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28.11.21

scottie pippen diz que michael jordan arruinou o basquetebol

Scottie Pippen continua decidido a atacar Michael Jordan. Aqueles que foram considerados uma das melhores duplas de sempre da história da NBA estão agora de costas voltadas. O antigo jogador dos Chicago Bulls não gostou da postura daquele que é considerado por muitos o melhor basquetebolista de sempre e decidiu atacar Jordan no seu livro de memórias, Unguarded. 

Irritado com a glorificação feita a Michael Jordan no documentário da Netflix, Scottie Pippen diz agora que o basquetebolista arruinou o basquetebol. E não tem problemas em assumir que LeBron James é muito melhor jogador do que Jordan alguma vez foi. Um excerto do polémico livro foi partilhado pelo Hypebeast e incendiou ainda mais a discussão.

“Posso dizer que o Mike arruinou o basquetebol”

“Posso dizer que o Mike arruinou o basquetebol. Nos anos 80 víamos nos campos todas as pessoas a passarem a bola para ajudar a equipa. Isso acabou nos anos 90. Os miúdos queriam ser ‘como o Mike’. Bem, o Mike não queria passar, não queria ressaltos ou defender o melhor jogador da outra equipa. Queria que tudo fosse feito para si”, pode ler-se. “É por isso que sempre acreditei que LeBron James é o melhor jogador que este desporto já viu. Faz tudo e personifica o que o jogo é”, acrescenta.

“O Scottie está a tentar vender livros”

Esta opinião não deixa de ser curiosa pois Scottie Pippen já tinha assumido publicamente que Michael Jordan e Kobe Bryant eram melhores jogadores do que LeBron James. Até ao momento, Michael Jordan ainda não respondeu aos ataques do antigo colega. Por sua vez, Charles Barkley, também atacado na obra, abordou o tema no programa The Dan Patrick Show. “O Scottie está a tentar vender livros. Não acredito que esteja preocupado com relações ou amizade. Acho que só está a tentar vender livros”, conclui.

14.11.21

scottie pippen arrasa michael jordan: “eu não era mais do que um acessório”

Michael Jordan fica para a história como aquele que muitos consideram o melhor basquetebolista de todos os tempos. Por sua vez, Scottie Pippen era visto como o parceiro ideal de equipa nos Chicago Bulls. E se nos pavilhões a relação era perfeita, agora parece que as duas antigas estrelas da NBA estão de costas voltadas. Algo que fica evidente nos excertos já conhecidos de Unguarded, o livro de memórias de Scottie Pippen. 

Em causa está o documentário Last Dance que mostra os bastidores dos seis títulos dos Chicago Bulls pelos olhos de Michael Jordan. Agora, Pippen vem dizer que o antigo basquetebolista utilizou o documentário da Netflix apenas para “mostrar à geração actual que foi o melhor de todos os tempos”. Esta é apenas uma das muitas críticas que podem ser lidas no livro que chegou às bancas a 9 de Novembro.

“O Michael estava decidido a mostrar à geração actual que foi o melhor de todos os tempos”

“Todos os episódios glorificam Michael Jordan sem lembrar de forma justa e honesta nem a minha participação nem a dos meus orgulhosos colegas de equipa. E o Michael tem uma grande quota-parte de culpa nisso. Os produtores deram-lhe o controlo editorial do produto final, logo aquilo não podia sair de outra maneira. Ele foi protagonista e realizador”, acusa num excerto publicado pela QG

“Eu não era mais do que um acessório”

“O Michael estava decidido a mostrar à geração actual que foi o melhor de todos os tempos. Ainda melhor do que LeBron James, o jogador que muitos consideram não só seu igual como até seu superior. Michael apresentou a sua história, não a história da Last Dance”, prossegue. Pippen diz ainda ter ficado surpreendido com a versão final do documentário. “Não podia acreditar no que estava a ver. Uma e outra vez, o foco de atenção brilhava no número 23. Até no segundo episódio, que se centrou nas dificuldades que atravessei até chegar à NBA, a narrativa voltou a MJ e à sua determinação em ganhar. Eu não era mais do que um acessório. ‘O meu melhor companheiro de equipa de todos os tempos’, chamou-me ele. Mesmo se tentasse, não podia ter sido mais condescendente”, conclui.

4.10.21

O dia em que michael jordan perdeu para scottie pippen por causa de madonna

Michael Jordan é considerado por muitos o melhor basquetebolista de todos os tempos. É também a grande estrela da famosa equipa dos Chicago Bulls que marcaram uma era na NBA. Por sua vez, Scottie Pippen é visto como o parceiro ideal de Jordan. É certo que esteve sempre na sombra da estrela, mas ninguém coloca em causa a sua importância no sucesso da equipa. Ainda assim, Pippen conseguiu ganhar a Michael Jordan num duelo que aconteceu fora dos pavilhões e que teve Madonna como protagonista. 

A revelação é feita por Johnny Bach, um antigo treinador assistente dos Chicago Bulls. Que revela a popularidade de Scottie Pippen junto do sexo feminino. “Deveriam ver as mulheres que o Pippen tinha à espera dele em todos os lugares a que íamos. A Madonna costumava apanhá-lo numa limusina com uma banheira de hidromassagem sempre que íamos a Los Angeles”, começa por dizer.

