25.5.17

23.5.17

crianças x2 (e tudo em mau)

Acordei com a notícia de um atentado terrorista em Manchester. Um cobarde homem bomba fez-se explodir num local onde pais esperavam pelas filhas (a maioria do público era feminina) que tinham ido ver um concerto de Ariana Grande. A vida de algumas pessoas, entre elas crianças que tinham ido ver alguém que admiram, acabou ali.

Compreendo poucas guerras. E em nenhuma delas aceito crianças como baixas aceitáveis. Quer seja num ataque de um homem bomba ou nrum ataque de um drone. As crianças não são, nem devem ser, arma de arremesso do que quer que seja.

Num outro registo, algumas pessoas decidiram gozar com a filha de Eduardo Beauté. Tudo por causa da roupa com que foi aos Globos de Ouro. Pouco me importa se a menina foi ou não bem vestida - e aos meus olhos foi mal vestida, mas de moda nada percebo - mas é apenas uma menina. Que não é figura pública. E que tem sido alvo de comentários muito feios por parte de pessoas que podiam escolher outros alvos.

É apenas uma menina. Igual a tantas outras Marias com as quais ninguém goza. Hoje ouvi isto: "é preta e filha adoptiva de um paneleiro. Se fosse branca, loura, filha de alguém mais importante e estivesse vestida de princesa já ninguém gozava".

Não sei se será assim. Mas não deve andar muito longe da verdade. Só sei que aquelas crianças não mereciam ser vítimas de uma guerra que não escolheram. Tal como a filha de Beauté não deveria ser vítima de uma guerra estupida que serve para se ter mais uns gostos aqui e ali.

treino para ter o rabo perfeito

A esmagadora maioria das mulheres que vão para o ginásio pedem uma coisa: exercícios para trabalhar os glúteos. Querem ficar com o "rabo perfeito". Os tempos vão passando, as tendências de desporto também se alteram, mas este desejo permanece igual com o passar dos anos. Para quem desconhece os melhores exercícios, e para quem não tem tempo para ir para o ginásio, fica aqui um plano de treinos para ajudar a trabalhar o rabo.

22.5.17

o fenómeno madonna

Não me recordo da última vez em que se falou tanto de Lisboa. E estou a referir-me às constantes notícias desde que Madonna chegou a Lisboa. Recuando um pouco no tempo, talvez encontre paralelo no momento em que Monica Belucci comprou casa em Lisboa. De resto, existem notícias pontuais sobre a cidade. Quase sempre quando a cidade é notícia lá fora. Desde que Madonna chegou até já vi canais com pequenos debates sobre os encantos de Lisboa.

Isto não é uma crítica. Defendo é que tendemos a desvalorizar o que é nosso. Pelo simples facto de que é nosso. É uma realidade diária. Está ali ao lado diariamente. É o mesmo que diversas pessoas falarem de Sintra com encanto quando para mim é ambiente de trabalho diário. Trabalhando em Sintra, não é a primeira opção para um passeio de fim-de-semana. E muitas pessoas pensam o mesmo de Lisboa. Quando têm tempo para passear, fogem daquela realidade diária. Por mais bela que seja.

Não significa que não se goste de Lisboa, uma das mais belas cidades do mundo. Simplesmente está aqui mesmo ao lado. E esta proximidade faz com que os encantos acabem por se desvanecer. Até que chega uma Madonna. E anda a passear por sítios muito bonitos. Que estão aqui mesmo ao lado. E que acabam por ser notícia. E nesse momento é que nos lembramos dos reais encantos com os quais lidamos diariamente e que acabam por ser desvalorizados.

ser pequeno não tem mal nenhum

Somos pequenos! Os portugueses são pequenos. Especialmente aqueles que fazem carreira em Portugal. E não confundir pequenos ausência de talento ou ambição. É o que é! Temos um mercado pequeno em quase todas as áreas. O que faz com que ninguém nos conheça do outro lado da fronteira. Porque não somos um produto que os outros comprem com frequência.

Existem excepções. E Cristiano Ronaldo é a maior de todas. Mas é alguém que fez carreira lá fora. E que acaba por dar reconhecimento ao País de origem. Acontece o mesmo com José Mourinho e numa escala menor passa-se o mesmo com Sara Sampaio, Ricardo Pereira e com mais algumas pessoas. Que foram para fora, acabando por conquistar o seu espaço.

