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11.7.22

richard mille e ferrari criam o relógio mais fino do mundo e não é nada barato

Durou pouco mais de três meses o recorde de relógio mais fino do mundo, que pertencia à Bulgari. Agora, a parceria entre Richard Mille e a Ferrari é a nova detentora do recorde de relógio mais fino do mundo. O RM UP-01 Ferrari tem apenas 1,75 mm de profundidade, retirando 0,05 mm ao anterior recorde.

O calibre do RM UP-01 é totalmente montado dentro da caixa e os recursos de cronometragem incluem horas, minutos, segundos e um interruptor de função accionado por uma coroa. Tem ainda uma resistência à água até 10 metros de profundidade e suporta 5.000 Gs de aceleração.

Quanto ao preço, custa qualquer coisa como 1,85 milhões de euros. O que significa que este acessório é praticamente mais caro do que a maioria dos carros da luxuosa marca italiana. E é bem provável que o preço venha a aumentar pois estamos a falar de um modelo de edição limitada.

5.7.22

este ferrari é o carro mais caro vendido online

Quando falamos de carros e de vendas online necessitamos obrigatoriamente de falar da Ferrari. Isto porque a marca de luxo vende como ninguém no que aos milhões por unidade diz respeito. O recorde tinha sido alcançado com a venda de um Enzo de 2003. Este Ferrari foi vendido por 2,5 milhões de euros em 2020, alcançado um novo máximo nas vendas online.

Meses depois era vendido um Ferrari 550 GT1 Prodrive, de 2001, por uma verba a rondar os 4,1 milhões de euros. Agora, um Ferrari LaFerrari Aperta de 2017 trocou de dono por uns impressionantes 5,1 milhões de euros.

A novidade é que os dois primeiros foram comercializados através da leiloeira RM Sotheby’s enquanto o novo recordista foi vendido através do Bring a Trailer, um serviço de vendas de carros de coleccionador que começou por ser um simples blogue em 2007. Este site tem vindo a conquistar muitos fãs pois a taxa de venda fica pelos 5% do valor final em vez dos tradicionais 10% na maioria das casas de leilões.

12.6.22

milan red custa dois milhões e quer meter a bugatti, ferrari e lamborghini em sentido

É pequena na dimensão mas gigante na ambição. Assim é a austríaca Milan Automotive que tem como sonho conquistar o espaço de grandes nomes como Bugatti, Ferrari, Lamborghini e Koenigsegg. E para isso lançou o Milan Red, um hiperdesportivo que custa qualquer coisa como 2 milhões de euros.

Numa primeira análise é impossível não ficar fascinado com o design de Red. Mas as linhas quase passam para segundo plano quando percebemos que está equipado com um motor V8 de 6.2 litros que debita uns poderosíssimos 1325 cv de potência e 1400 Nm de binário máximo. A potência chega às rodas traseiras através de uma caixa automática de dupla embraiagem de sete velocidades.

O Milan Red atinge os 400 km/h

A fabricante diz que o Red vai dos 0 aos 100 km/h em apenas 2.47 segundos, dos 0 aos 200 km/h em 5.46 segundos e dos 0 aos 300 km/h em 9.98 segundos. A Milan Automotive garante ainda que o Red chega aos 400 km/h e que gera acelerações laterais de 2.6 G. Quanto a medidas, tem 4,741 mm de comprimento, 1,197 mm de altura e 2,156 mm de largura. Já a distância entre eixos é de 2,750 mm e tem um peso de 1300 quilos.

O Red vem equipado com uns travões Brembo e a asa traseira hidráulica consegue gerar uma carga descendente que é fundamental para que esta “bomba” fique junto ao chão, ajudando ainda no momento da travagem. Só existem 99 unidades e o preço tem início nos 2 milhões de euros, valor que sobe consoante os desejos de personalização dos clientes.

