Mostrar mensagens com a etiqueta fetiche. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fetiche. Mostrar todas as mensagens

9.11.21

porta destrancada é o novo (e perigoso) fetiche que tem cada vez mais fãs

Existe um novo fetiche que está a ganhar cada vez mais fãs, pelo menos no Reino Unido. Conhecido como porta destrancada consiste em, como o nome indica, deixar a porta entreaberta e convidar estranhos para sexo. Este fantasia sexual tem vindo a destacar-se em diversas aplicações de encontros online, com especial destaque para gays nas aplicação Gindr. 

 De acordo com um artigo publicado no Vice, várias pessoas referem que este fetiche é algo que aumenta a emoção da relação. Existem também relatos de pessoas que referem pedir fotos de rosto daqueles com que se vão encontrar. Algo que é uma espécie de segurança prévia para o encontro sexual. É também comum que as pessoas que estão em casa estejam vendadas no momento em que alguém chega.

Fetiche de risco

Existe ainda quem defenda que o facto de deixar a porta aberta não apresenta qualquer risco adicional. Até porque as pessoas já estão a par da morada. Ainda assim, existem diversos apelos para que os fãs deste fetiche tenham cuidado com a segurança ao aceitarem envolver-se com desconhecidos nestes moldes. Até porque pode ser uma forma fácil de ocorrerem agressões sexuais. É recomendado que exista um telefone por perto, caso exista a necessidade de contatar as autoridades em caso de risco.

12.10.21

10 fetiches mais populares depois da pandemia

Ao longo dos últimos meses os casais passaram muito tempo isolados em casa. O que se traduziu em mais momentos quentes passados no quarto. E tudo isto levou a que existisse mais tempo para explorar fantasias sexuais. Recorrendo aos dados do Google Trends, com pesquisas que aumentaram em 300% em comparação com o ano passado, a MatressNextDay elaborou uma lista com aqueles que são os 10 fetiches mais populares neste momento. 

10 – Role play

É a fantasia em que as pessoas assumem outros papéis e fingem estar numa situação diferente. Por exemplo, o casal pode simular um encontro num bar, como se se estivessem a encontrar pela primeira vez.

9 – Humilhação sexual

Trata-se do acto em humilhar alguém de modo a excitar sexualmente essa pessoa.

8 – Bondage

Neste fetiche existem restrições físicas com a finalidade de excitação erótica. Algo que pode ser efetuado com recurso a algemas e cordas. 

7 – Cuckholding

É a fantasia em que se trai sexualmente alguém na presença da pessoa. É a fantasia mais popular entre os britânicos nos últimos 12 meses.

6 – Dominação

Neste fetiche uma pessoa é quem controla tudo enquanto a outra é submissa.

5 – Objectificação

Aqui, uma das pessoas é tratada como um objecto. Seja ele de desejo sexual ou outro qualquer.

4 – Gagging

Neste caso, alguém é amordaçado.

3 – Jogo de impacto

É um fetiche em que se destacam brincadeiras com impacto físico. Como é o caso de açoites e chicotadas. 

2 – Sploshing

É a fantasia em que as pessoas ficam molhadas e “sujas” durante o sexo. Algo que normalmente é efetuado com recurso a comida.

1 – Masoquismo

É o fetiche mais pesquisado. Passa pelo prazer sexual através da dor. Que pode ser infligida através de mordidelas, arranhões ou palmadas.

9.7.21

8 curiosidades sobre o fetiche da chantagem

Chantagem e extorsão são coisas pelas quais ninguém quer passar. Excepto quando estamos a falar de sexo e daquelas pessoas que sentem prazer sexual no momento em que estão a ser chantageadas. Algo que acontece com aqueles que se entregam ao fetiche da chantagem. E se não sabes do que estou a falar, irei revelar algumas curiosidades sobre o acto que envolve que alguém seja chantageado e extorquido de modo a impedir que algo comprometedor seja divulgado. E começo por salientar que tudo é consentido nestas sessões. Nas quais existe uma “vítima” que envia fotos, documentos, conversas e outras coisas que não querem que venham a público. 

 

1 – Nome verdadeiro 

É conhecido como o fetiche da chantagem, mas o seu nome verdadeiro é crematistofilia. 

 

2 – Faz parte do BDSM 

Tal como muitos outros, também este fetiche pertence ao grupo BDSM (Bondage, disciplina, dominação, submissão, sadismo e masoquismo). Ou seja, o prazer vem da vulnerabilidade e humilhação por parte do submisso. 

