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4.10.21

4 erros que passaram despercebidos em bohemian rhapsody

Foi um dos grandes filmes de 2018 e por estes dias muito se tem falado sobre uma sequela. Falo de Bohemian Rhapsody, filme que conta parte da história dos Queen e que valeu a Rami Malek, que deu vida a Freddie Mercury, o Óscar de Melhor Ator. Enquanto muitos aguardam a confirmação de um segundo filme, são dados a conhecer quatro erros que passaram despercebidos em Bohemian Rhapsody e que são dados a conhecer pelo Screen Rant. 

1 – Gravação de We Will Rock You

No filme vemos que um dos grandes hits dos Queen foi escrito e gravado em 1980. Na realidade, a gravação é de 1977, fazendo parte do álbum News of the World, editado no mesmo ano.

2 – Diagnóstico de SIDA

Em Bohemian Rhapsody Freddie Mercury conhece o diagnóstico de SIDA antes do concerto do Live Aid e dá conta da doença aos membros da banda uma semana antes do espectáculo. Na realidade, o cantor teve conhecimento da doença dois anos depois do Live Aid e não foi num ensaio que revelou a notícia à banda. 

3 – Freddie Mercury deixa os Queen para apostar na carreira a solo

No filme vemos Freddie Mercury isolado da banda, o que faz com que abandone os Queen para apostar na carreira a solo. É certo que o cantor lançou músicas a solo, mas nunca deixou a banda. E foi o terceiro membro dos Queen a apostar em projetos individuais.

4 – Data do Rock in Rio

No filme vemos que o concerto no Rock in Rio aconteceu em meados do anos 1970, altura em que os Queen estão no auge e Freddie Mercury aparece ao lado da noiva. Só que o concerto teve lugar em Janeiro de 1985, numa altura em que o cantor já estava separado há uma década de Mary Austin.

11.9.21

só falta um detalhe para que seja feito o segundo filme sobre os queen

Estreou em 2018 e foi um estrondoso sucesso. Falo de Bohemian Rhapsody, filme inspirado na história dos Queen, uma das mais lendárias bandas de todos os tempos. Os 767 milhões de receita de bilheteira e os quatro Óscares deixaram os fãs à espera de mais. E se na altura foi dito que não haveria um segundo filme, tudo pode mudar. Para que isso aconteça só é necessário um detalhe. Ou melhor, um grande argumento.  

Foi Brian May, o guitarrista da banda que revelou ser “difícil” que existisse uma sequela. E que o tema estava mesmo encerrado. Agora, é o músico que assume que tudo está em aberto. “Estamos a o olhar para isso. Sim, temos procurado ideias”, disse num direto feito no Instagram. “Vai ser difícil continuar isso pois nenhum de nós poderia ter previsto o quão gigantesco seria [o filme]”, prossegue.  “Colocámos muito coração e alma para o fazer e ninguém poderia ter previsto”, conta. 

 

“Vai demorar algum tempo” 

 

O que é certo é que os fãs podem sonhar com um segundo filme. “Mas sim, estamos a pensar que talvez poderia acontecer, mas teria que ser um grande argumento. Vai demorar algum tempo para desvendar isso”, conclui. Recorde-se que o primeiro filme, protagonizado por Rami Malek na pele de Freddie Mercury, termina no concerto Live Aid a 13 de Julho de 1985. Olhando para o percurso dos Queen, aquilo que poderá ser explorado passa pelos álbuns The Miracle e Innuendo e também pelos últimos anos de vida do carismático vocalista.

25.10.19

descobre um dos maiores segredos da música, o significado da letra de bohemian rhapsody

A receita da Coca Cola não é o único mistério do mundo. Existem muitos outros segredos que dão que falar. E se estivermos a falar de música, podemos abordar o significado da letra, pouco comum, de Bohemian Rhapsody. Que é apenas uma das melhores músicas de todos os tempos. E um dos grandes sucessos dos Queen.

Existem diversas teorias sobre a música, lançada em 1975, mas a verdade é que Freddie Mercury, autor do tema, nunca abriu o jogo por completo. “É uma daquelas músicas com muita fantasia. Penso que as pessoas devem simplesmente ouvi-la, pensar sobre ela, e decidir o que lhes diz. Bohemian Rhapsody não caiu do ar”, chegou a dizer. Assumindo ainda que era sobre relações.

E este último ponto é aproveitado por Sheila Whiteley. Uma estudiosa da música que não tem dúvidas. A letra de Bohemian Rhapsody é dedicada a Mary Austin, mulher com quem o cantor esteve casado entre 1970 e 1975, antes de assumir a homossexualidade. Sheila defende que a palavra Mama significa, na verdade, Mary. De Virgem Maria. E que a parte “Mama Mia let me go” quer dizer “Mary deixa-me partir”. Isto no sentido de a grande amiga o deixar viver a sua homossexualidade.

Infelizmente, Freddie Mercury já cá não está para confirmar a teoria. Sendo certo que Mary Austin foi a inspiração de muitos temas. Como é o caso de Love Of My Life, outro dos grandes temas da banda. Numa hipótese mais sinistra, e que não bate certo com as declarações do cantor, há quem diga que a letra conta a história de um assassino suicida que é perseguido por demónios ou que está a relatar os acontecimentos que precedem uma execução.

Iremos ficar sem saber se Sheila está certa. Apesar de não negar que a sua teoria dá um certo encanto aquela que é uma das melhores músicas de todos os tempos. O que é certo, não sendo novidade, é que a editora da banda inicialmente recusou Bohemian Rhapsody. Entendiam que era demasiado longa (5,55 minutos) e que nunca passaria nas rádios.