6.6.14

como lhe salvar a vida

Ao longo dos seus 14 anos de vida, o meu cão raramente teve problemas. Aliás, acho que só teve uma complicação que obrigou a uma pequena operação que o levou a utilizar um “funil” fazendo com que batesse em vários locais. Até ao dia em que faleceu. Nesse dia, cheguei a casa dos meus pais (que estavam fora) depois de um telefonema da minha irmã e deparei-me com pequenas poças de sangue. Peguei no cão, que estava estranhamente abatido, e fui ao veterinário com a minha irmã.

Durante a viagem ele foi ficando cada vez mais adormecido. Até ao momento em que desmaiou. Ia a conduzir mas só me ocorreu pegar nele e abaná-lo. Foi o que fiz, acabando por fazer com que acordasse. Infelizmente, e depois de uma boa notícia já no veterinário, acabou por falecer à minha frente. Com todas as suas forças, lutou pela vida mas perdeu o duelo. Esteve quase a ganhar em três momentos mas acabou por perder.

Isto para dizer que, naquele momento em que ele desmaiou, só me deu para o abanar. Foi o que o meu instinto me levou a fazer. Não tenho conhecimentos nessa área. Não estava informado. E fiz aquilo de que me lembrei. Quando encontrei a imagem que aqui partilho, recordei as últimas horas de vida do Óscar. E achei importante partilhar esta imagem porque podem existir muitas pessoas que têm animais de estimação e que não sabem o que fazer num momento angustiante.


Espero que estas informações sejam úteis. E que, eventualmente e num momento de aperto em que o veterinário não está por perto, ajudem alguém a salvar a vida de um animal.