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17.11.21

O nome é bond, james bond e gosta de sexo desprotegido

James Bond é um dos mais marcantes personagens da história do cinema. O agente secreto ao serviço da coroa britânica tem fãs por todo o mundo, mas está muito longe de ser um bom exemplo quando estamos a falar de higiene. Quem o defende são os microbiologistas Wouter Graumans e Teun Bousema, dupla que faz parte do Radboud University Medical Center, situado na Holanda. Depois de analisarem detalhadamente os 25 filmes os especialistas chegaram à conclusão de que é uma sorte que o personagem ainda esteja vivo. 

Para começar é destacado que James Bond é especialista em expor-se a agentes infeciosos. Algo que acarreta um grande perigo para a sua vida. A dupla dá especial destaque aos “encontros sexuais promíscuos” sem qualquer proteção. O personagem já teve 59 relações sexuais sem o uso do preservativo. E as curiosidades não se ficam por aqui.

James Bond já teve relações sexuais desprotegidas em 59 ocasiões

É mencionado que James Bond só lavou as mãos em duas ocasiões. Uma depois de uma refeição e outra quando tirou a vida a um vilão. O agente secreto também não é fã de vacinas, ainda que esteja constantemente a deslocar-se para destinos com doenças endémicas como a malária ou o dengue. São ainda contabilizados os saltos de avião sem paraquedas, acidentes de automóvel e o número de vezes em que foi baleado.

22.9.21

estudo revela que pessoas preferem sexo desprotegido a falar sobre doenças sexualmente transmissíveis

Há muito que existem alertas para que as pessoas pratiquem sexo seguro. Até porque é a melhor forma de evitar uma gravidez indesejada bem como de contrair uma doença sexualmente transmissível. Ainda assim, um novo estudo vem revelar que muitas pessoas preferem o sexo desprotegido a falar sobre doenças sexualmente transmissíveis. 

De acordo com o estudo, dado a conhecer pela aplicação de encontros Badoo, a covid-19 fez com que a saúde passasse a ser um tópico muito comum. Com uma em cada três pessoas a revelar maior abertura para falar da saúde. Além disso, o estudo mostra ainda que um quarto dos inquiridos evita situações que possam colocar a saúde em risco.

Por sua vez, 52% das pessoas entrevistadas defendem que falar sobre a saúde sexual é algo estranho. É referido ainda que as pessoas querem falar sobre o assunto. Simplesmente acham que é embaraçoso discutir o tema com uma nova parceira. Como consequência disto, 17% dos inquiridos revela que praticaram sexo desprotegido porque partiram do princípio que a outra pessoa está testada e que está tudo bem. Já 18% são da opinião do que falar de sexo seguro iria estragar o clima.

Como abordar a saúde sexual com a parceira

Tudo isto acabam por ser ideias erradas. De acordo com o mesmo estudo, 63% das pessoas entrevistas defendem que é atraente quando as pessoas revelam abertura para falar sobre a saúde sexual. Em declarações ao Daily Star, a educadora sexual Almaz Ohene explica o que fazeres para abordar o tema. O primeiro ponto é deixar claro que a conversa não surge em modo de acusação ou culpa, mas porque vês a relação evoluir do ponto de vista físico. Garante que tudo o que é conversado é confidencial e que estás a colocar questões por segurança para ambos. Por fim, sê o mais autêntico possível nas respostas que dás.