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4.4.17

sete alimentos que ajudam a manter o coração saudável

O chocolate é visto como um alimento do demo quando na realidade tem muitos benefícios que as pessoas ignoram. E isto acontece porque a maioria das pessoas ainda não sabe escolher um bom chocolate. Algo que passa pela alta percentagem (pelo menos 70%) de cacau. E este tipo de chocolate, em doses moderadas e regulares – 20g ou dois quadrados – ajudam a melhorar a circulação sanguínea, entre outros benefícios.

Ao chocolate junta-se o pão com cereais integrais que deve substituir o pão branco. Os cereais integrais reduzem o risco de doenças coronárias e de acidentes vasculares cerebrais. Seguem-se as nozes que têm gorduras que melhoram a saúde do coração. Tal como acontece com o chocolates, o consumo deve ser moderado: uma porção por dia.

O Abacate é rico em vitaminas B, especificamente em B5, algo bastante benéfico para a saúde adrenal, além de muitos outros benefícios para a saúde. Juntam-se os oléos Omega-3 que podem ter origem vegetal ou animal. A origem não “importa” (apesar de dever ir buscar o óleo a todas as fontes), aquilo que realmente é importante é o consumo regular pois melhora substancialmente a saúde do coração.

O próximo item da lista é algo que adoro. Trata-se das sementes de abóbora [são viciantes]. São ricas em magnésio, algo que tem um forte impacto no stress, que por sua vez pode representar um elevado risco para o coração. Tão são boas para ajudar na perca de peso. Por fim, o chá verde. Beber este chá ajuda no funcionamento das células endoteliais que recobrem o interior dos vasos sanguíneos. Uma disfunção nestas células torna as paredes das artérias mais espessas.

16.1.17

conhece os teus limões (só para elas)

Um jovem designer britânica de nome Corrine Beaumont encontrou uma forma peculiar de alertar para o cancro da mama. Como a prevenção é sempre melhor, fica o alerta para as mulheres: conheçam os vossos limões.



5.1.17

o mito da vacina da gripe

Ana após ano, sempre nesta altura, dá-se eco à gripe. Ou porque vem a caminho. Ou porque já chegou. Ou porque está mais forte do que nunca. Ou porque promete apanhar tudo e todos. Cria-se uma onda de medo. Com um objectivo: apresentar a solução contra todos estes males. E qual é essa solução: a vacina contra a gripe.

Aquela que é apresentada como a única solução para este mal que promete dizimar Portugal é uma vacina. O que não passa de um negócio. É tão simples quanto isso. Até porque é comum fazer-se um balanço onde afinal se percebe que a gripe até não foi tão má como se esperava. Mas até chegar esse momento foram comercializadas diversas vacinas. E alguém fez muito dinheiro.

Conheço diversos médicos que não têm receio de dizer que a vacina contra a gripe não passa de um negócio. E que não a recomendam praticamente a ninguém. E esta é a imagem que tenho desta vacina. Um negócio. Que vai muito à boleia do medo que se cria. E esta será sempre a melhor arma para assustar o povo. E assim irá continuar a ser. Ano após ano.

13.12.16

o serviço nacional de saúde é uma merda

Volta e meia surgem notícias sobre o mau funcionamento de muitos hospitais. Muita afluência. Poucos médicos. Poucos enfermeiros. Muita confusão. Camas que parecem carros estacionados em segunda, terceira e quarta fila. Falta disto, falta daquilo. Entre muitas outras coisas. E tudo isto faz com que as pessoas digam imediatamente que o nosso sistema de saúde é uma merda.

Isto é do que mais ouço. Mas provavelmente estas palavras são ditas por pessoas que não conhecem outras realidades. Ou que nunca necessitaram no nosso serviço de saúde. E se for este o caso só posso dizer ainda bem. Uma coisa é a confusão que existe em muitos hospitais. Quer seja aqui ou em qualquer parte do mundo. Outra coisa é o serviço nacional de saúde. E quem diz que o nosso é uma merda está muito longe da realidade.

