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12.12.21

lebron james e o próximo passo para se aproximar do “fantasma” michael jordan

Estávamos em 2016 quando LeBron James falou sobre aquilo que motiva o basquetebolista. “A minha motivação é o fantasma que persigo. O fantasma jogou em Chicago”, disse à Sports Illustrated numa clara alusão a Michael Jordan. Agora, o jogador dos Los Angeles Lakers está disposto a dar mais um passo importante na perseguição aquele que muitos consideram ser o melhor basquetebolista de todos os tempos.

 

É certo que LeBron James tenta chegar ao número de anéis de Michael Jordan. Bem como o número de vezes em que o camisola 23 dos Chicago Bulls foi eleito o Most Valuable Player. E se estes primeiros dados podem ser mais complicados, o mesmo não se pode dizer da vida de empresário. Através da empresa multimilionária Fenway Sports Group, LeBron James está próximo de se tornar proprietário de uma equipa desportiva.

 

O grupo deverá concretizar a intenção de compra dos Pittsburgh Penguis, equipa que compete na NFL, a principal competição de futebol americano. Mas os planos não se ficam por aqui. De acordo com o jornalista Dan Primack, o grupo e LeBron James querem comprar uma equipa da NBA. Algo que poderá acontecer em meados de 2022. Se isto se concretizar, o basquetebolista ficará mais perto de Michael Jordan. Que é dono dos Charlotte Hornets, depois de já ter sido um acionista minoritário dos Washington Wizards.

28.11.21

scottie pippen diz que michael jordan arruinou o basquetebol

Scottie Pippen continua decidido a atacar Michael Jordan. Aqueles que foram considerados uma das melhores duplas de sempre da história da NBA estão agora de costas voltadas. O antigo jogador dos Chicago Bulls não gostou da postura daquele que é considerado por muitos o melhor basquetebolista de sempre e decidiu atacar Jordan no seu livro de memórias, Unguarded. 

Irritado com a glorificação feita a Michael Jordan no documentário da Netflix, Scottie Pippen diz agora que o basquetebolista arruinou o basquetebol. E não tem problemas em assumir que LeBron James é muito melhor jogador do que Jordan alguma vez foi. Um excerto do polémico livro foi partilhado pelo Hypebeast e incendiou ainda mais a discussão.

“Posso dizer que o Mike arruinou o basquetebol”

“Posso dizer que o Mike arruinou o basquetebol. Nos anos 80 víamos nos campos todas as pessoas a passarem a bola para ajudar a equipa. Isso acabou nos anos 90. Os miúdos queriam ser ‘como o Mike’. Bem, o Mike não queria passar, não queria ressaltos ou defender o melhor jogador da outra equipa. Queria que tudo fosse feito para si”, pode ler-se. “É por isso que sempre acreditei que LeBron James é o melhor jogador que este desporto já viu. Faz tudo e personifica o que o jogo é”, acrescenta.

“O Scottie está a tentar vender livros”

Esta opinião não deixa de ser curiosa pois Scottie Pippen já tinha assumido publicamente que Michael Jordan e Kobe Bryant eram melhores jogadores do que LeBron James. Até ao momento, Michael Jordan ainda não respondeu aos ataques do antigo colega. Por sua vez, Charles Barkley, também atacado na obra, abordou o tema no programa The Dan Patrick Show. “O Scottie está a tentar vender livros. Não acredito que esteja preocupado com relações ou amizade. Acho que só está a tentar vender livros”, conclui.

14.11.21

scottie pippen arrasa michael jordan: “eu não era mais do que um acessório”

Michael Jordan fica para a história como aquele que muitos consideram o melhor basquetebolista de todos os tempos. Por sua vez, Scottie Pippen era visto como o parceiro ideal de equipa nos Chicago Bulls. E se nos pavilhões a relação era perfeita, agora parece que as duas antigas estrelas da NBA estão de costas voltadas. Algo que fica evidente nos excertos já conhecidos de Unguarded, o livro de memórias de Scottie Pippen. 

Em causa está o documentário Last Dance que mostra os bastidores dos seis títulos dos Chicago Bulls pelos olhos de Michael Jordan. Agora, Pippen vem dizer que o antigo basquetebolista utilizou o documentário da Netflix apenas para “mostrar à geração actual que foi o melhor de todos os tempos”. Esta é apenas uma das muitas críticas que podem ser lidas no livro que chegou às bancas a 9 de Novembro.