Recordo-de de estar com Diogo Morgado e de lhe perguntarem se tinha receio de que Hollywood se esquecesse de si. "Esquecer? Hollywood nem sabe que existo", respondeu. E esta é a verdade. Reafirmo que ser pequeno e ter noção do seu real tamanho não é sinal de inferioridade. É sinal de sabedoria. De inteligência.

Não podemos ficar ofendidos quando nos recordam disso mesmo. Ou quando gostamos de fingir que olham para nós como gigantes quando na realidade ninguém nos vê! Quando só o nosso reflexo no espelho é que olha para nós com admiração. Somos o que somos. E não é por se tentar vender uma imagem diferente que somos maiores do que o nosso real tamanho.

teste só para génios. és um deles?

21.5.17

no top desde 2004. quem diria...

Vamos recuar até 2004. Nessa altura Portugal "inteiro" tinha uma bandeira ou um cachecol de Portugal na janela/varanda. E a culpa/mérito deste feito foi de Scolari. Na altura Portugal disputava o Euro 2004. E o sonho transformou-se em desilusão em poucas semanas. Ainda hoje recordamos as duas derrotas com a Grécia - uma a abrir a competição, outra a fechar - e dificilmente as iremos esquecer.

Mas 2004 não foi feito apenas de futebol. Também foi feito de música. E todas as pessoas andavam a cantar Yeah! e Burn, ambas de Usher. If I Ain't Got You, de Alicia Keys e This Love dos Maroon 5. E refiro estas músicas porque foram consideradas as melhores daquele ano. Mas mesmo no domínio da música, muito mais foi feito do que estas músicas.

Pode não parecer mas Mr. Brightside, dos The Killers, é de 2004. Ou seja, esta música tem 13 anos. Em tempos partilhei esta música nas redes sociais e disse que passados cem anos ainda seria faladas. Não sei se isso vai acontecer. Aquilo que sei é que este brilhante tema está nos tops desde a data de lançamento. Passados 13 anos, Mr. Brightside continua nos top (britânico). Nunca deixou de estar naquele top. Qual o motivo? Ninguém sabe ao certo. Mas é um feito extraordinário.

Ninguém sabe explicar o motivo da permanência no topo mas ligo isso à magia da música. Uma das coisas que não depende da velocidade alucinante da vida hoje em dia. A qualidade não está associada ao imediato. Não depende disso. E basta recordar alguns exemplos. Como foi o caso do lançamento do primeiro álbum dos Foo Fighters. Que foi arrasado pela crítica. Que mais tarde acabou rendida ao talento do grupo e do disco. Infelizmente nem tudo tem esta possibilidade. De não estar dependente do sucesso imediato. E isso tem a sua piada.

19.5.17

mulher + bolo noiva + ousadia = ???

mulher + bolo noiva + ousadia = ? Ainda estou a tentar perceber o resultado da equação. Se alguém quiser ajudar a decifrar o resultado, agradeço. Será fantasia de alguns homens? Imaginam a noite de núpcias a começar assim?

a moda do fidget spinner

Já perdi conta ao número de pessoas que falam do fidget spinner. Tenho amigos que já compraram vários para os filhos. Outro diz que o filho, irrequieto por natureza, fica mais calmo quando está entretido com aquele que é um instrumento terapêutico. Parece que, em Portugal, já foram vendidos mais de 15 mil numa semana. Concluindo, todas as pessoas falam bem do fidget spinner. Mas sempre que vejo um a rodar, fico sem perceber como é que conquista tantas pessoas. Deve ser daquelas coisas que viciam após a primeira experiência.

18.5.17

a decisão de mudar

Nos últimos tempos mudei de vida. Algo que não é novidade pois já tinha partilhado aqui. Mantive-me na minha área – jornalismo – mas passei para um registo bastante diferente em relação aquele em que trabalhei durante muitos anos. Andava desmotivado. Estava farto de determinadas situações. Resumindo, queria mudar. Se procurei essa mudança com a determinação que ela pedia? Não! Se errei ao fazer isso? Sim!