17 milhões para engravidar Madonna

Acrescentando ainda que Michael Jordan tentou seduzir a rainha da pop. Dizendo que poderia satisfazê-la melhor do que o colega de equipa. “Não há possibilidade disso”, foi a resposta da cantora, como recorda o adjunto do treinador Phil Jackson. Além do breve romance com Scottie Pippen, Madonna também foi namorada de Dennis Rodman, outra das estrelas dos Bulls. O basquetebolista chegou a dizer que a cantora lhe dava 17 milhões de euros se a engravidasse.

1.4.21

converse e chinatown market prestam homenagem a duas equipas míticas da nba

Depois de algum tempo afastadas, a Converse e a Chinatown Market voltam a juntar-se para uma parceria que dá destaque a momentos especiais da NBA. Duas das equipas mais famosas do principal campeonato de basquetebol do mundo ganham vida em forma de uma colecção que tem tudo para conquistar os fãs deste desporto e não só. E há mais para descobrir.  

Os modelos Converse Pro Leather e Chuck 70 prestam homenagem aos blusões criados por Jeff Hamilton. E que foram utilizados por diversas figuras da NBA ao longo dos últimos trinta anos. Os fãs dos Lakers certamente que recordam o tricampeonato de 2002. Pois bem, este inspira o modelo das Pro Leather, que ganhou fama em 1976. Realce para as cores Prism Violet, Poolside e Aurora Yellow. Impossível não reparar na frase 3-In-A-Row, bordada no tornozelo e nas laterais. As Chuck 70 inspiradas nos Lakers têm ainda o skyline impresso na lateral exterior em pele. Bem como os anos em que conquistaram os três campeonatos. 

 

As novas apostas da Converse e Chinatown Market prestam homenagem a duas grandes equipas da NBA 

 

Por sua vez, os adeptos dos Chicago Bulls também vão ficar contentes com as criações desta parceria. Pois os tricampeonatos da NBA de 1991 e 1996 não foram esquecidos. Mais uma vez, o destaque vai para três cores: Ganet, Black e Hyper Royal. O skyline da cidade de Chicago está presente. As novas apostas desta parceria já estão disponíveis no site da Chinatown Market.







4.6.20

esta é a maior tristeza de michael jordan nos chicago bulls

Passaram 22 anos, mas ainda é um tema que emociona Michael Jordan. E estou a falar do momento em que os dirigentes dos Chicago Bulls decidiram acabar com a equipa que tinha conquistado o tricampeonato da NBA, em 1998. A lenda do basquetebol diz mesmo que não teria anunciado a reforma – a segunda de três - caso o plantel tivesse sido mantido para tentar alcançar aquele que seria o sétimo campeonato para a equipa.

"Foi de loucos. Porque sentia que dava para ser hepta. Acredito mesmo nisso. Poderíamos não ter conseguido, mas não ter podido tentar é algo que não consigo aceitar. Não engulo isso", diz Michael Jordan no último episódio do documentário The Last Dance, disponível na Netflix. "Se perguntasse a todos os que foram campeões em 98, se eles aceitariam um contrato de um ano para tentar o hepta, acho que eles aceitariam. Eu diria que sim também. Os meus contratos eram anuais naquela época. Pippen também não abriria mão", acrescenta.

"Não ter podido tentar é algo que não consigo aceitar"


Foi no documentário que Michael Jordan ouviu, pela primeira vez segundo o próprio, uma explicação de Jerry Reinsdorf, dono dos Chicago Bulls, para desmantelar a equipa. O dirigente defende-se, dizendo que "teria sido um suicídio" manter o plantel com os jogadores já consagrados, com um valor de mercado demasiado alto. Além da reforma de Michael Jordan, Scottie Pippen foi negociado com os Houston Rockects. Dennis Rodman foi dispensado e Steve Kerr envolvido numa troca com os San Antonio Spurs.



Jerry Reinsdorf, que aos 84 anos ainda se mantém na mesma função, conta ainda que o treinador Phil Jackson não quis permanecer nos Chicago Bulls por saber que teria de reformular a equipa. Ainda assim, no documentário Phil Jackson refere que não iria permanecer na equipa, mesmo se conquistasse o sexto campeonato. Os jogadores também sabiam disto pois Jerry Krause, dirigente da equipa, já tinha revelado publicamente a saída do treinador.

Sem Phil Jackson, Michael Jordan, Scottie Pippen, Dennis Rodman e Steve Kerr, os Chicago Bulls tiveram uma época desastrosa. O aproveitamento foi apenas de 26%, levando a equipa a acabar a época 1998/99 na 15ª e última posição da Conferência Leste. Esta foi a terceira pior época geral da história da NBA.