“O Michael estava decidido a mostrar à geração actual que foi o melhor de todos os tempos”

“Todos os episódios glorificam Michael Jordan sem lembrar de forma justa e honesta nem a minha participação nem a dos meus orgulhosos colegas de equipa. E o Michael tem uma grande quota-parte de culpa nisso. Os produtores deram-lhe o controlo editorial do produto final, logo aquilo não podia sair de outra maneira. Ele foi protagonista e realizador”, acusa num excerto publicado pela QG

“Eu não era mais do que um acessório”

“O Michael estava decidido a mostrar à geração actual que foi o melhor de todos os tempos. Ainda melhor do que LeBron James, o jogador que muitos consideram não só seu igual como até seu superior. Michael apresentou a sua história, não a história da Last Dance”, prossegue. Pippen diz ainda ter ficado surpreendido com a versão final do documentário. “Não podia acreditar no que estava a ver. Uma e outra vez, o foco de atenção brilhava no número 23. Até no segundo episódio, que se centrou nas dificuldades que atravessei até chegar à NBA, a narrativa voltou a MJ e à sua determinação em ganhar. Eu não era mais do que um acessório. ‘O meu melhor companheiro de equipa de todos os tempos’, chamou-me ele. Mesmo se tentasse, não podia ter sido mais condescendente”, conclui.

4.10.21

O dia em que michael jordan perdeu para scottie pippen por causa de madonna

Michael Jordan é considerado por muitos o melhor basquetebolista de todos os tempos. É também a grande estrela da famosa equipa dos Chicago Bulls que marcaram uma era na NBA. Por sua vez, Scottie Pippen é visto como o parceiro ideal de Jordan. É certo que esteve sempre na sombra da estrela, mas ninguém coloca em causa a sua importância no sucesso da equipa. Ainda assim, Pippen conseguiu ganhar a Michael Jordan num duelo que aconteceu fora dos pavilhões e que teve Madonna como protagonista. 

A revelação é feita por Johnny Bach, um antigo treinador assistente dos Chicago Bulls. Que revela a popularidade de Scottie Pippen junto do sexo feminino. “Deveriam ver as mulheres que o Pippen tinha à espera dele em todos os lugares a que íamos. A Madonna costumava apanhá-lo numa limusina com uma banheira de hidromassagem sempre que íamos a Los Angeles”, começa por dizer.

17 milhões para engravidar Madonna

Acrescentando ainda que Michael Jordan tentou seduzir a rainha da pop. Dizendo que poderia satisfazê-la melhor do que o colega de equipa. “Não há possibilidade disso”, foi a resposta da cantora, como recorda o adjunto do treinador Phil Jackson. Além do breve romance com Scottie Pippen, Madonna também foi namorada de Dennis Rodman, outra das estrelas dos Bulls. O basquetebolista chegou a dizer que a cantora lhe dava 17 milhões de euros se a engravidasse.

21.6.20

chauncey billups, o único basquetebolista com saldo favorável frente a jordan, kobe e lebron

Falar sobre Michael Jordan, Kobe Bryant e LeBron James é falar sobre três dos melhores jogadores da história da NBA. São três verdadeiras lendas e nem todos os adversários se podem gabar de ter um registo vitorioso frente a um dos nomes. Ou dois. Muito menos três. E se te disser que isso é possível? Que existe quem o tenha feito? É aqui que entra o nome de Chauncey Billups.

Chauncey Billups poderá ser um nome que passa despercebido a muitos adeptos do basquetebol e da NBA em particular. Mas certamente que não voltarás a esquecer este nome. É que estou a falar do único jogador da história que se pode gabar de ter um saldo vitorioso frente a três dos monstros da modalidade. Algo que nem o próprio sabia, mas já lá vou.



Frente a Michael Jordan, que muitos consideram o melhor basquetebolista de todos os tempos, Chauncey Billups tem um saldo vitorioso de 6 vitórias contra 4 derrotas. Com Kobe Bryant é de 24-21. Já frente a LeBron James é de 22-17. Estes são os impressionantes números do antigo base, de 1,91 metros de altura. Mais, frente aos Lakers, Chauncey Billups conseguiu mesmo vencer uma final da NBA. Aconteceu em 2004, quando representava os Detroit Pistons. Que bateram, por 4-1, os Los Angeles Lakers na final da NBA. Isto numa época em que os Lakers se tinham reforçado com Gary Payton e Karl Malone.