As pessoas habituam-se às zonas de conforto em que vivem. Mesmo que sejam miseráveis do ponto de vista psicológico. Bastante duras. As pessoas querem mudar mas inventam mil “e se” para adiar ou evitar a mudança. E agarram-se muito mais aos receios de mudar do que aos motivos para deixar tudo para trás, sem qualquer receio. Isto aplica-se especialmente ao trabalho. Havendo que também o faça em tudo na vida.

Sabia que mudar seria bom para mim. Especialmente para a minha cabeça. Mas nunca imaginei que fosse tão bom como está a ser. Não existem segundas-feiras extremamente aborrecidas. Não existem viagens de carro que parecem o corredor da morte. Não existem noites mal dormidas. Não existem aborrecimentos desnecessários. Se me prendia muito a tudo isto? Não! Se dava mais importância do que tinha? Não! Mas não é fácil desligar de uma realidade bastante presente. É como não querer ver algo que não sai da nossa frente.

Não sou a pessoa mais medrosa do mundo. Não vivo com medo de mudar. Mas agora noto que poderia ter feito algo mais para que esta realidade não demorasse tanto a chegar. E é o que digo aos amigos que me perguntam “como vai o trabalho novo?”. Respondo com alívio. Com um sorriso no rosto. Com entusiasmo. Com energia. E se as pessoas tivessem a noção – algo que não tinha na totalidade – do peso que isto tem em tudo na vida, nunca mais arranjam motivos para não largar algo que só faz mal. Passavam a procurar motivos para mudar. E agarravam-se a todos.

a decisão de mandar abater um cão

Ao longo da minha vida tive um cão. Na realidade foram dois. Mas quanto tive o primeiro era muito pequeno. E o tempo que esteve connosco foi pouco para que ficassem grandes memórias. Com o Óscar tudo foi diferente. Foram muitos anos a viver com ele. Acompanhou-me no crescimento e no processo em que passei de adolescente a homem. E dele me “despedi” quando fui viver com a minha mulher.

Não quero discutir a forma como cada pessoa ama um animal. Eu amava o Oscar como se fosse um irmão. As pessoas não têm de ser todas como eu. Nem tenho de seguir as ideias das pessoas que não concordam com esta forma de amar. Nem isso importa. Ao longo dos seus anos de vida o Óscar pregou alguns sustos. Até porque tinha ataques epilépticos com alguma frequência. Mesmo medicado. Mas os sustos nunca foram muito intensos. Ou seja, nunca vivi com o receio de olhar para o meu irmãozinho num estado de vida que me deixasse sem saber o que fazer.

O Óscar ficou estranho numa altura em que os meus pais não estavam em casa e em que eu e a minha irmã tínhamos a missão de tomar conta dele. Isto porque nunca passou uma noite sozinho em casa. A minha irmã ligou-me porque tinha visto sangue em casa dos meus pais. Fui imediatamente para lá. Não gostei do que vi e fomos com ele para a veterinária. A meio do caminho parecia ter morrido. Sem saber o que fazer, dei por mim a abanar o Óscar. E a chamar por ele com todas as minhas forças. Vi que estava vivo e cheguei ao veterinário.

Foi imediatamente levado para dentro. A veterinária veio dizer que estava fraco. Mas deu a entender que tudo ficaria bem. Até que vem ter connosco e diz que ele não deve durar muito e que podíamos ir ter com ele. Assim foi e o Óscar morreu perto de mim. Mentia se dissesse que a dor acabou naquele momento. Não há um dia em que não me lembre dele. Em que não pense nele. E nos momentos que vivemos. A dor não desaparece. Muda apenas de formato. De intensidade. Mas nada disto, desta dor, faz com que me arrependa de ter tido um cão. Isso não faz sentido para mim.

Recordo este episódio porque num passado recente, duas pessoas que me são próximas tiveram que tomar a decisão de mandar (ou não) abater os seus cães. Decisão que felizmente nunca tive de tomar. É “fácil” estar do outro lado da barricada. Dizer coisas como “se está a sofrer e se já não vive em condições é melhor tomar essa decisão”. Mas não sou capaz de me colocar no lugar dessas pessoas. De dar o ok a uma decisão que seria incapaz de tomar.

