21.9.15

o sexo tem hora marcada?

António Raminhos tem um livro cujo título é bastante divertido. “O amor não tem hora marcada... excepto nos classificados”, é o título da obra. Não pretendo falar de amor mas de sexo. E também de horas “marcadas”. Para começar vou lançar um cenário hipotético. Um homem/mulher chega a casa e depara-se com a/o sua/seu mulher/homem já a dormir. Aquele/aquela homem/mulher, assim que vê a sua/seu parceira/parceiro deitada/deitado na cama é consumido/consumida pelo ardente desejo de ter relações sexuais. É algo incontrolável.

Perante este cenário hipotético, qual a solução? A pessoa que sente o desejo – sem hora marcada – deve controlar o mesmo e esperar que desapareça? Ou essa pessoa deve dar início a uma missão que passa por acordar quem dorme na esperança de que o desejo de uma pessoa passe a ser o desejo de duas pessoas? Ou seja, o sem tem ou não hora marcada?