Olhando para a carreira, Chauncey Billups jogou na NBA ao longo de 17 temporadas, de 1997 a 2014. Começou nos Boston Celtics, mudou-se para os Toronto Raptors e depois para os Denver Nuggets. Seguiram-se os Minnesota Timberwolves e os Detroit Pistons. Regressou aos Nuggets antes de rumar aos New York Knicks. Passou também pelos Los Angeles Clippers antes de regressar aos Pistons, onde acabou a carreira.

Foi nos Pistons que viveu as melhores temporadas da carreira, mais especificamente em 2002 e 2008. Foi ainda All Star em cinco ocasiões. Acabou a carreira com 1043 jogos, com uma média de 15,2 pontos e 5,4 assistências. A isto junta-se agora o facto de ser o único com um saldo positivo frente a Jordan, Kobe e LeBron. Lembras-te de ter dito que o jogador não sabia nada disto? É que Chauncey Billups partilhou a notícia no Instagram, revelando ser uma novidade para si. Até porque nunca foi muito dado a estatísticas e só queria jogar.

4.6.20

esta é a maior tristeza de michael jordan nos chicago bulls

Passaram 22 anos, mas ainda é um tema que emociona Michael Jordan. E estou a falar do momento em que os dirigentes dos Chicago Bulls decidiram acabar com a equipa que tinha conquistado o tricampeonato da NBA, em 1998. A lenda do basquetebol diz mesmo que não teria anunciado a reforma – a segunda de três - caso o plantel tivesse sido mantido para tentar alcançar aquele que seria o sétimo campeonato para a equipa.

"Foi de loucos. Porque sentia que dava para ser hepta. Acredito mesmo nisso. Poderíamos não ter conseguido, mas não ter podido tentar é algo que não consigo aceitar. Não engulo isso", diz Michael Jordan no último episódio do documentário The Last Dance, disponível na Netflix. "Se perguntasse a todos os que foram campeões em 98, se eles aceitariam um contrato de um ano para tentar o hepta, acho que eles aceitariam. Eu diria que sim também. Os meus contratos eram anuais naquela época. Pippen também não abriria mão", acrescenta.

"Não ter podido tentar é algo que não consigo aceitar"


Foi no documentário que Michael Jordan ouviu, pela primeira vez segundo o próprio, uma explicação de Jerry Reinsdorf, dono dos Chicago Bulls, para desmantelar a equipa. O dirigente defende-se, dizendo que "teria sido um suicídio" manter o plantel com os jogadores já consagrados, com um valor de mercado demasiado alto. Além da reforma de Michael Jordan, Scottie Pippen foi negociado com os Houston Rockects. Dennis Rodman foi dispensado e Steve Kerr envolvido numa troca com os San Antonio Spurs.



Jerry Reinsdorf, que aos 84 anos ainda se mantém na mesma função, conta ainda que o treinador Phil Jackson não quis permanecer nos Chicago Bulls por saber que teria de reformular a equipa. Ainda assim, no documentário Phil Jackson refere que não iria permanecer na equipa, mesmo se conquistasse o sexto campeonato. Os jogadores também sabiam disto pois Jerry Krause, dirigente da equipa, já tinha revelado publicamente a saída do treinador.

Sem Phil Jackson, Michael Jordan, Scottie Pippen, Dennis Rodman e Steve Kerr, os Chicago Bulls tiveram uma época desastrosa. O aproveitamento foi apenas de 26%, levando a equipa a acabar a época 1998/99 na 15ª e última posição da Conferência Leste. Esta foi a terceira pior época geral da história da NBA.

29.5.20

larsa pippen, pouca roupa e polémica com scottie pippen

Devido ao documentário The Last Dance, anda meio mundo a falar de Michael Jordan, dos Chicago Bulls e também dos restantes colegas de equipa do antigo basquetebolista. Como é o caso de Scottie Pippen, a quem Michael Jordan se refere como o melhor colega de equipa que teve. Ainda assim, não é de desporto que venho falar. É que falta acrescentar o nome de Larsa Pippen, que falou sobre o ex-marido nas redes sociais. Pelo meio há ainda um biquíni assim para o curtinho.