Não consigo imaginar a dor de escolher o momento em que o nosso amigo deixa de viver. Por mais sentido que isso faça. Mesmo sabendo que já não se levanta, que não come e/ou muitas outras coisas. É uma decisão que seria incapaz de tomar. Ao saber destas duas histórias fico agradecido por não ter vivido algo semelhante. Agradeço que o infeliz adeus do Óscar tenha sido rápido, sem o prolongar de uma dor que ninguém deve viver.

semana de merda x2

Primeiro foi a inesperada notícia da morte de uma das pessoas mais especiais que o jornalismo me deu a conhecer. Um Grande homem com quem vivi muitas aventuras profissionais e pessoais. Um mestre. Uma pessoa como poucas que acabou traída pelo coração. Um daqueles imortais que apenas mudou de morada. Agora é a notícia da morte, igualmente inesperada, de Chris Cornell. Pessoa que passei a admirar devido ao enorme talento. Que, na minha leitura, fazia de si um dos imortais. Hoje, muitas pessoas vão partilhar músicas dos Soundgarden e dos Audioslave. Por isso, em jeito de homenagem dupla, deixo aquela que considero ser a melhor música de sempre de um filme James Bond. Que por acaso casa com o melhor filme da saga.



vamos só beber um shot e depois vamos embora

video

Alguns shots e horas mais tarde é isto. True story!

17.5.17

orgulho nacional

É um daqueles casos em que sinto um grande orgulho nacional. As entrevistas que já vi e li de Bernardo Silva revelam a pessoa que é. E pessoas assim, bem formadas e cheias de talento, merecem o melhor. E este orgulho estende-se a Leonardo Jardim, um dos melhores treinadores portugueses da actualidade, e a João Moutinho. Parabéns pela conquista do campeonato francês!

as pessoas baseiam-se na imagem

Donald Trump ainda agora chegou à cadeira política mais desejada do mundo. Mas todos querem que deixe o lugar que ocupa. Ou que, na pior da hipóteses, chegue rapidamente 2020 para as próximas eleições presidenciais norte-americanas. E se já foi falado o nome de Kanye West para candidato, surge outro nome. Igualmente afastado da política.

Dwayne 'the rock' Johnson está a ser apontado como um possível candidato. O próprio actor, que ficou conhecido no mundo do wrestling, não coloca essa hipótese de lado. E o mais curioso é que as sondagens são boas para o eventual candidato. As pessoas gostam da sua imagem. E têm uma ideia muito positiva do actor. E acho que o futuro da política poderá começar a passar por aqui.

Isto no sentido de a imagem começar a ganhar um destaque cada vez maior. As pessoas conhecem Dwayne Johnson pelas lutas e, cada vez mais, pela carreira de actor. Poderá haver quem acompanhe mais de perto a sua vida e aquilo que é longe das câmaras. Mas a imagem terá quase sempre base numa imagem pública. Mas as pessoas valorizam isto cada vez mais. Especialmente na política, área onde quase todas as pessoas deixaram de acreditar. Em especial os mais novos, que ligam muito à imagem.

E isto não se aplica apenas à política. Muitas pessoas confundem conceitos com base na imagem. Como quando acontecem aquelas eleições das pessoas mais sensuais e os votos vão para as pessoas que têm uma imagem mais apreciada pelo público. A imagem sempre foi importante. E começa a alastrar-se a muitas áreas. Se bem que na política dos Estados Unidos seja bastante fácil, nesta fase, encontrar supostos candidatos de quem todos gostam. Principalmente quando o termo de comparação é Donald Trump.

um dos motivos pelas quais os homens têm menos roupa do que as mulheres

Regra geral os homens têm menos roupa do que as mulheres. Esta é a ideia que tenho. O que não implica que sejam mais poupados do que elas. E acho que existe uma forma muito simples de explicar a minha linha de raciocínio. A generalidade da roupa dos homens consegue manter-se na moda ao longo dos tempos. Já elas optam por roupa que acaba por sair de moda ao final de uma estação.

Cruzei-me com um artigo da Esquire. Neste são referidas as únicas dez t-shirts de que o homem precisa. E o motivo é porque nunca passam de moda. No meu caso ainda cortava mais um ou dois modelos desta lista. Olhando para o panorama geral, e enquanto homem, concordo que se trata de um exemplo perfeito daquilo que faz falta ao roupeiro de um homem.

