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25.10.19

descobre um dos maiores segredos da música, o significado da letra de bohemian rhapsody

A receita da Coca Cola não é o único mistério do mundo. Existem muitos outros segredos que dão que falar. E se estivermos a falar de música, podemos abordar o significado da letra, pouco comum, de Bohemian Rhapsody. Que é apenas uma das melhores músicas de todos os tempos. E um dos grandes sucessos dos Queen.

Existem diversas teorias sobre a música, lançada em 1975, mas a verdade é que Freddie Mercury, autor do tema, nunca abriu o jogo por completo. “É uma daquelas músicas com muita fantasia. Penso que as pessoas devem simplesmente ouvi-la, pensar sobre ela, e decidir o que lhes diz. Bohemian Rhapsody não caiu do ar”, chegou a dizer. Assumindo ainda que era sobre relações.

E este último ponto é aproveitado por Sheila Whiteley. Uma estudiosa da música que não tem dúvidas. A letra de Bohemian Rhapsody é dedicada a Mary Austin, mulher com quem o cantor esteve casado entre 1970 e 1975, antes de assumir a homossexualidade. Sheila defende que a palavra Mama significa, na verdade, Mary. De Virgem Maria. E que a parte “Mama Mia let me go” quer dizer “Mary deixa-me partir”. Isto no sentido de a grande amiga o deixar viver a sua homossexualidade.

Infelizmente, Freddie Mercury já cá não está para confirmar a teoria. Sendo certo que Mary Austin foi a inspiração de muitos temas. Como é o caso de Love Of My Life, outro dos grandes temas da banda. Numa hipótese mais sinistra, e que não bate certo com as declarações do cantor, há quem diga que a letra conta a história de um assassino suicida que é perseguido por demónios ou que está a relatar os acontecimentos que precedem uma execução.

Iremos ficar sem saber se Sheila está certa. Apesar de não negar que a sua teoria dá um certo encanto aquela que é uma das melhores músicas de todos os tempos. O que é certo, não sendo novidade, é que a editora da banda inicialmente recusou Bohemian Rhapsody. Entendiam que era demasiado longa (5,55 minutos) e que nunca passaria nas rádios.

11.10.19

da promiscuidade e censura até uma nova vida

Em 1985 os Queen não viviam uma das melhores fases. Foi nesse ano que Freddie Mercury, o carismático líder da banda decidiu aventurar-se a solo. Mr. Bad Guy foi o nome escolhido para o álbum de estreia do cantor. E Living On My Own era um dos temas fortes do disco. Esta canção contava com um vídeo bastante arrojado para a altura. Tanto que foi proibido e censurado devido à promiscuidade presente no mesmo.

O videoclip foi gravado no Old Mrs. Henderson’s, tendo sido descrito pela Ultimate Classic Rock como “uma discoteca de travestis em Munique”, na Alemanha. O vídeo de Living On My Own destaca-se por conter imagens da festa do 39º aniversário do cantor. Que contou com 300 convidados, entre os quais Brian May, guitarrista dos Queen, Mary Austin, ex-mulher de Freddie Mercury e ainda Boy George. Aqueles que marcaram presença na festa foram convidados a aparecer vestidos de drag queen, dando destaque às cores preto e branco. Na altura, Walter Yetnikoff, presidente da CBS Records, cancelou o lançamento do vídeo e proibiu o mesmo, alegando que existia muita promiscuidade.

Já vi alguns documentários sobre Freddie Mercury e recordo-me de diversas coisas sobre este vídeo. A começar pelo facto de ter usado câmaras que nem os estúdios de Hollywood utilizavam. Além disso, quem lá esteve, diz que foi mesmo uma festa muito louca. Em que se via TUDO, mesmo TUDO. Aliás, existem rumores de que poderá ter sido nesta festa que Freddie Mercury contraiu a doença que viria a roubar-lhe a vida.




Voltando ao videoclip, foi necessário esperar até 1993, já depois da morte de Freddie Mercury, para ver o vídeo, que se manteve sempre proibido. Nessa época, um remix dos No More Brothers fez com que o vídeo ganhasse vida. Agora, o vídeo de Living On My Own volta a ser lançado, desta vez em HD. O mesmo faz parte da caixa Never Boring, que chega ao mercado hoje, 11 de Outubro.

Além do vídeo, a caixa conta ainda com edições especiais dos álbuns Mr. Bad Guy e Barcelona (1988). A isto juntam-se 12 músicas gravadas ao vivo. Ao todo são três CDs, um disco Blu-ray e DVD com 13 vídeos e actuações ao vivo. Bem como um livro de fotografias de 120 páginas. Neste poderá encontrar imagens e frases inéditas de Freddie Mercury.