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6.4.22

burlas online: reclamações contra lojas no facebook e instagram disparam 325%

Encomendas que não chegam, dificuldade de contacto com os vendedores e lojas que deixam mesmo de existir. Estes são os motivos das centenas de reclamações que estão a chegar ao Portal da Queixa referentes a compras efectuadas em lojas que surgem no Facebook e no Instagram. Segundo as denúncias dos consumidores, são esquemas de burlas online. Entre janeiro e março, o número de queixas disparou 325%, face a 2021.

As reclamações recebidas na maior rede social de consumidores de Portugal não deixam dúvidas: há um problema com as lojas online do Facebook e do Instagram, que está a levar centenas de consumidores ao engano. Quem compra só percebe depois, quando o produto não chega e a loja deixa de estar visível, porque foi apagada ou porque o perfil do comprador foi bloqueado. No primeiro trimestre deste ano, o Portal da Queixa identificou um aumento de 325% do número de reclamações relacionadas com compras online em lojas existentes no Facebook e no Instagram, em comparação com o período homólogo (1 de janeiro e 30 de março de 2021).

“A facilidade com que se cria uma loja online, nestas plataformas, leva a que pessoas mal intencionadas encontrem aqui uma forma fácil e rápida de enganar os consumidores”

Segundo alerta o Portal da Queixa, esta é uma forma fácil e rápida de burlar os consumidores: “A facilidade com que se cria uma loja online, nestas plataformas, leva a que pessoas mal intencionadas encontrem aqui uma forma fácil e rápida de enganar os consumidores, sobretudo os menos informados, que são um alvo mais fácil de cair neste esquema.”

Uma das consumidoras lesadas, Maria Fernandes, diz ter sido vítima de burla através de uma compra feita no Instagram, onde revela ter feito a encomenda, procedido ao pagamento de uma quantia de 190 euros e, após esse procedimento bem sucedido, nunca mais conseguiu aceder à loja online. O caso repete-se com Verónica Martim. Na reclamação registada, a consumidora conta ter pago uma encomenda que nunca chegou e refere que a loja foi apagada da rede social Instagram.

Situações semelhantes também acontecem na rede social Facebook. Das falhas de entrega da encomenda até à burla consumada, são muitos os que denunciam diariamente casos de lojas online que não dão resposta sobre a encomenda liquidada ou acabam por encerrar. “Fiz um pedido, paguei e depois desaparecem com o dinheiro e com a máquina. Cuidado.”, alerta Sara Pires na sua reclamação.

Comprar no Facebook e no Instagram é seguro?

Com o boom do e-commerce, as lojas online associadas ao Facebook e ao Instagram ganharam especial relevância. Para a maior rede social de consumidores de Portugal, comprar online sim, mas é importante ter atenção ao que se compra nestas plataformas e é preciso antecipar situações e prever riscos. Em caso de dúvida ou de burla, é igualmente importante denunciar sempre em plataformas como o Portal da Queixa.

4 cuidados antes de comprares nas redes sociais Facebook e Instagram

Pesquisar antes de comprar
Pesquisar o mais possível sobre a marca, sobre experiências de outros consumidores e qual é a performance da marca segundo os mesmos. O Portal da Queixa disponibiliza esta informação útil e actualizada na sua plataforma.

Dar preferência ao Instagram Shop
O Instagram Shop é direccionado a contas comerciais e permite colocar o preço e link direto à loja na própria publicação. O processo de validação do Instagram Shop de uma marca está sujeito a vários critérios rigorosos, entre eles a vinculação a um site credível e seguro, algo que traz alguma segurança ao consumidor.

Desconfiar de produtos baratos
Podem nunca chegar, podem não corresponder à realidade, podem ser falsos ou contrafacção.

Muita pressão por parte do vendedor? Não comprar!
Se existir pressão por parte do vendedor em realizares a compra pode significar burla. Nenhuma loja online credível e segura pressiona os seus clientes a comprar algo. Como nas lojas físicas, o consumidor só compra se assim o entender.

7.2.22

estás preparado para viver em instagram e facebook? (sim, pode vir a acontecer em breve)

Faço parte de uma geração que viveu uma boa parte de tempo sem redes sociais. Aliás, recordo-me de ter recebido o meu primeiro telemóvel (não confundir com smartphone) já no secundário. E que o mesmo servia para chamadas e nada mais. Relembro-me também de o envio de mensagens começar a ganhar popularidade. E mais tarde, as redes sociais.

Aliás, o mais próximo de rede social era mesmo o mIRC. As salas de conversação e os famosos DD TC? Que era como se perguntava de onde a outra pessoa estava a escrever. Depois foi o Hi5, mas sempre sem a loucura social que se vive nesta era. E, verdade seja dita, é uma consequência da evolução das tecnologias. Ainda que muitas pessoas exageram nesta realidade. Agora, fico a ideia de que muitas pessoas não conseguiriam viver sem Facebook ou mesmo Instagram.

Mas é melhor que estas pessoas se preparem para isto. Que pode vir a ser uma realidade em breve. Pois Mark Zuckerberg está a ameaçar banir o Facebook e o Instagram da Europa. Algo que é visto como uma pequena ameaça à Europa. Que não permite, desde 2020, a partilha de dados dos utilizadores para os Estados Unidos da América. O milionário entende que isto é fundamental para o funcionamento das redes sociais e avança com a ameaça caso não exista uma alteração na lei europeia.