1 - A clássica t-shirt branca. Que não necessita de qualquer explicação. Este modelo é da Levi's e custa 90 euros.

2 - A Henley t-shirt. Distingue-se pela gola redonda e pelos botões (entre dois a cinco). Esta custa 40 euros e é da Buck Mason.

3 - Marled Gray t-shirt. Tal como a primeira, é um modelo que praticamente se adapta a todo o tipo de roupa. Modelo Brunello Cucinelli, 312 euros.

4 - A t-shirt do marinheiro. Ficou celebrizada graças à marinha francesa e desde então que é um sucesso. T-shirt Ami, 98 euros.

5 - Mais riscas. As riscas horizontais ganharam fama com o modelo e cores anteriores. Mas existem mais opções. Burberry, 135 euros.

6 - Um modelo menos discreto que os anteriores. Há com desenhos, fotos, frases e tudo mais. É um modelo mais ousado do que os anteriores. 244 euros. Dsquared2.

7 - No mesmo registo da anterior mas com uma discrição muito maior. Modelo Noah, 43 euros.

8 - T-shirt com bolso. Mais um exemplo de algo que vai bem com tudo. A.P.C., 86 euros.

9 - Modelo básico mas com cor. Correndo o risco de ser redundante, mais um exemplo de algo que praticamente dá com tudo. 380 euros, Gucci.

10 - T-shirt de mangas compridas. Ideal para aquelas noites de verão mais frescas. 85 euros, Aime Leon Dore.

O valor das peças escolhidas pela Esquire é uma pequena fortuna. Mas é possível comprar as dez com o dinheiro da primeira. Ou até menos. Preços à parte, qualquer homem irá concordar com esta lista. Eu, que tenho dezenas de t-shirts, concordo com esta lista. O que está aqui basta. Chega e sobra. Até porque os homens têm uma característica especial. Que passa por vestir quase sempre as mesmas peças de roupa. E contra mim falo. Tenho muitas t-shirts para existe um núcleo duro que é muito mais usado do que as restantes. E se for analisar essas peças, enquadram-se nesta lista.

segredos para melhor sexo (sem tabus)

Existem pequenos detalhes que ajudam a que o sexo seja melhor. Quando assim é todos ganham. Porque todas as pessoas concordam que a relação é muito melhor quando existe uma sintonia perfeita no que ao sexo diz respeito. Neste sentido, existem especialistas que defendem pequenos segredos que devem ser seguidos pelos casais. Vamos a eles:

Ver pornografia a dois
Especialistas referem que é importante ver filmes a dois. Escolher os mesmos previamente e aqueles de que mais gostam. E não ter receio ou vergonha de debater, no final, aquilo de que gostam e não gostam. Porque isto acabará por ser passado para o quarto. Esta é a opinião do sexólogo Shan Boody.

Fazer o sexo durar
Existem muitos mitos em relação ao sexo, mais especificamente em relação à duração de uma relação. Muitas pessoas gostam de se gabar, dizendo que as suas relações duram muito tempo. Mas de acordo com diversos estudos, o tempo médio "ideal" de uma relação oscila entre os sete e treze minutos (sem incluir os preliminares).

Dizer-lhe que sabe bem
Está provado que as mulheres que sentem confiança em relação aos aspecto dos genitais estão mais abertas a diferentes actividades sexuais. E mais facilmente atingem o orgasmo porque estão relaxadas. Quando um homem faz sexo oral a uma mulher deve revelar-se entusiasmado com o que está a fazer. Deve elogiar a mulher e dizer que sabe bem, explica Debra Herbenick.

Demorar o seu tempo
A imagem de uma alguém nu mexe com as pessoas. É algo que liberta dopamina e oxitocina. Mas o efeito rapidamente desaparece. O que faz com que a parte em que o casal se despe deva ser vivida sem pressas.

Os ouvidos também são importantes
"A diferença entre um gigolo e um homem normal é que o gigolo ouve e presta atenção aquilo que a mulher quer na cama". Daí que ouvir seja importante. Não deve haver receio de perguntar o que ela quer na cama. E, já agora, convém perguntar quando não estão na cama. É a opinião de Helen Fisher.

