17.1.17

o papel. qual papel?

Um grupo de celebridades foi desafiado a dar voz a um grande clássico que faz parte das músicas que servem para "chorar" o final de uma relação. Trata-se de I Will Survive, de Gloria Gaynor, que desta vez é dedicado a Donald Trump, o novo presidente norte-americano.



Aquilo que mais me impressiona é a quantidade de pessoas que necessita de um papel para saber a letra desta música. Presumo que nunca tiveram um desgosto amoroso ou que pouco (ou nada) saem à noite pois o tempo passa e este clássico permanece.

16.1.17

uma das coisas mais divertidas do mundo

O twitter de Ryan Reynolds é uma das coisas mais divertidas que podem existir. Qualquer pessoa que esteja a necessitar de dar uma valente gargalhada poderá visitar a conta do actor. É só ir lendo aquilo que partilha e duvido que exista uma pessoa que fique defraudada com a publicidade que estou a fazer. Se há remédio para fazer rir, o twitter de Ryan Reynolds é um deles. Piadas sobre ser pai, sobre a carreira, sobra a mulher, sobre a vida sexual de um casal e apontamentos divertidos sobre a sociedade. Aqui fica o desabafo mais recente.

homossexuais, toca a sair do armário!

Os anos vão passando, as mentalidades vão (muito) lentamente mudando mas existem coisas que permanecem iguais. Entre estas coisas está a obrigatoriedade de um homossexual assumir que é homossexual. Ninguém exige que um heterossexual se assuma como tal. Entende-se que é a ordem natural das coisas e está tudo bem. Mas se uma pessoas é heterossexual só tem uma opção: gritar ao mundo que o é!

Enquanto isto não acontece existe a dúvida. “Será paneleiro?” ou “será fufa?” são duas questões em destaque até ao momento da confirmação. “Aquele não engana ninguém” e “tem ar disso” são palavras que também se ouvem. E que dominam a atenção de alguém. Que tem apenas um desejo. A tão desejada confirmação que poderá levar à ofensa gratuita pela certa.

Enquanto existe dúvida existe também uma ofensa moderada. Quando existe certeza já vale tudo. Desde a ofensa gratuita até ao “coitadinho/coitadinha” que apanhou a doença da homossexualidade durante umas férias com amigos. E agora não há maneira de curar aquilo. A tão desejada confirmação faz também com que os homossexuais sejam uma espécie de bibelot que se tem em casa mas que não se pode mandar fora. Anda ali de um lado para o outro, sempre escondido, até que chegue o dia em que será bom ostentar um bibelot (ou homossexual).

É por tudo isto que não percebo esta quase obrigação em torno da afirmação da homossexualidade de alguém. É homossexual? Não é? Não me interessa. Interessa apenas que seja feliz. Interessa-me apenas que se sinta confortável perto de mim (e isto aplica-se às pessoas que conheço) sem ter receio de que uma conversa resulte em ofensas gratuitas.

Quando as pessoas deixarem de exigir coisas aos outros, quando se preocuparem mais com as suas vidas e quando se focarem nos acontecimentos diários que protagonizam vão perceber que pouco ou nada importa (nas suas vidas) que o homem x ou a mulher y se tenha que assumir como homossexual. Até lá vão continuar a viver as vidas dos outros.

uma boa notícia. aqui está o novo james bond

Os filmes James Bond têm vindo a perder qualidade. Daniel Craig referiu publicamente que já não tem nada de novo para oferecer ao famoso agente secreto. Este é um dos factores. Se bem que defendo que os filmes necessitam de um realizador que traga algo ao género de Casino Royale, aquilo que os filmes mais recentes não têm. Existe um início forte mas pouco mais do que isso.

E muito se tem especulado sobre o futuro de Daniel Craig. O último filme parece uma despedida do actor. Há quem diga que vai continuar. Há quem diga que vai sair. E neste domínio existem muitas opções para o tão desejado lugar. Existem opções para todos os gostos e até já foi dito que poderia ser uma mulher. De todos os nomes que tenho visto na imprensa... apenas um tem tudo para dar certo: Tom Hardy.

E quero acreditar que o meu desejo é uma realidade que necessita apenas do adeus oficial de Daniel Craig. Digo isto porque o actor recusou comentar a possibilidade de ficar com o tão desejado papel. "Se falar disso, perco a oportunidade", disse. Tom Hardy defendeu que as suas palavras são mais uma espécie de superstição e que é algo comum entre os actores. Prefiro acreditar que é algo está a ser tratado e que impede que existam comentários sobre o que aí vem.

não me recordo de nada assim

Não me recordo de um início de ano tão complicado como este. Não tenho memórias de tantas notícias más em tão poucos dias pois ainda só vamos no 16º deste ano. Já existiram momentos complicados mas espaçados. Nunca tantas coisas más decidiram vir bater à porta ao mesmo tempo. Quase que nem dá para ouvir tudo. Ao bom estilo português penso que poderia ser pior. Que poderia ser algo mais grave, ainda mais aborrecido. Agora resta tentar ouvir as vozes, leia-se problemas, uma a uma. Isolar os sons, leia-se chatices, de modo a resolver um de cada vez. Sempre na esperança de que o calendário avance depressa.

conhece os teus limões (só para elas)

Um jovem designer britânica de nome Corrine Beaumont encontrou uma forma peculiar de alertar para o cancro da mama. Como a prevenção é sempre melhor, fica o alerta para as mulheres: conheçam os vossos limões.