Felizmente Portugal tem um bom sistema de saúde. Poderá não ser perfeito. Mas consegue ser muito melhor de que alguns países para os quais gostamos de olhar como exemplo de evolução. E vou dar o meu exemplo. Quando necessitei de ser operado passei praticamente três dias e duas noites no hospital. Fui operado num hospital onde as urgências conseguem ser bastante caóticas. Lidei com uma médica que não tinha paciência para pessoas como eu (entenda-se com lesões graves). Tudo isto custou-me qualquer coisa como cerca de dez euros (estou a excluir o valor das duas idas às urgências). Internamento, comida, operação e medicamentos custou-me este baixo valor. E este é apenas um exemplo de que o nosso sistema de saúde não é a merda que muitos apregoam.

Posso dizer que um dos rapazes que estava comigo no quarto não tinha almofadas. Posso dizer também que num dia deram-me um lençol para me limpar depois do banho. E que, se não estou em erro, durante a noite existia uma pessoa a tomar conta de toda a parte da ortopedia. Mas estes problemas não transformam o que é bom (e que felizmente temos) num filme de terror. Por exemplo, acho imensa piada quando as pessoas começam logo a dizer que esta é uma realidade de um país do terceiro mundo quando não sabem o que dizem.

E estes problemas não são exclusivos dos hospitais públicos. Pois conheço muitas pessoas que não têm no privado o tratamento que tive no público. Pessoas que contam histórias que conseguem ser muito piores do que aquilo que se passa num hospital público. Existe muito a melhorar. Faltam sempre coisas (e vão sempre faltar). Mas quem acha que estamos assim tão mal poderá sempre frequentar um hospital e falar com médicos que correm o mundo. E que sabem o que é verdadeiramente a falta de um bom serviço nacional de saúde.

20.10.16

cancro. todos sabem tudo, mesmo não sabendo nada

Hoje, como é hábito às quintas-feiras, fui à papelaria do costume antes da hora do almoço. Entrei e o dono estava ao telemóvel. Já lá estava outra pessoa. Passámos a ser dois. Passado um pouco chegou mais um homem. E ainda mais três rapazes. Fui o primeiro a despachar-me e a aproximar-se da caixa. Isto sem contar com o homem que já estava no espaço quando entrei e que percebi tratar-se de um vendedor.

Em condições normais teria ficado chateado com o facto de o dono da papelaria estar a conversar ao telemóvel enquanto tinha clientes na loja. Mas não fiquei minimamente aborrecido. Isto porque foi possível perceber que a chamada era sobre um tema complicado. Percebi que alguém muito próximo do senhor está a lutar contra o cancro. E percebi que a pessoa está num ponto em que pode não resistir a uma operação. Trata-se de alguém que está a ser consumido pela doença. Pelo bicho. E o homem dizia sentir-se impotente perante aquela triste realidade. Dizia também esperar um milagre.

Meio indignado, o homem dizia à pessoa com quem falava – era impossível não ouvir a conversa na papelaria, especialmente para mim que estava num balcão muito perto do senhor – que várias pessoas lhe diziam coisas como “não vais fazer nada?”, “o que vais fazer?” ou “vais ficar a olhar?”. Algo que irritava o homem. “Diz-me o que fazer?”, “Onde vou?”, “O que faço?” ou “Qual o caminho?” são exemplos do que o homem respondia aquelas pessoas.

Infelizmente o cancro fez parte da minha vida num passado que se começa a afastar, com a doença da minha mãe. E tenho a certeza de algumas coisas. Para começar, só um doente oncológico é que sabe o que é ter cancro. Os outros nada sabem. Muitos pensam que imaginam. Mas na realidade ninguém sabe o que é ter uma doença que pode roubar a vida a não ser que tenha passado por isso. Depois existem palpites. Que são feitos por quem nada sabe mas tudo julga saber. Uns falam porque acham que fica bem dizer algo. Outro porque se julgam senhores da razão. Mas são tudo palpites. Nada mais do que isso.

As pessoas deviam pensar duas vezes antes de abrir a boca no momento de abordar um doente oncológico. E isso começa logo no “coitadinho” ou no “tenho pena”. Esqueçam essa merda. Porque as pessoas já sabem que estão doentes e não precisam de pena alheia nem de coitadinhos. Para isso basta terem que lidar, e só eles é que o fazem, com a doença e com os medos inerentes durante 24 horas por dia. Esquecer isto é o primeiro passo.