Levar a cozinha para a cama
Todos os alimentos que são bons da cintura para cima, também são da cintura para baixo. Uma má alimentação irá ter um impacto negativo na relação. Uma boa alimentação irá ajudar.

Tomar um duche
Não está provada a existência de alguma feromona que faça com que alguém seja irresistível para os outros. Por isso, nada melhor do que um banho antes das relações. Quanto muito podem deixar uma peça de roupa na casa da outra pessoa para que estejam sempre presentes. É a opinião de Tritram Wyatt.

Sem grandes preocupações
É capaz de ser uma declaração mais polémica mas a relação sexual não é tudo. E esta é a ideia que os homens têm de perceber em vez de estar sempre a pensar se vai correr bem ou não. Um conselho é esquecer o sexo (penetração) durante um mês. Fazer tudo menos isso. Quando os homens percebem que a penetração não é tudo, as coisas correm muito melhor, defende Emily Wentzell.

O ambiente
Para que o sexo seja perfeito a mulher tem de estar relaxada. O ambiente ajuda neste domínio. E aqui "vale" tudo. Desde pouca luz a velas, música e partilha de fantasias. Um estudo prova que um bom abraço de 30 segundos aumenta os níveis de oxitocina e antecipam o desejo de sexo. É o que diz Ian Kerner.

Cowgirl invertida
Descobrir qual a posição sexual que mais a estimula. Normalmente é a mulher em cima, voltada de costas para o homem, posição conhecida com cowgirl invertida. Refere Beverly Whipple.

Tocar-lhe em todo o lado
Um toque sensual liberta oxitocina, que por sua vez mexe com o desejo sexual da mulher. As massagens com óleo são uma excelente opção e algo que tem impacto nos dois. É a opinião de Carol Cassell.

escacar pedra

Faço parte de um grupo no WhatsApp onde estão as pessoas com quem almoço uma vez por semana. Este grupo serve para todo o tipo de coisas. Das mais sérias às mais divertidas. Das piadas futebolísticas aos memes. E é também graças a este grupo que tenho descoberto alguns vídeos que nunca tinha visto. Um deles é este, que data de 2011. Quanto mais vejo este vídeo, mais vontade tenho de rir. Venha de lá esse "escacar pedra".

16.5.17

só para quem não tem receio de se sentir velho

Queres sentir-te "velho"? Faz hoje 31 anos que foi lançado o Top Gun. Perante este facto existem alguns passos a seguir:

1 - Tentar não chorar.
2 - Deitar em posição fetal.
3 - Chorar baba e ranho.



Brincadeiras à parte, é nestes momentos que se percebe a velocidade a que o tempo passa. Quando alguém assinala momentos como este é que se começa a fazer contas. No meu caso, tinha apenas quatro anos. Estava quase a fazer cinco. Agora são quase 36.

isto de chegar em primeiro lugar

Ao longo dos últimos dias tenho ouvido diversas pessoas desvalorizar o feito do Benfica. E estou a referir-me à inédita conquista do tetracampeonato. Curiosamente, ou não, estes comentários são todos feitos por adeptos de outros clubes. Que, com todo o mérito, alcançaram o mesmo feito primeiro do que o Benfica.

Para estas pessoas o feito do Benfica não tem valor. Pelo simples facto de que outros conseguiram fazer isso em primeiro lugar. E isto é algo que não tem qualquer lógica. Basicamente é uma das poucas formas de tentar argumentar a evidente supremacia de um clube em relação aos outros ao longo dos últimos quatro anos.

E digo que não tem sentido por diversos motivos. Ser o primeiro não retira valor aos outros. Tem um impacto histórico que os seguintes não têm. Mas não implica que sejam mais importantes do que os outros. Ou mesmo melhores. Até porque, se assim fosse, muitas coisas não teriam sentido. Qual o motivo de ir à Lua se já lá foi um astronauta. Qual o motivo de fazer algo que já foi feito por outros.