Larsa Pippen, que é a melhor amiga de Kim Kardashian, está em isolamento social na sua mansão em Los Angeles, Estados Unidos da América. E foi por lá que tirou uma foto em biquíni, perto da piscina. E se muitos enalteceram a boa forma física de Larsa Pippen, outros decidiram abordar o casamento com Scottie Pippen. Preferindo ignorar a imagem e centrar atenção nas palavras partilhadas numa outra publicação.

Larsa Pippen, de 45 anos, casou-se com Scottie Pippen em 1997. O casal teve quatro filhos e está separado desde 2018, ainda que o divórcio não esteja finalizado. Numa das imagens partilhadas nas redes sociais, Larsa Pippen escreveu "encontra alguém que te coloque em primeiro lugar" na legenda. E foram estas palavras que deram origem à polémica.

"É pena que não tenhas colocado o Scottie Pippen em primeiro", escreveu um fã. Algo que motivou uma resposta de Larsa Pippen. "A sério? Fiz tudo por ele. Literalmente tudo", reagiu. Pelo meio, existem muitos comentários de haters, que acusam Larsa de ter traído o ex-basquetebolista com o rapper Future. Isto na altura em que era uma das estrelas do reality show Real Housewives of Miami. "Pára de viajar, não sabes o que estás a dizer. Eu apoiei-o e ainda o faço. Só que não lavar a roupa suja não significa que ela não cheire mal. Só não quero lavar mais a sua roupa”, concluiu a socialite.






27.5.20

já imaginaste michael jordan nos dallas mavericks?

The Last Dance é o documentário do momento e todos falam sobre isso. Disponível na Netflix, conta com 10 episódios centrados em Michael Jordan e na carreira do basquetebolista ao serviço dos Chicago Bulls. O sucesso do formato colocou o atleta novamente nas bocas do mundo, vindo a público as mais diversas histórias sobre aquele que muitos dizem ser o melhor basquetebolista de todos os tempos. A que se segue não aparece em The Last Dance e tem como protagonista o bilionário Mark Cuban, de quem podes lembrar-te do programa Lago dos Tubarões.

O dia 4 de Janeiro de 2000 não será esquecido por Mark Cuban. Foi nessa data que o então jovem empresário de Ohio, Estados Unidos da América, gastou 264 milhões de euros para passar a ser o maior accionista dos Dallas Mavericks. O empresário tinha a ambição de fazer com que a equipa do Texas passasse a ser uma das referências da NBA. É aqui que entra o documentário e, mais especificamente, Michael Jordan.

Mark Cuban veio agora a público revelar o momento em que este quase a convencer Michael Jordan a juntar-se à sua equipa. Algo que aconteceu em 2001, quando o basquetebolista decidiu regressar à NBA. O episódio foi relatado pelo dono da equipa numa entrevista à 105.3 The GB’s GBag Nation. "No dia em que ele assinou pelos Wizards, em 2001, o seu agente David Falk disse-me: 'Por que não o conheces?'. Então fui ao escritório de Falk. Ele tinha todos os papéis para assinar pelos Wizards e lá estava eu, a tentar convencer o Jordan a não assinar e a vir para os Mavericks", conta.

O resto da história é conhecido. Michael Jordan acabou mesmo por assinar pelos Wizards, equipa da qual era accionista. Por sua vez, Mark Cuban via desmoronar-se o sonho de criar uma grande equipa. Com Michael Jordan a juntar-se a Steve Nash e ao então jovem Dirk Nowitzki (que se transformou no jogador mais importante da história da equipa).

Os Dallas Mavericks acabariam por conquistar o título de campeões da NBA em 2010-11. Este é o único título da equipa. De acordo com a Forbes, os Dalla Mavericks são a terceira equipa mais valiosa da NBA, com um valor estimado em 428 milhões de euros. São superados apenas pelos New York Knicks e pelos Los Angeles Lakers.

26.5.20

quem quer ficar com os primeiros air jordan usados por michael jordan?

Se já viste o documentário The Last Dance, certamente que te lembras dos primeiros Air Jordan que Michael Jordan utilizou na carreira. E que voltou a calçar no último jogo pelos Chicago Bulls. Pois bem, digo-te que esses ténis, autografados pelo antigo basquetebolista, podem ser teus pois vão a leilão na Sotheby’s.