Depois é as pessoas esquecerem que são donas da razão. Será que alguém que diz “não fazes nada?” a um familiar próximo de um doente oncológico, que está a ser consumido a uma velocidade alucinante por uma doença desta dimensão, tem noção das palavras? Será que acredita que existe alguém disposto a estar de braços cruzados perante uma realidade dolorosa? Será que param para perceber a impotência de quem rodeia um doente oncológico e que já não sabe o que fazer (ou dizer) para que tudo fique bem, dentro da normalidade? Creio que basta pensar um pouco para perceber que existem coisas que não se dizem.

De resto, aconselho todas as pessoas que têm conselhos para os doentes oncológicos (e respectivos familiares próximos) que os apliquem a si e às suas realidades. Que se preocupem em mudar as suas vidas, que tenham certezas absolutas em relação às suas realidades e que alterem aquilo que têm que alterar nas suas vidas. Esqueçam a realidade de um doente oncológico. Esqueçam a dureza de lidar com essa realidade. Porque provavelmente não o vão compreender. E para dizer asneiras mais vale estar com a boca fechada.

18.10.16

quando o teu (sim, o teu) local de trabalho está mais sujo do que uma sanita

Para muitas pessoas a imagem de sujidade é facilmente associada a uma sanita. É a associação lógica e rápida que quase todos fazemos. Até ao momento em que percebemos que uma sanita deveria ser uma das nossas menores preocupações. Até porque basta olhar para a nossa secretária (para a mesa e não para a senhora) para perceber que existem coisas muito piores.

Um grupo de investigadores levou a cabo um estudo que mostra uma realidade que talvez fosse melhor desconhecer. Realidade essa que dá a conhecer a sujidade presente na secretária da maioria dos trabalhadores. Para se ter uma ideia.... o rato de computador pode conter 45 mil vezes mais germes e bactérias do que uma sanita. E o teclado 20 mil vezes mais! O teclado é comparado com o assento e o rato com o mecanismo que acciona o autoclismo.

Mas há mais. O cartão de identificação, com que muitos funcionários entram nos edifícios das empresas, pode ter 243 vezes mais bactérias do que um simples brinquedo para animais. E um telemóvel tem 31 mil vezes mais bactérias do que uma caneta. E o trackpad dos portáteis tem 163 vezes mais do que notas de dinheiro. Esta é a realidade de muitos escritórios.

Este estudo serve para alertar de que as bactérias que foram detectadas nos diferentes objectos presentes em muitos escritórios podem levar a infecções, intoxicações alimentares e até levar à resistência a antibióticos. Este é apenas mais um exemplo de que o perigo nem sempre é maior onde é expectável que assim seja.

29.9.16

pais, cheguem aqui e atentem nisto

Hoje assinala-se o Dia Mundial do Coração. Hoje é aquele dia em que as pessoas abordam, de uma forma diferente, os cuidados que se devem ter com a alimentação e também os riscos dos perigos resultantes de uma vida sedentária. Tudo isto não deveria ser novidade para ninguém mas esta realidade continua a ser ignorada por muitas pessoas. Considero que isto é ainda mais grave quando se trata de crianças. Neste momento a obesidade infantil é considerada uma epidemia mundial. E não afecta só os outros.

As crianças portuguesas estão com excesso de peso. E as causas são fáceis de detectar. A primeira está relacionada com a má alimentação. Excesso de fast food e de refrigerantes que são maus para a saúde. O outro motivo passa pela vida sedentária dos mais novos. A prática de desporto foi arrumada num canto e agora só os dedos é que fazem exercício físico pois os mais novos estão entregues às consolas e aos jogos virtuais que não implicam qualquer movimento físico.

E a culpa destas duas situações é dos pais. Não é de mais ninguém. Bem sei que nos dias que correm muitos pais mal têm tempo para se coçar. Mas mesmo assim os filhos não podem ser ignorados. Muito menos a sua saúde. Não podem estar sempre a dar dinheiro e a dizer vai lá comer fast food nem a comprar jogos e consolas para que estejam ocupados em casa enquanto os pais estão fora. Nem sequer podem ignorar os maus hábitos alimentares dos filhos e os problemas que isso traz para a saúde.

Com isto não quero dizer que os pais têm de impor uma dieta rigorosa aos filhos. Nem que têm de proibir os mesmos de brincar com uma consola. Acho é que são necessárias regras. E é necessário que sejam os pais a mandar nos filhos e não o inverso. Como em tudo na vida é preciso equilíbrio. Não é preciso deixar de comer fast food mas também não é preciso comer refeições destas diariamente. Não é necessário deixar de beber refrigerantes mas também não é preciso beber a todas as refeições. Tal como não é preciso esconder a consola mas também não é saudável que um filho esteja de volta da mesma largas horas por dia.

