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9.10.18

vamos lá falar de elite, a série do momento

La Casa de Papel elevou, e muito, a fasquia das produções espanholas. O sucesso mundial da série levou a que todos os olhos estivessem centrados em Elite, a nova aposta espanhola da Netflix. Que por acaso conta com três actores provenientes de La Casa de Papel – Miguel Herrán (Rio), Jaime Lorente (Denver) e Maía Pedraza (Alison Parker). No meu caso, estava em pulgas para que a série estreasse. E se tinha medo de ficar desiludido, vi os oito episódios em menos de um dia, tal é o ritmo do thriller juvenil que nos prende ao ecrã.

Algumas pessoas olham de lado para a série. “Isso não é com putos e num colégio?”, é algo que já ouvi várias vezes. A resposta a esta pergunta é sim, mas ficar por aqui é muito pouco. Para quem não sabe do que falo, a história de Elite está centrada num colégio de elite onde um aluno aparece morto. Tudo gira em torno disto, sendo que quaisquer ingrediente interessante e actual é perfeitamente adicionado à história.

Considero (e considero algo normal) ser uma melhor produção do que La Casa de Papel. E digo que é normal por ser mais recente. É de esperar que algo recente tenha sempre mais qualidade (e estou a falar do ponto de vista técnico) do que uma série mais antiga. Quanto à qualidade da história, é algo que irá sempre depender da opinião de cada um. Acrescento ainda que EXIJO uma segunda temporada.

Por isto tudo, recomendo Elite a quem procura algo novo para ver. Esqueçam os preconceitos de ser uma série de putos passada num colégio pois quem acredita só nisto irá ficar boquiaberto com aquilo que vê. Sem revelar dados importantes da história, falo ainda de Miguel Herrán, que já tinha gostado de ver enquanto Rio. Este personagem é muito melhor e faz com que se perceba melhor o talento do actor. Jaime Lorente também está muito bem e María Pedraza tem aqui um destaque muito maior do que aquele que teve em La Casa de Papel.



Outro detalhe a que dou especial importância quando vejo uma série é a banda sonora. E gostei do que fui ouvindo em Elite. São, na sua maioria, músicas que desconhecia e que passei a ouvir. Como é o caso desta.

11.6.18

thomas fucking shelby

Os meus hábitos de consumo televisivo passam muito por filmes e séries. O que faz com que consuma séries a uma velocidade considerável. Especialmente quando são daquelas que estão disponíveis na íntegra, evitando que tenha de esperar por um novo episódio a cada semana.

O meu novo "vicío" é uma série que não é nova. Trata-se de Peaky Blinders, uma série de 2013 que tem quatro temporadas disponíveis na Netflix. Já tinha ouvido falar muito bem desta série, mas apenas recentemente comecei a ver  as aventuras desta família de gangsters.

Dizer que Peaky Blinders é uma série sobre uma família de gangsters de Birmingham é muito pouco. É uma série sobre família, amor, disputas, honra e muito mais.

A isto juntam-se prestações incríveis de vários actores, com Cillian Murphy (Thomas Shelby) à cabeça. Os fãs de Tom Hardy também podem ver o actor na série. Tudo isto, sem esquecer um argumento bem montado, ganha mais valor com uma banda sonora espectacular.

Realce ainda para a roupa dos gangsters (e é de um acessório que nasce o nome Peaky Blinders) e penteados. Fica a dica para quem procura algo novo para ver. Preparem-se para asneiras e luta sendo que há muito mais para descobrir.