Brincando com a situação, tenho uma sugestão para quem defende que o tetracampeonato do Benfica não tem valor porque já foi conquistado por outros. Esses pessoas podem pensar nas relações que têm agora. E até podem pensar nos momentos íntimos que vivem com essas pessoas. Caso não sejam os primeiros namorados(as) dessas pessoas, podem pensar que outros já estiveram num “lugar” que agora ocupam. Ou sejam, conquistaram algo antes dessas pessoas. Depois, e mais uma vez em jeito de brincadeira, basta associar o raciocínio de que o tetra do Benfica não tem valor por não ter sido o primeiro.

aqui está uma bela moda para elas

O Verão está quase a chegar. O calor aumenta. As noites quentes pedem festas. Tal como os finais de tarde. Multiplicam-se as sunset parties. E os bares e discotecas organizam festas temáticas em quase todas as noites da estação mais quente do ano. Isto levanta uma questão: o que vestir? E as mulheres dão por si a pensar na roupa que vão levar a cada festa.

Levo esta roupa? Mas já levei à festa do outro dia. E se está lá alguém que também estava na outra festa? É capaz de ser melhor levar outra roupa. Mas também não vou levar a peça x que vai ficar a cheirar a tabaco. No final de contas... o que vestir? A resposta é bastante simples. Nada! Vestir nada. E diz que é uma moda internacional que tem cada vez mais fãs.

Isso significa ir nua às festas. Sim! Quer dizer... não! Ou melhor... quase. A moda é vestir fita-cola preta. Sim, isso mesmo. Tal e qual ao que soa. Diversas mulheres, em especial em Miami, nos Estados Unidos da América, optam por este visual ousado na hora de ir sair com as amigas. De forma resumida, recorrem à fita-cola preta para tapar os mamilos e a zona genital. E pouco mais do que isso. O trabalho fica a cargo de "estilistas" especializados nesta arte que tem cada vez mais fãs. Para provar que não estou a brincar, deixo a sugestão para um visual.


PS - Não é brincadeira! É mesmo moda.

not enough whiskey

Este homem faz tudo?

15.5.17

pessoas giras que nunca vão ser bonitas

"É uma pessoa gira que nunca será bonita". Ouvi esta frase num passado recente. Era sobre uma pessoa em específico, não importa quem, e as palavras ficaram na minha cabeça. Porque gosto da frase. Porque casa na perfeição com algumas pessoas. E porque é uma forma quase poética de definir um determinado grupo de pessoas. As tais que tendo tudo para ser bonitas, nunca conseguem ir além disso.

E o que é isto das pessoas giras que não são bonitas. Numa primeira análise soa a algo absurdo. Mas na realidade não é! São aquelas pessoas que gostam de olhar para si num pedestal onde não cabe mais ninguém. E de onde ficam a olhar, sempre para baixo, nunca para cima, para todos os outros. Para os restos da sociedade. Para os inferiores. Para os feios, para manter o mesmo registo no que ao vocabulário diz respeito.

São aquelas pessoas que "gozam" ou dizem mal dos seus pares. Leia-se das pessoas que têm (ou já tiveram) a mesma profissão. Que já estiveram sujeitas às mesmas regras. Que tiveram de cumprir determinados aspectos. Mas que, mesmo assim, parecem ser inferiores. Quando não o são. Quando até são pessoas extremamente simpáticas, que até são simpáticas no momento em que poderiam ser pessoas verdadeiramente lixadas.

A beleza física, sempre discutível, não é tudo. O papel de embrulho não faz o rebuçado. A caixa não determina a qualidade dos chocolates. As roupas caras não dão classe à pessoa. E por isso é que concordo que realmente existem pessoas giras que nunca vão ser bonitas. Por mais que achem que foram abençoadas com toda a, como diria o Fábio Coentrão, boniteza do mundo.

i luv it vicia (fica o aviso)

Psy tem o mérito de ter o vídeo mais visto de sempre no YouTube. Não pretendo discutir a qualidade musical de Gangnam Style nem de outras músicas do género. Há quem goste e quem não goste. No meu caso, não sou dos maiores fãs de Psy. Mas não nego que as suas músicas têm algo que vicia. E quando me cruzo com uma dou por mim com curiosidade para perceber o que aí vem. Acredito que isto aconteça com muitas pessoas pois uma das suas músicas mais recentes (esta) já conta com mais de 18 milhões de visualizações. E o vídeo só foi lançado no dia 10.

e eu a pensar que os abdominais é que ajudavam...