 

3 – Jogo de poder 

É certo que existe o lado da humilhação, mas também se destaca uma espécie de jogo de poder. Que ganha expressão no dinheiro. 

 

4 – Limites 

Relembro que se trata de algo consensual. E que, por norma, é estabelecido um limite financeiro para que tudo corre pelo normal. É quase como uma palavra de segurança em outros fetiches. 

 

5 – Personalização 

Além do limite, é comum que a própria chantagem seja personalizada e pré-estabelecida. 

 

6 - Duração 

A duração pode variar de caso para caso. Existem sessões que duram poucos minutos e outras que se prolongam por mais do que um dia. Existem vários factores a ter em conta, como o limite financeiro e a relação entre as pessoas. 

 

7 – Tortura física 

Em casos mais intensos (e presenciais) as ameaças podem passar do psicológico para o campo físico. 

 

8 – Money slave 

A chantagem é frequentemente associada a outro fetiche que dá pelo nome de money slave. Neste caso não é necessária uma chantagem. O submisso pode, por exemplo, oferecer dinheiro, presentes e até pagar compras do dominador.

24.2.21

9 coisas que deves saber sobre o tickling, o fetiche do prazer sexual através das cócegas

Muitos são aqueles que salientam que um dos encantos da sexualidade é a forma diferente como um mesmo tema pode ser analisado por todos. O que faz com que exista uma grande variedade e subjectividade. E podemos olhar para os fetiches como um bom exemplo daquilo que estamos a referir. O que alguns gostam acaba por ser algo que outros não apreciam. Como é o caso do tickling. Que passa por obter prazer sexual através das cócegas, algo que pode ser uma tortura quando falamos de fetichismo. Se não sabe do que falamos, fique a par de nove curiosidades deste fetiche que tem vindo a conquistar muitos fãs.   

1 – O nome verdadeiro é outro 

É certo que todos o conhecem como tickling. Mas o nome científico para o desejo sexual associado à prática de fazer ou receber cócegas é knismolagnia. 

 

2 – Dois papéis que se podem alternar 

Quando se fala de tickling existem dois papéis. Podes ser o tickler, aquele que faz as cócegas ou o ticklee, que é quem recebe. Se há quem goste de alternar de papel, muitos são aqueles que assumem sempre o mesmo. 

 

3 – Derivação da BDSM 

tickling é uma derivação da BDSM. Isto na medida em que existe uma lógica de dominação e submissão. Bem como regras que contêm consentimento e palavra de segurança para que tudo chegue ao fim assim que é proferida. 

 

4 – Pode associar-se ao bondage... 

A prática do tickling também se pode associar à do bondage. Na medida em que aquele que recebe as cócegas pode estar amarrado. Esta não é uma regra obrigatória. 

 

5 – … e ao fetiche da podolatria 

O fetiche do tickling pode estar associado ao da podolatria, que passa por desejo sexual através dos pés. Por norma, o tickling engloba cócegas em todo o corpo. Ainda assim, alguns centram-se em zonas específicas do corpo, como os pés. 

 

6 – Uso (ou não) de acessórios 

Existem aqueles que preferem fazer as cócegas com as mãos. Outros optam por acessórios como penas, pincéis, óleos e até canetas ou escovas de dentes. 

 

7 - Não são cócegas normais 

Todos nós já fizemos ou recebemos cócegas de alguém. Ainda assim, essas não devem ser comparadas com as do tickling. Pois estas são levadas muito a sério pelos ticklers, que recorrem a técnicas específicas. Estes sabem quais os pontos de sensibilidade que querem atingir e a intensidade a utilizar. Convém ter em mente que pode mesmo ser uma experiência traumatizante para quem recebe as cócegas. 

 

8 – Desafio excitante em casos específicos 

Tal como acontece fora de fetiche, também no tickling existem pessoas mais resistentes às cócegas. O que faz com que sejam um maior desafio para os ticklers. E também mais excitante. 

 

9 - Há quem receba dinheiro para o fazer 

Existem sites que pagam a homens para que participem e resistam a sessões de cócegas. Depois de descobrir um destes, o jornalista neozelandês David Farrier fez um documentário centrado no tema. Tickled dá a conhecer este fetiche bem como um universo de actividades ilícitas associadas ao mesmo.