14.5.20

diz que a melhor história de michael jordan não aparece em the last dance

Já aqui me assumi fã de Michael Jordan. Por isso, estou preso a The Last Dance, aquele que é um dos melhores documentários de todos os tempos e que podes ver na Netflix. São 10 episódios (ainda não foram todos disponibilizados) centrados na época 1997-98, a última de Michael Jordan nos Chicago Bulls. O documentário conta com muitas histórias daquele que é visto como o melhor basquetebolista de todos os tempos. Bem como daquela que muitos dizem ser a melhor equipa da história da NBA. Ainda assim, o melhor sobre Michael Jordan ficou de fora do documentário.


Quem o diz é Jason Hehir, o realizador de The Last Dance. O responsável pelo documentário teve acesso a muito material, acabando por ter de fazer diversos cortes. O que significa que muitos momentos relacionados com o famoso camisola 23 acabaram por ser cortados. Entre eles, o seu preferido. Foi durante uma entrevista ao The Dan Le Batard Show with Stugotz que o realizador confessou que a sua história preferida sobre Michael Jordan acabou por não entrar no documentário.

"O seu treinador no Liceu de Laney, em Wilmington, conseguiu enviá-lo para um campo cinco estrelas aldrabando as suas estatísticas"


Este momento específico envolve mentiras e como o basquetebolista trabalhava como empregado de mesa para ter acesso a mais tempo num exclusivo campo de basquetebol. "Entre o segundo e o terceiro e último ano, o seu treinador no Liceu de Laney, em Wilmington, conseguiu enviá-lo para um campo cinco estrelas aldrabando as suas estatísticas. Foi preciso embelezar os seus números porque ele não estava no radar dos olheiros, até porque ninguém ia ver miúdos a Wilmington", começa por contar.

Como se provou vir a ser comum, Michael Jordan surpreendeu todos em pouco tempo. "Esteve lá durante uma semana, que era o período que os pais conseguiam pagar. Exibiu-se a um nível tal que foi o MVP do campo nesse período. Estavam lá o Patrick Ewing e o Len Bias [Um dos melhores basquetebolistas de sempre ao nível universitário, que morreu de overdose dois dias após ser escolhido no draft de 1986 pelos Boston Celtics], mas o Michael - o Mike, como era conhecido na altura - 'partiu todos'", acrescenta.

"Jordan acabou por ser também o MVP da segunda semana, entregando saladas de frutas e queijo aos outros participantes, para depois no campo 'destruí-los'"


Aquilo que se segue, mostra a determinação do basquetebolista para triunfar. "Imploraram-lhe para que ficasse para a segunda semana do campo, pois haveria mais treinadores de basquetebol universitário que o queriam ver. Os pais, porém, disseram que não tinham condições financeiras para mantê-lo lá por mais tempo. E eis que os responsáveis do campo responderam 'Ok, nós pagamos a continuidade dele se ele trabalhar na cozinha como empregado e servir os outros rapazes'. E o Jordan acabou por ser também o MVP da segunda semana, entregando saladas de frutas e queijo aos outros participantes, para depois no campo 'destruí-los'. Há muitas coisas como esta que gostaria de ter contado, mas tivemos de nos focar na época de 1997/98", termina Jason Hehir.

10.5.20

the last dance é do melhor que podes ver na netflix

Não sendo o maior fã de basquetebol, cresci a gostar dos Chicago Bulls e, em especial, de Michael Jordan. Aquele que é, para mim, o melhor jogador de sempre da história da modalidade. Se misturar isto tudo, é mais do que suficiente para que esteja rendido a The Last Dance. Falo do documentário, disponível na Netflix, que está centrado no último ano de Michael Jordan nos Chicago Bulls, abordando outros temas.


Ao todo, são 10 episódios, mas podes esquecer uma maratona pois o serviço de streaming disponibiliza um episódio por semana. Prepara-te para ficar a conhecer diversos episódios desconhecidos sobre o antigo jogador da NBA. Com a estreia do documentário, ficou a conhecer-se um detalhe desconhecido da carreira e vida de Michael Jordan. Que é contado pelo antigo jogador e que fiz respeito ao início da carreira nos Chicago Bulls. "Tive um evento na pré-temporada. Estava num hotel à procura dos meus companheiros de equipa. Começo a bater às portas até, que, numa delas, ouço uma voz a dizer 'está alguém lá fora'. E depois escutei outra voz profunda: 'Quem é?' Disse que era o MJ. Então abriram a porta, entrei e praticamente toda a equipa estava ali", começa por contar.

Aquilo que surpreende é o que vem a seguir. "E havia coisas que nunca tinha visto na vida. Linhas de cocaína de um lado, uns a fumarem marijuana de outro, mulheres... A primeira coisa que disse foi: 'Estou fora'. Só pensava que, se me vissem, era tão culpado como todos os outros. E, a partir daquele momento, estava mais ou menos sozinho", relembra Michael Jordan, que sempre adoptou uma postura contra o consumo de drogas. "Jogava às cartas e via filmes. Não ia a discotecas, não fumava, não consumia cocaína e, naquele momento, não bebia. Só queria descansar um pouco para estar bem e jogar basquetebol", termina.

Acredita que The Last Dance é do melhor que podes ver neste momento. Agradeces-me depois por teres visto um dos melhores documentários de sempre.