E a isto junta-se o desporto. E digo isto porque faço parte de uma geração incentivada para o desporto. Tal como os meus pais me incentivaram a praticar diversas modalidades. Com isto não quero dizer que é necessário ser um viciado em desporto. Basta que as crianças pratiquem uma qualquer modalidade - e existem para todos os gostos e com diferentes objectivos - duas ou três vezes por semana. Impor regras/disciplina aos filhos é algo que estes vão agradecer no futuro.

A ideia que tenho é a de que muitos pais têm receio de confrontar um filho. Pensam que isso é ser mau pai e que estão a passar uma mensagem de que não gostam deles. Mas é o oposto. E é muito pior fechar os olhos a realidades que vão ser más para as crianças e que podem levar a problemas de saúde facilmente evitáveis. No resto do ano não se fala muito disto mas pode ser que hoje, dia em que este tema é notícia, alguns pais mudem a forma como encaram a alimentação e a vida sedentária dos filhos.

28.9.16

depois do creme hidratante... os desodorizantes

Neste texto dei a conhecer aquele que foi considerado o melhor creme hidratante, que curiosamente é o mais barato dos que foram testados numa prova cega, do mercado. Agora recupero um assunto de que já aqui falei. E refiro-me aos desodorizantes. Mas não vou abordar nenhum em específico. Trata-se de um alerta geral.

Surgiu agora um estudo (julgo não ser o primeiro) que alerta os consumidores para desodorizantes com sais de alumínio porque podem aumentar o risco de desenvolver cancro da mama. De forma resumida, a exposição contínua ao cloreto de alumínio pode levar ao desenvolvimento de tumores. Isto não representa nenhuma novidade para mim porque quando a minha mãe teve cancro da mama fiquei a par desta realidade. E um dos primeiros passo foi tentar encontrar uma alternativa para a minha mulher.

Quem perder (e deverá fazê-lo) algum tempo a ler os rótulos facilmente perceberá que em quase todos irá encontrar “alumínio”. Em especial nos famosos antitranspirantes. Quem começar a ler os rótulos dos produtos chegará a acreditar que não vai ser possível encontrar nenhum sem alumínio mas felizmente ainda existem opções, como é o caso daquele que a minha mulher usa e que é da Nívea (roll on).

Tomei conhecimento desta realidade sem qualquer estudo. Foi quando o cancro da mama atingiu a mulher que mais amo. Nesse momento esse alerta foi dado à minha mãe e foi também o primeiro momento em que estive, com a minha mulher, a ler rótulos de desodorizantes. Por isso fica o alerta, até porque a prevenção é sempre melhor.

21.9.16

quando as unhas dão cabo da saúde

Ao que parece as mulheres cometem um grande erro no momento em que vão arranjar as unhas. E esta falha pode ter implicações graves na saúde. De acordo com a organização norte-americana Skin Cancer Foundation, os aparelhos a que as esteticistas recorrem para secar o verniz utilizam lâmpadas UV e LED que emitem radiações ultravioleta que estão associadas ao envelhecimento da pele bem com ao desenvolvimento de cancro da pele. Segundo esta organização, a solução é secar as unhas ao ar livre ou, caso exista pouco tempo, recorrendo a uma ventoinha.

Já agora, e porque o tema é unhas, existem mulheres que têm unhas de uma considerável dimensão. Até que ponto - e pergunto isto com total desconhecimento na matéria - é prático, nas mais diversas tarefas diárias, ter as unhas "enormes"?

30.8.16

o tabu da vagina

Lady Garden é o nome de uma campanha que tem por objectivo alertar as mulheres para cancros ginecológicos ao mesmo tempo que pretende fazer com que as mulheres afectadas abordem a doença e percam os complexos com o corpo. No site da campanha fica-se também a saber que Lady Garden é o nickname dado à vagina, sendo que desafiam as mulheres a partilhar o nickname que dão à sua.

Os anos vão passando mas existem coisas que vão mudando muito lentamente. Por exemplo, as mulheres ainda têm alguma dificuldade em dizer a palavra vagina. De acordo com os responsáveis da campanha, 86% das mulheres que têm conhecimento da campanha passam a dizer a palavra vagina com maior facilidade. E mais importante do que isso, a mesma percentagem de mulheres fica mais alerta em relação aos cancros ginecológicos, aos sintomas dos mesmos, tal como passam a falar de forma aberta em relação à saúde das suas vaginas.


