4.4.22
5 dicas para retirar o máximo prazer do sexo casual
1.9.21
desconfinamento dá origem a boom de sexo casual
Há muitos que pessoas de todo o mundo aguardam pelas medidas de desconfinamento. E com elas chega um boom do sexo casual. Algo que é destacado pelo site IllicitEncounters. Que é destinado a pessoas que procuram aventuras extraconjugais. De acordo com um estudo realizado pelo mesmo, tem existido muito mais sexo desde que algumas medidas foram colocadas em prática.
O trabalho, que contou com 2.000 adultos, revela que 54% dos homens e 48% das mulheres já teve sexo com alguém novo desde 19 de Julho, dia em que foram aliviadas as medidas no Reino Unido. Sendo que 52% deles e 49% delas assumem que sentem uma maior atração por pessoas que já tenham a vacinação completa. Além disso, 56% dos homens e 47% das mulheres revela que quebrou as regras do confinamento para ter sexo.
Infiéis dizem estar a viver o momento
Olhando para os motivos deste comportamento infiel, quase todos dizem que estão simplesmente a “viver o momento”. Algo que é uma consequência da pandemia. Há também quem defenda que “a vida é muito curta”. Olhando ainda para os números do site, as assinaturas aumentaram 27% desde que a vacinação teve início. A empresa fala mesmo num número recorde de novos assinantes a partir do momento em que muitas pessoas passaram a trabalhar em casa.
30.4.21
fica a saber se são eles ou elas quem mais se arrepende do sexo casual
O sexo casual tem tanto de popular como de controverso. Especialmente quando estamos a falar daquilo que as pessoas sentem depois de ter acontecido. Pois nem todos ficam contentes com aquilo que fizeram. E de acordo com um estudo, são as mulheres que se arrependem mais de ter feito sexo casual. A pesquisa mostra que apenas 20% revela arrependimento com este tipo de sexo. Percentagem que sobe para os 35% quando estamos a falar do sexo feminino.
Ainda assim, este peso na consciência não chega para que elas não voltem a ceder a este tipo de sexo. Um outro estudo, publicado no Evolutionary Psychology, dedicou-se ao arrependimento e à forma como alterava o comportamento das pessoas. Algo que não se verificou. “Na maioria das vezes, as pessoas continuam com o mesmo comportamento sexual e o mesmo nível de arrependimento”, explica, em declarações ao Daily Mail, Leif Edward Ottesen Kennair, professor da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia e autor do trabalho. Acrescentando que este resultado não é surpreendente.
Mulheres têm receio de ficar com má reputação
Além do maior arrependimento, as mulheres também têm motivos diferentes para ficarem arrependidas do que fizeram. É que eles arrependem-se de perderem oportunidades sexuais enquanto o arrependimento delas está relacionado com o acto em si. Entre os motivos que levam ao arrependimento feminino destacam-se uma gravidez indesejada, as doenças sexualmente transmissíveis e ficar com má reputação.