Acho que esta eventualidade deveria ser o mote para que as pessoas pensassem como seria a sua vida sem redes sociais. Pelo menos sem duas das que são mais populares em Portugal. Ao deparar-me com a notícia dei por mim a pensar nisso e acredito que não teria qualquer problema em desligar-me do mundo virtual. Gosto muito do Instagram, mas não sou das pessoas mais activas nesta rede. Quanto ao Facebook, já estive para acabar com a página (pessoal) muitas vezes. Acho que se tornou num mundo feio habitado por (muitas) pessoas más. É um sítio de ódio. Do qual me tento afastar cada vez mais. Por isso, fica a pergunta: conseguias viver sem estas duas redes sociais?

18.10.21

facebook e ray-ban lançam óculos de sol com câmaras

O Facebook e a Ray-Ban uniram esforços para criarem uns óculos de sol especiais. Que têm por base, no que ao design diz respeito, os Wayfarer, aquele que é um dos modelos mais icónicos da marca. Lançados pela primeira vez em 1936, os óculos ganham agora uma nova vida com uma versão carregada de tecnologia. Ainda assim, ninguém olha para os Ray-Ban Stories e percebe automaticamente estar perante um modelo carregado de tecnologia. 

A criação do Facebook e da Essilor Luxottica (uma empresa parente da Ray-Ban) vem equipada com um processador Snapdragon e câmaras de 5 MP que captam fotos e vídeos. Bem como três microfones que permitem uma experiência perfeita no que à transmissão de voz diz respeito. Existem ainda colunas que permitem receber e fazer chamadas, bem como ouvir música através do seu smartphone.

Preços têm início nos 259 euros

Os óculos do Facebook e Ray-Ban são compatíveis com iOS, Android e Facebook View. O modelo está ainda disponível para que o cliente possa colocar umas lentes da sua preferência. Por fim, só falta mesmo falar do preço. A nova criação das duas marcas já chegou ao mercado com valores que têm início nos 259 euros.


22.6.21

fica a saber o que aconteceu ao modo escuro do Facebook

Vários têm sido os utilizadores que se têm queixado de uma alteração repentina no Facebook. Estes, viram a aplicação ficar branca, que é a cor de origem, sendo impossível ativar o modo escuro. Algo que aconteceu depois de uma actualização da rede social. Esta situação tem levado a que muitos procurem uma resposta para o que aconteceu.  

E a verdade é que tudo não passa de um bug. Que está a acfetar o botão que permite que alteres o modo nocturno, impedindo assim que o Facebook fique preto. O site TechTudo decidiu fazer um teste em diversos smartphones e concluiu que esta falha não está a atingir os iPhones (iOS). Ou seja, é algo que afecta aqueles que utilizam aparelhos Android. 

 

Bug afeta apenas quem tem smartphones Android 

 

Se estás a lidar com este problema e fazes mesmo questão de utilizar o modo escuro, tens no Facebook Lite uma opção. Trata-se da versão mais leve da rede social, disponível para o sistema do Google, e que permite optar por esse modo. Ao mesmo site, um representante da rede social aborda o assunto. “Estamos cientes de que algumas pessoas estão com dificuldade para aceder a alguns recursos na aplicação Facebook para Android. Estamos a trabalhar para restaurar os serviços o quanto antes”, diz.

11.2.19

o futebol embrutece as pessoas

Começo por dizer que não conheço nenhuma pessoa que goste mais de futebol como eu. Tal como não conheço ninguém que adore mais do que eu um bom debate sobre futebol. Realço o detalhe “sobre futebol” pois não tenho paciência para conversas que saltam do futebol jogado para gritos, ofensas e argumentos absurdos. E foi por isto que tomei uma decisão há coisa de dois anos.

Fartei-me do que lia nas redes sociais e até em grupos de whatsapp e tomei a decisão de não voltar a comentar publicações, de outras pessoas, sobre futebol, especialmente sobre outros clubes que não o Benfica, aquele de que gosto. E decidi isto porque o futebol embrutece as pessoas, que dizem as maiores barbaridades e que sentem necessidade de defender a honra do clube, por mais patéticos que estejam a ser, de um modo que nem a própria mãe defendiam.

E fartei-me disto. Por isso não comento publicações de outras pessoas e chego a não responder a comentários deixados nas publicações que faço na minha página de Facebook pessoal. Tenho algumas excepções que são aqueles amigos, ainda que de outros clubes, com quem consigo falar de futebol. E foi com uma destas pessoas que voltei a ter um exemplo de que o futebol embrutece mesmo as pessoas.

Essa pessoa fez uma publicação sobre outro clube que não o meu. Deixei um comentário a dizer que determinado lance do jogo desse clube poderia ter feito com que já não tivessem treinador hoje. Tudo normal. Até que uma pessoa, que não conheço de lado nenhum, responde ao meu comentário com uma ofensa. Respondi ao comentário, não descendo ao mesmo nível, e recebo mais um, que da ofensa salta para o campo da ameaça.

Estas pessoas são o exemplo vivo de que o futebol embrutece (ainda mais) determinadas pessoas. Que não são capazes de ter uma conversa com argumentos que não entrem no campo da ofensa e da ameaça. Por mais que acreditem que ganham uma conversa assim, estão na realidade a mostrar apenas aquilo que são. Gosto muito de futebol e de boas conversas sobre este desporto, mas não contem comigo para momentos destes.