Como acontece com praticamente todas as doenças, o melhor é que seja detectada de forma precoce. Por isso, está na altura de colocar de lado o tabu em torno da vagina. Está na altura das mulheres falarem abertamente sobre a sua saúde e, acima de tudo, de não ignorarem os exames de rotina que podem ser muito importantes. "Há um tabu em torno das vaginas e quero livrar-me dele. Faz parte da nossa anatomia. Acho que toda a gente deve sentir-se confortável ao estar nu, porque todos temos um corpo bonito", defende Cara Delevingne, a imagem da campanha.

Os cancros ginecológicos são cada vez mais frequentes. E de acordo com números recentes são responsáveis por 19% dos diagnósticos anuais mundiais. Apesar do aumento deste número, poucas pessoas os conhecem e poucas fazem o ideal para os prevenir. Os cancros ginecológicos são cinco: colo do útero, ovário, vagina, vulva e endométrio.

Aproveito para partilhar os principais sintomas associados aos cancros ginecológicos:

- Dor pélvica;
- Inchaço abdominal;
- Dores nas costas;
- Sangramento vaginal anormal;
- Febre;
- Dores de estômago ou alterações intestinais;
- Perda de peso;
- Anormalidades na vulva ou vagina;
- Alterações na mama;
- Fadiga.

31.5.16

somos uma cambada de gordos

Ao longo dos últimos tempo a gordura tem sido debatida somente na perspectiva estética. Transformou-se o excesso de peso num tema exclusivo da beleza. Ou seja, ser gordo é bonito ou feio? É só isto que se discute. Aquilo que importa discutir é a saúde. Mas isso não interessa a ninguém. Transforma-se qualquer debate sobre o excesso de peso num ataque a quem tem excesso de peso.

Pela primeira vez realizou-se um inquérito nacional de saúde com exame físico. Esta iniciativa decorreu no ano passado e os números são assustadores pois cerca de dois terços das pessoas pesadas e medidas têm excesso de peso. E 28,7% das pessoas são mesmo obesas. Estes números correspondem ao dobro dos números de 2004 e também de 2008.

Existem diversas leituras. Uma delas tem a ver com a crise e com o baixo preço de alimentos com muitas calorias. Outra leitura é a de que os números antigos não eram “reais” no sentido pela amostra e por não existir o exame físico. Isto porque as pessoas acham sempre que são mais magras e mais altas e acabam por reportar dados que não são reais. A verdade é que estes números são preocupantes. E não se trata de nenhuma situação estética. O que está em causa é a saúde. Por exemplo, no caso dos homens é bastante perigosa a gordura existente no perímetro abdominal.

Existem dados que dão que pensar porque muitas pessoas (sobretudo com menor conhecimento) desconhecem o tipo de alimentação que devem fazer e que devem consumir fruta e vegetais com frequência. E isto é algo que não tem de ser ensinado apenas aos mais novos mas também a muitos adultos que acham que sabem tudo.

É também necessário analisar o sedentarismo. E é igualmente importante que cada pessoa tenha noção daquilo que faz errado e que facilmente pode corrigir para ter uma melhor qualidade de vida. Enquanto se continuar a discutir o poder da imagem e o suposto culto do corpo xpto irá continuar-se a ignorar que o que está em causa não é algo estético. Esta questão tem a ver com saúde. É isso que está em causa.

6.4.16

os ténis que usas são os mais indicados para ti?

Em tempos referi num texto que me fazia confusão quando ia correr e reparava na quantidade de pessoas que estavam a praticar desporto com ténis que não são adequados para a prática desportiva. Há muito que uma das coisas que mais valorizo quando pratico desporto é o calçado que utilizo. Era assim quando praticava atletismo e é assim quando jogo futebol ou quando vou correr, quer seja no ginásio ou na rua.

Mas, e sobretudo numa altura em que a diversidade é bastante elevada, muitas pessoas ainda escolhem o calçado com base no seu aspecto. “Que cor tão gira que combina tão bem com a minha roupa”, dizem. “Aqueles são mesmo giros”, dizem. E com base no embrulho acabam por desvalorizar o conteúdo, ou seja, e apenas para dar dois exemplos, o tipo de sola e a finalidade do modelo que tem uma cor tão gira.