"Homem que é homem" gosta de ter os abdominais definidos. Tal como - é a ideia que tenho - "mulher que é mulher" gosta de ver um homem com os abdominais definidos. Ao longo dos tempos sempre ouvi dizer que um dos melhores caminhos para chegar a este destino passava pelos abdominais convencionais. Passe a redundância, fazer abdominais ajuda a ter abdominais definidos. Mas parece que não é bem assim...

Um grupo de investigadores de Harvard defende que existe um exercício muito melhor nesta missão. Trata-se da prancha. Que, para quem não sabe, é o exercício em que a pessoa está apoiada nas mãos e nos pés, com o rosto voltado para o chão. Quase como se fosse começar a fazer flexões. Segundo os investigadores, este exercício trabalha mais grupos musculares dos que os abdominais.

Além disso, acrescentam ainda que a prancha não castiga tanto as costas e o pescoço. Até porque muitas pessoas fazem abdominais de forma errada e deste modo provocam lesões nas costas e no pescoço. Por isso, quem está interessado em definir os abdominais deve apostar na prancha.

concordo com o salvador sobral

Já tinha manifestado a minha opinião ao dizer que não sou o maior fã de Salvador Sobral, nem da música com que conquistou o Festival Eurovisão da Canção. O que não implica que não tenha desejado a sua vitória. Sentimento transversal a tantas outras músicas que tentaram aquilo que apenas agora Salvador Sobral conseguiu. Até porque passaram grandes nomes (em épocas diferentes) pelo Festival da Canção. Músicas sem sucesso internacional mas que conquistaram o seu espaço na história da música nacional.

Não sendo o maior fã, assumo que existem ideias de Salvador Sobral com as quais me identifico. A forma como olha para o panorama nacional (e mesmo internacional) da música é uma dessas coisas. É uma indústria muito característica. Em que existem fenómenos, sem qualidade, que são fabricados a pensar no sucesso. Com estratégias muito bem montadas que vão da produção até à forma como as músicas são tratadas nas rádios, fazendo com que as músicas acabem, quase que à força, por conquistar as pessoas que acabam por ser afastadas de outras músicas.

Por outro lado, olho para o caso de Salvador Sobral como um exemplo de outro fenómeno actual. Quando as coisas correm mal, ninguém tem culpa de nada. Poucos dão uma palavra de apreço. Poucos apoiam algo. Todos dizem coisas como "sabia que ia correr mal" e por aí fora. Basicamente ninguém quer estar perto da pessoa. Quando as coisas correm bem, tudo muda. Todos querem uma fatia do sucesso. Todos sabiam que tudo correria bem. Todos estão lá para apoiar e para revelar um amor incondicional que dura desde sempre.

E Salvador Sobral é exemplo da forma como se olha para um caso de sucesso nos dias que correm. E pelas suas palavras, acredito que sabe que é isto que lhe está a acontecer. E como é óbvio só tem que tirar o melhor proveito do "barulho" que é criado ao seu lado. E que nunca existiu quando já revelava o seu talento a cantar nas ruas. Ou que nunca existiu quando lançou o seu primeiro álbum.

Infelizmente, a forma como Salvador Sobral olha para a música (e com razão) não é muito diferente da forma como as pessoas olham para os fenómenos, sejam eles da música, do desporto ou da televisão. Que seja bem sucedido na missão de conseguir alterar o panorama musical nacional. Pode ser que assim também consiga mudar algumas pessoas.

14.5.17

coisas de que me orgulho

Quando o tema é futebol, existem algumas coisas das quais me orgulho. Fico feliz por ter jogador futebol durante muitos anos, por ter sido campeão e por ter disputado o campeonato nacional de juvenis, defrontando grandes nomes do futebol nacional e mundial.

Enquanto adepto também tenho motivos de orgulho. Vi Romário jogar no velhinho estádio da Luz. No mesmo estádio onde vi Portugal (num estádio com 120 mil pessoas) ganhar o mundial sub-20 ao Brasil. Vi Messi jogar. Vi Cristiano Ronaldo jogar. E vi o Benfica ganhar no estádio do Liverpool, um dos mais emblemáticos do mundo.

Estas são memórias de que me lembro no imediato. