que contou com mais de 1.900 pessoas. Uma das conclusões é a de que 56% das pessoas assume que alguém que utilize um vocabulário complexo é bastante inteligente.

Sendo que 78% dos inquiridos defende que usar palavras grandes faz com que as pessoas ainda pareçam mais inteligentes do que aquilo que realmente são. “Ter um grande vocabulário pode ser importante de várias maneiras. Por exemplo, pode fazer com que as pessoas queiram prestar atenção porque respeitam a sua inteligência. Por outro, pode permitir que alcance mais pessoas. Se conhece os termos que os fãs de desporto, polícias e técnicos de informática costumam utilizar, pode comunicar efetivamente com os três grupos”, refere Matt Zajechowski, da Preply, através de comunicado.

Pessoas com vocabulário complexo tendem a usar palavras simples

Se queres soar mais inteligente, estas são as palavras que têm especial destaque no estudo. São elas: articular, elogio, brevidade, anomalia e adulação. Só que estudo tem um pequeno senão. É que 58% das pessoas usam palavras cujo significado desconhecem só para parecerem mais inteligentes. Além da recomendação de que descubras o significado das palavras que pretendes utilizar numa conversa, existe ainda outra ressalva. É que 43% dos entrevistados acreditam que aqueles que usam uma linguagem excessivamente complexa só o fazem para parecer mais inteligentes do que são. O estudo revela também que as pessoas que têm um vocabulário naturalmente complexo tendem a usar palavras mais simples nas suas conversas.

Problemas para a relação

É também analisado o impacto do vocabulário complexo nas relações. Isto porque 63% dos inquiridos assumem que recorrem a palavras complexas para impressionarem alguém que querem conquistar. Por outro lado, 46% defendem que usar desnecessariamente palavras grandes é meio caminho andado para acabar a relação.

5.9.21

descobre o que pode acontecer à tua inteligência depois de contraires covid-19

Se fazes parte do grupo de pessoas que já estiveram infetadas com covid-19, existem sintomas com que poderás lidar depois de a doença estar debelada. Falo de fadiga contínua, problemas respiratórios, dores musculares e também palpitações cardíacas. Agora, um estudo recente publicado no The Lancet vem avançar com outro dado.  

O estudo analisou a inteligência de mais de 81.300 pessoas, com uma idade média de 46 anos. Esta análise prolongou-se de Janeiro a Dezembro de 2020. Entre os participantes existiam quase 13 mil que tinham sido infectados com o novo coronavírus. Destes, 5% realçava os sintomas persistentes. Todos os participantes realizaram um exame que estuda detalhes como memória, raciocínio, capacidade de planeamento e resolução de problemas. 

 

Sintoma pode durar vários anos 

 

A conclusão foi a de que as pessoas que tinham sido infectadas com o novo coronavírus eram as que apresentavam maiores dificuldades em executar as tarefas a estudo. Isto em comparação com aqueles que não tiveram a doença. Sendo que aquelas que tiveram hospitalizadas e ventiladas tinham ainda pontuações mais baixas. O que mostra que a covid-19 pode ter um impacto na inteligência. Os investigadores referem ainda que é um sintoma que poderá prolongar-se durante anos.

27.7.20

queres ser mais inteligente? a resposta está no sexo

Vamos partir do princípio que as pessoas não precisam de incentivos para ter relações sexuais. Ainda assim, todos os motivos são bons para uma maior frequência de relações sexuais. Aquele de que irei falar chega da Coventry University, situada no Reino Unido.

Foi lá que um grupo de investigadores realizou um estudo que revela que uma maior frequência de relações sexuais leva a que as pessoas fiquem mais inteligentes. Foram testadas 73 pessoas e aquelas que tinham relações sexuais pelo menos uma vez por semana, foram as que tiveram melhores resultados nos testes cognitivos. Ou seja, tinham uma melhor potência cerebral.

De acordo com os cientistas, tudo isto pode ser explicado pelo facto de que quanto mais sexo fazemos, mais dopamina é produzida pelo nosso cérebro. Trata-se de um neurotransmissor relevante para as funções cognitivas. Além disso, o sexo é uma actividade social, física e mental, que protege os nossos neurónios à medida que vamos envelhecendo.