Escolher ténis apenas com base na cor pode ser um verdadeiro tiro nos pés que pode vir a provocar lesões, mais ou menos graves. Algo que é muito bem explicado por Nuno Corte Real, coordenador do serviço de ortopedia do Hospital de Cascais. “Mais importante que as inúmeras caraterísticas individuais que o calçado deve ter, desde a cor, design, tamanho, formato e marca, há dois aspetos que são fundamentais na hora de escolher o melhor calçado, falamos do peso do desportista e do tipo de piso onde se vai praticar desporto”, refere.

“O peso da pessoa é um fator de extrema importância, na medida em que a corrida multiplica o impacto do peso do corpo entre três a seis vezes. Por exemplo, num indivíduo de 60 quilos, o calçado terá de suportar um impacto mínimo de 180 quilos, multiplicado pelo número de quilómetros feitos pela pessoa. Um reforço de dez por cento nos elementos amortecedores, caraterística muito importante a ter em conta já que absorve o impacto inicial, onde se exerce a maior pressão, reduz em cerca de 20 quilos a força no impacto de uma pessoa de 70 quilos”, acrescenta.

“O tipo de piso é outro aspeto fundamental mas nem sempre é possível que as pessoas comprem vários tipos de calçado de acordo com o tipo de piso. Deve ser considerado o piso que se utiliza com mais frequência e recomenda-se o calçado com maior tração para a terra batida, com maior capacidade de amortecimento na corrida em alcatrão e, se o local escolhido for a praia, que permita amortecer o impacto na areia”, alerta ainda.

Depois de ler este alerta muitas pessoas vão pensar que é necessário gastar muito dinheiro nuns ténis que cumpram os requisitos mas a verdade é que o mercado tem ténis para todos os preços e para todos os gostos. Aquilo que realmente importa é se está adequado para a pessoa e para o exercício. Por isso, mais do que escolher uns ténis pelas cores é melhor saber para que tipo de atleta foram pensados. Haverá também quem olhe para este tipo de alertas como uma “mariquice” sem sentido. Acreditar na opinião de um profissional (e de tantos outros) que não estão a “vender” um modelo específico mas a alertar para um problema no Dia Mundial da Actividade Física é uma opção como outra qualquer.

Por fim, fica ainda outro alerta que muitas pessoas ignoram. Todos sabem que correr ou caminhar são actividades aconselhadas a todas as pessoas, independentemente do peso e da idade pois promovem a melhoria da condição física, ajudam a manter o peso ideal e diminuem os níveis de stress e ansiedade, já para não dizer que ajudam na prevenção de doenças cardiovasculares. Mas convém consultar um médico antes de dar início a algo. É tão importante como escolher uns ténis acertados.

22.3.16

o que o teu rabo diz sobre ti? (só para mulheres)

A generalidade dos rabos femininos tende a encaixar-se em quatro grupos distintos: quadrado (forma H), redondo (forma O), coração ou pêra (forma A) e invertido (forma V). Algo que está ilustrado nesta imagem. E ao que parece a forma do rabo de uma mulher pode dizer muito sobre ela e sobre a sua saúde.


Começando pelos rabos "quadrados". Estes mostram que existe uma distribuição uniforme da gordura. Já os rabos "redondos" demonstram a existência de gordura nas nádegas. Por sua vez os rabos em forma de "coração" revelam que existe uma distribuição de gordura em volta das coxas. O rabo "invertido" é bastante comum em mulheres com níveis baixos de estrogénio. E o que existe de grave/preocupante nisto?

A questão não é a existência de gordura. Aquilo que importa analisar é a forma como a mesma está distribuída pelo corpo. E uma boa distribuição pode ser benéfica para a diminuição do risco de doenças como diabetes. A distribuição de gordura não invalida que seja um coração saudável, desde que a gordura não esteja acumulada perto do peito. Mas a existência de muita gordura perto do rabo também não é bom sinal pois pode ser prejudicial para diversos problemas. 

É um facto que a distribuição da gordura corporal diz muito sobre as pessoa. É igualmente verdade que ter gordura acumulada perto do peito (barriga) é mais grave do que aquela que se acumula no rabo e nas pernas. E diz-se também que as mulheres com um rabo "maior" tendem a ser mais inteligentes. Depois do desenho ficam aqui algumas imagens reais dos diferentes tipos de rabos.