Os ténis em questão estavam em exposição no ShoeZeum, o museu de calçado de Jordan Geller, desde 2012. Com a estreia do documentário, disponível na Netflix, Geller percebeu de imediato que seria um dos itens de Michael Jordan que iria subir de valor. "O timing é tudo e agora é, sem dúvidas, o momento certo para os colocar à venda", disse à GQ.

Quanto a preços, o valor inicial está estimado nos 92 mil euros. Ainda assim, Jordan Geller acredita que poderá ser batida a verba paga por uns Nike Moon Shoes feitos à mão. E estes foram arrecadados, igualmente em leilão, por 461 mil euros. Se quiseres vir a ser o dono destes ténis, podes saber mais informações aqui.



24.5.20

quem é o melhor: michael jordan ou lebron james? dennis rodman responde

Graças ao documentário The Last Dance, todos estão a falar da NBA, dos Chicago Bulls e de Michael Jordan. A série de 10 episódios, disponível na Netflix, tem dado a conhecer os bastidores da época 1997-98 dos Chicago Bulls, então liderados por Michael Jordan. Aquele que é já visto como um dos melhores documentários de todos os tempos tem ainda dado a conhecer o antigo basquetebolista ao pormenor.

Além disso, tem vindo a gerar muitas discussões. Como aquela que pretende encontrar o melhor basquetebolista de todos os tempos. Alguns defendem ser Michael Jordan. Outros preferem LeBron James, actual jogador dos Los Angeles Lakers. Desafiado a dar a sua opinião, Dennis Rodman não tem dúvidas. O antigo colega de equipa de Michael Jordan escolhe a eterna estrela dos Chicago Bulls como o melhor de todos os tempos.

A revelação foi feita durante Hotboxin’ With Mike Tyson, o podcast do antigo pugilista. Rodman, um dos jogadores mais controversos dos anos 90, defende mesmo que LeBron James nunca será tão bom como Michael Jordan. Desta avaliação faz parte o jogo jogado bem como a motivação. Rodman refere ainda que para LeBron James aquilo que importa é o anel de campeão no dedo, não se preocupando com os outros.

Já com Michael Jordan, tudo era diferente. Esta é a opinião de Dennis Rodman. "Não estava preocupado com o dinheiro", diz. Aquilo que Jordan queria era mesmo "pegar fogo" no basquetebol. Sendo que queria fazer isso sem arranjar problemas a ninguém. Estes são os motivos pelos quais Rodman considera que Michael Jordan é muito melhor do que LeBron James. E Rodman não se fica por aqui.

Na opinião de Dennis Rodman, até Scottie Pippen é melhor jogador do que LeBron James. Esta opinião foi partilhada durante uma entrevista à ESPN. "Scottie conseguia tudo, ele marcava pontos, ele defendia, ele ganhava ressaltos", diz. "Se LeBron jogasse nos anos 90, diria que Scottie Pippen era o segundo melhor jogador, atrás de Michael Jordan", explica. "Naquela altura, as pessoas diziam que Larry Bird era um jogador de excelência. Ele era bom, mas não conseguia jogar em diversas posições como o Scottie. Não era tão ágil. Acho que as pessoas não percebem o que Scottie estava a fazer em 1991. Ele revolucionou a posição de extremo. Os jogadores de hoje deveriam agradecer-lhe", termina.

Este modo de pensar de Dennis Rodman ganha força com as palavras de Michael Jordan no documentário do momento. "Eu queria ganhar", assume. "Mas queria que eles também ganhassem e fizessem parte de tudo", acrescenta.

14.5.20

diz que a melhor história de michael jordan não aparece em the last dance

Já aqui me assumi fã de Michael Jordan. Por isso, estou preso a The Last Dance, aquele que é um dos melhores documentários de todos os tempos e que podes ver na Netflix. São 10 episódios (ainda não foram todos disponibilizados) centrados na época 1997-98, a última de Michael Jordan nos Chicago Bulls. O documentário conta com muitas histórias daquele que é visto como o melhor basquetebolista de todos os tempos. Bem como daquela que muitos dizem ser a melhor equipa da história da NBA. Ainda assim, o melhor sobre Michael Jordan ficou de fora do documentário.


Quem o diz é Jason Hehir, o realizador de The Last Dance. O responsável pelo documentário teve acesso a muito material, acabando por ter de fazer diversos cortes. O que significa que muitos momentos relacionados com o famoso camisola 23 acabaram por ser cortados. Entre eles, o seu preferido. Foi durante uma entrevista ao The Dan Le Batard Show with Stugotz que o realizador confessou que a sua história preferida sobre Michael Jordan acabou por não entrar no documentário.