13.11.20

gerhard berger diz que ferrari não vence com equipa totalmente italiana

Gerhard Berger fica para a história com um dos grandes pilotos da sua geração. O antigo piloto austríaco, de 61 anos, destacou-se por ser companheiro de equipa do falecido Ayrton Senna na McLaren. E também pelas duas passagens pela Ferrari: entre 1987 e 1989 e de 1993 a 1995. Agora, em conversa com o podcast MotorsportMagazine, o antigo piloto recordou a forma como é vivido o patriotismo na equipa.  

“Quando estive lá, o grande desejo da Ferrari como equipa italiana é sempre tentar ganhar campeonatos como equipa italiana, todos italianos e com desempenho totalmente italiano”, refere. “Eu digo hoje, não é possível. A Fórmula 1 é muito complicada, tão alto nível, que precisas dos melhores do mundo, onde quer que os encontres, não importa a nacionalidade. No final do dia, o campeonato vai voltar para Itália de qualquer maneira”, acrescenta. 

 

De forma a sustentar a sua opinião, Gerhard Berger recorda a última era dourada da escuderia italiana. “Quando olhas para trás, para Schumacher, o melhor era Ross Brawn no seu segmento”, conta. “Ele é inglês. O melhor foi Jean Todt na política e como chefe de equipa. Ele é francês. O melhor na aerodinâmica é Rory Byrne, sul-africano. O melhor piloto da época era Michael Schumacher. Ele é alemão”, prossegue. “Jean juntou tudo isso, formaram uma equipa internacional fantástica e conseguiram o sucesso. É assim que funciona”, defende.  

 

Durante a conversa, o antigo piloto abordou ainda o seu amor pela equipa que representou em duas ocasiões. “Eu amo a Ferrari, o meu coração é a Ferrari”, diz. “Mesmo que, no momento, as coisas não estejam a dar certo, sou um adepto. Todos nós devemos ficar juntos. Esperamos que tomem as decisões certas para as pessoas certas e a Ferrari seja uma candidata ao campeonato mundial”, conclui. 

11.11.20

três jovens talentos disputam lugar que a ferrari quer preencher na fórmula 1

Está por dias uma das revelações mais aguardadas relacionadas com os planos da Ferrari para as equipas de Fórmula 1 de 2021. Mattia Binotto, chefe da equipa, revelou que os planos passam por promover um jovem talento da academia de pilotos e que a decisão será revelada antes de terminar a temporada de Fórmula 2, que terá a última corrida no Bahrein. O que significa que até 6 de dezembro será anunciado o nome escolhido.  

Mick Schumacher, Callum Illot e Robert Shwartzman são os candidatos a ocupar o desejado lugar num dos bólides. Os três pilotos estão a competir na Fórmula 2 com o filho de Michael Schumacher a ocupar o primeiro lugar da competição, seguido de Callum Illot. A escuderia italiana mantém uma ligação com a Alfa Romeo e a HaasKimi Raikkonen e Antonio Giovinazzi mantêm-se na primeira equipa na próxima temporada, sendo que a segunda já fez saber que Kevin Magnussen e Romain Grosjean não irão formar dupla em 2021.  

 

“Acho que não vamos esperar pela corrida final no Bahrein ou Abu Dhabi. Penso que é algo que iremos decidir nas próximas duas semanas. Como dissemos, não há lugar para todos. Acho que estão muito bem na Fórmula 2 e, de momento, estamos a considerar MickCallum e Robert. Têm uma temporada para acabar, estão focados na próxima corrida no Bahrein e estão a lutar pelo campeonato, o que é muito importante para eles”, começa por dizer Mattia Binotto. 

 

“O objectivo não é apenas colocá-los na Fórmula 1, mas trazê-los para a escuderia Ferrari, para os carros vermelhos, e qualquer que seja o caminho é o menos importante. Um desses pilotos estará na Fórmula 1 no próximo ano e os outros terão oportunidades. Isso é connosco. Precisamos de nos organizar e de lhes dar uma oportunidade”, conclui. Apesar de não existir uma confirmação oficial, Mick Schumacher é o piloto da Ferrari Driver Academy melhor posicionado para a desejada promoção.