Quadrado (forma H)

Redondo (forma O)

Coração (forma A)

Invertido (forma V)

O mais fácil é que cada mulher consiga facilmente identificar o tipo de rabo que tem. Depois, caso exista esse interesse, depende de cada mulher, e de diferentes factores, trabalhar o rabo da melhor forma para alterar o mesmo. E ajudam factores como dieta, prática de exercícios desportivos, escolha adequada de roupa e também de roupa interior adequada. (Informação retirada daqui).

11.3.16

eu estou safo. e tu?

Dizem os especialista, com suporte num estudo recente, que existe uma bebida que reduz em 35% as hipóteses de se vir a ter um ataque cardíaco ou um problema cardiocascular, quando em comparação com as pessoas que não ingerem essa bebida. A bebida em questão é chá e se isto for verdade posso dizer que estou "safo", isto no sentido em que é raro o dia em que não bebo uma chávena de chá.

15.10.15

já paravas de gozar comigo

A constipação/gripe é provavelmente uma das doenças que mais gosta de brincar com as pessoas. "Primeiro vou provocar-te uns espirros. Nada exagerado", é aquilo que dizem. E a pessoa espirra uma vez ou outra mas sem ligar. "Devo estar a chocar uma", atrevem-se a dizer os pessimistas. Mais espirro menos espirro e aquilo passa. Pensamos nós até porque os espirros começam a desaparecer.

"Achavas que estavas livre de mim. Então toma lá o pingo no nariz. Mas para já não é nada em exagero", dizem. E a pessoa passa a andar com lenço. Ou, no caso de quem não usa, a fungar e a pedir lenços a todas as pessoas. "Devo estar a chocar uma", reafirmam os mais pessimistas. Mas não será nada de extraordinário. Pensamos nós.

"Pensavas que já tinha ido embora. Então fica lá com o nariz entupido e começa a falar à fanhoso", dizem. Saliento que isto pode acumular com o descrito anteriormente ou pode ser um gozo individual sem acumulados como nos prémios da Santa Casa. "De estar a chocar uma", é algo que nesta fase é dito pela maioria das pessoas. Nesta fase o vírus já conseguiu fazer com que algumas pessoas se afastem. "Não me pegues a constipação", dizem.

Depois existe uma especificidade que faz da constipação inesquecível. Costuma ser mais forte pela manhã e ao final do dia. Ou seja, é para não ser esquecida. Nem no momento em que vamos dormir nem na altura de ganhar ânimo para começar um novo dia. Ao que já escrevi pode ser acrescentado, quase sempre em processos iguais, frio, calor, febre, tosse e olhos a querer fechar. E é por tudo isto que considero que a constipação/gripe está sempre a gozar com as pessoas. E falando disso, já paravas de gozar comigo.

29.9.15

sabes escolher roupa interior? e usas a mais adequada?

Escolher roupa interior parece ser uma das tarefas mais simples do mundo. Um pouco mais complexa para elas, um pouco mais fácil para eles. Mas será que é realmente assim tão fácil? E será que as pessoas realmente sabem escolher a roupa interior? É que de acordo com o site GrandParents existem oito erros associados à escolha da roupa interior e também à maneira como a roupa interior é usada. Estes são os erros que podem mexer com a saúde das pessoas.

1) Roupa interior excessivamente justa
Para começar fica mal. Mais do que isso pode provocar irritações na pele e na vagina (principalmente depois da menopausa, altura em que as paredes vaginais tendem a ficar mais finas, defende a ginecologista Raquel Dardik).

2) Forma
Roupa interior demasiado justa e excessivamente “subida” pode provocar problemas na circulação sanguínea. Pode também provocar dormência nos membros, refere a médica Donnica Moore.

3) Sintéticos e sedas
Não há problema na escolha dos materiais, explicam os especialistas. Desde que a virilha esteja coberta por algodão. Porém, quem tem peles sensíveis deve esquecer os tecidos sintéticos e guardar as sedas apenas para ocasiões especiais. São os dois tecidos que menos deixam respirar o organismo o que leva a um crescimento mais acentuado de bactérias.