"O seu treinador no Liceu de Laney, em Wilmington, conseguiu enviá-lo para um campo cinco estrelas aldrabando as suas estatísticas"


Este momento específico envolve mentiras e como o basquetebolista trabalhava como empregado de mesa para ter acesso a mais tempo num exclusivo campo de basquetebol. "Entre o segundo e o terceiro e último ano, o seu treinador no Liceu de Laney, em Wilmington, conseguiu enviá-lo para um campo cinco estrelas aldrabando as suas estatísticas. Foi preciso embelezar os seus números porque ele não estava no radar dos olheiros, até porque ninguém ia ver miúdos a Wilmington", começa por contar.

Como se provou vir a ser comum, Michael Jordan surpreendeu todos em pouco tempo. "Esteve lá durante uma semana, que era o período que os pais conseguiam pagar. Exibiu-se a um nível tal que foi o MVP do campo nesse período. Estavam lá o Patrick Ewing e o Len Bias [Um dos melhores basquetebolistas de sempre ao nível universitário, que morreu de overdose dois dias após ser escolhido no draft de 1986 pelos Boston Celtics], mas o Michael - o Mike, como era conhecido na altura - 'partiu todos'", acrescenta.

"Jordan acabou por ser também o MVP da segunda semana, entregando saladas de frutas e queijo aos outros participantes, para depois no campo 'destruí-los'"


Aquilo que se segue, mostra a determinação do basquetebolista para triunfar. "Imploraram-lhe para que ficasse para a segunda semana do campo, pois haveria mais treinadores de basquetebol universitário que o queriam ver. Os pais, porém, disseram que não tinham condições financeiras para mantê-lo lá por mais tempo. E eis que os responsáveis do campo responderam 'Ok, nós pagamos a continuidade dele se ele trabalhar na cozinha como empregado e servir os outros rapazes'. E o Jordan acabou por ser também o MVP da segunda semana, entregando saladas de frutas e queijo aos outros participantes, para depois no campo 'destruí-los'. Há muitas coisas como esta que gostaria de ter contado, mas tivemos de nos focar na época de 1997/98", termina Jason Hehir.

10.5.20

the last dance é do melhor que podes ver na netflix

Não sendo o maior fã de basquetebol, cresci a gostar dos Chicago Bulls e, em especial, de Michael Jordan. Aquele que é, para mim, o melhor jogador de sempre da história da modalidade. Se misturar isto tudo, é mais do que suficiente para que esteja rendido a The Last Dance. Falo do documentário, disponível na Netflix, que está centrado no último ano de Michael Jordan nos Chicago Bulls, abordando outros temas.


Ao todo, são 10 episódios, mas podes esquecer uma maratona pois o serviço de streaming disponibiliza um episódio por semana. Prepara-te para ficar a conhecer diversos episódios desconhecidos sobre o antigo jogador da NBA. Com a estreia do documentário, ficou a conhecer-se um detalhe desconhecido da carreira e vida de Michael Jordan. Que é contado pelo antigo jogador e que fiz respeito ao início da carreira nos Chicago Bulls. "Tive um evento na pré-temporada. Estava num hotel à procura dos meus companheiros de equipa. Começo a bater às portas até, que, numa delas, ouço uma voz a dizer 'está alguém lá fora'. E depois escutei outra voz profunda: 'Quem é?' Disse que era o MJ. Então abriram a porta, entrei e praticamente toda a equipa estava ali", começa por contar.

Aquilo que surpreende é o que vem a seguir. "E havia coisas que nunca tinha visto na vida. Linhas de cocaína de um lado, uns a fumarem marijuana de outro, mulheres... A primeira coisa que disse foi: 'Estou fora'. Só pensava que, se me vissem, era tão culpado como todos os outros. E, a partir daquele momento, estava mais ou menos sozinho", relembra Michael Jordan, que sempre adoptou uma postura contra o consumo de drogas. "Jogava às cartas e via filmes. Não ia a discotecas, não fumava, não consumia cocaína e, naquele momento, não bebia. Só queria descansar um pouco para estar bem e jogar basquetebol", termina.

Acredita que The Last Dance é do melhor que podes ver neste momento. Agradeces-me depois por teres visto um dos melhores documentários de sempre.