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10.12.17

vergonha do triunfo do mal ou raríssimas

Vi atentamente a reportagem da Ana Leal sobre a gestão que Paula Brito e Costa faz da Raríssimas, uma associação que sobrevive de verbas do Estado e de donativos. E senti vergonha do primeiro ao último segundo da reportagem.

Não fico surpreendido com esta realidade. Até porque certamente que este não é o único caso. Aquilo que me espanta é a forma como isto ainda é possível. Como é que as pessoas não falam. Como é que se pode permitir que estas associações tenham liberdade para que seja fácil pessoas como estas fazerem o que fazem.

É por isto que as pessoas são cada vez mais desconfiadas. Já não sabem se devem ajudar porque não sabem qual o destino do dinheiro que doam. E neste caso serve para pagar gambas, vestidos de luxo, carros caros e ordenados de familiares.

Lamento pela Raríssimas (e não confundo pessoas com causas), de quem depende da associação é de quem precisa dela. Espero uma resposta breve de quem manda. E espero que sirva de exemplo para que nada disto volte a acontecer.

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