4) Fio dental
Se as infeccções e irritações na vagina são comuns é melhor esquecer as cuecas fio dental pois são um espectacular meio de transporte para as bactérias (frente para trás e o inverso). Quem nunca teve problemas e não sente desconforto com as mesmas, pode continuar a usá-las.

5) Usar à noite
Não passa de uma questão de gosto mas a médica Donnica Moore explica que o corpo consegue respirar melhor sem roupa interior.

6) Nada usar durante o dia
O que acontece de noite não se aplica ao resto do dia. As calças ficam muito perto da área vaginal o que pode originar irritações. Usar vestidos ou saias sem roupa interior faz com que nada absorva a humidade vaginal e isto pode levar a irritações.

7) Roupa interior suada
Quem transpira muito deve mudar de roupa interior pelo menos duas vezes por dia. O ambiente quente e húmido é óptimo para o desenvolvimento de bactérias.

8) Qualquer detergente serve
O principal motivo das irritações na zona vaginal está associado ao detergente da roupa. A melhor opção são produtos hipoalergénicos.

16.9.15

pensava que tinha uma qualidade mas afinal é defeito. serei o único?

Até há poucos minutos considerava ter uma qualidade que na realidade é um defeito que até pode representar um perigo para a minha saúde. E trata-se de algo que envolve garrafas de plástico. Para mim uma garrafa de plástico não merece ir para o lixo depois de uma utilização. Nem após duas. Nem mesmo vinte utilizações depois. Comigo as garrafas de plástico têm uma longa vida.

Por exemplo, para o ginásio levo uma Vitalis Go, de 75 cl, que bebo religiosamente a cada treino. Já experimentei garrafas de outras marcas mas na edição desportiva só consigo gostar desta. Umas deitam pouca água, outras água a mais e esta é aquilo que considero perfeito. Como tal, bebo a água original na primeira vez e depois encho em casa. Como vou ao ginásio cinco vezes por semana, reutilizo a garrafa dezenas e dezenas de vezes. Até porque só a uso no momento do treino.

Já no trabalho sou adepto das garrafas de dois litros do Continente pois é a quantidade de água que bebo durante as horas de trabalho (caso esteja na redacção). Tal como acontece com a do ginásio, bebo o conteúdo original uma vez e reutilizo a garrafa diversas vezes. Não tantas como a do ginásio, até porque as tampas às vezes cedem, mas ainda bastantes. E este comportamento era visto, por mim, como uma qualidade. Quando na realidade é um defeito.

De acordo com especialistas reutilizar e lavar repetidas vezes uma garrafa de plástico faz com que o plástico comece a degradar-se e a criar pequenas fissuras na superfície. E é aqui, nas fissuras, que as bactérias se alojam, sobrevivem e reproduzem, algo que representa um risco para a saúde. Como este tipo de garrafas costumam estar à temperatura ambiente é algo que agrava ainda mais a situação.

Segundo os especialistas, as bactérias que encontram na humidade, saliva e temperatura de uma garrafa o ambiente perfeito para crescerem podem causar náuseas, vómitos e diarreia em pessoas que reutilizam garrafas de forma excessiva. É certo que a gravidade não vai além de uma indesejada indisposição mas são sintomas que todas as pessoas preferem não ter.

As opções passam por reutilizar a garrafa algumas vezes (não muito além de duas). Porém, convém lavar a garrafa com água e sabonete. Os amigos do ambiente certamente que defendem que é desnecessário comprar um vasto número de garrafas de plástico por ano. Como tal, a melhor aposta passa por garrafas de vidro ou de aço inoxidável, que podem ser reutilizadas sem que se corra os mesmos riscos.

16.7.15

sabes quantos copos de água deves beber por dia? (para pais e filhos)

Existem muitos mitos relacionados com a quantidade de água que devemos beber por dia. Quando beber? O que faz? Quando faz bem? Quando não deve ser bebida? Estas são apenas algumas das questões. Depois, existem pessoas que pouca água bebem e outras, como o meu caso, que bebem dois (ou mais) litros de água por dia. Este vídeo (descobri na página de facebook do meu pai) ensina quantos copos de água (pelo menos) devem ser bebidos por dia e quais os efeitos dos mesmos nas alturas em que são bebidos.



É um vídeo ideal para as crianças pois recorre à música para ensinar algo. Mas acaba por ser bom para os adultos pois acredito que muitos desconheçam estes efeitos da ingestão de água em determinados momentos do dia. E a música fica nos ouvidos.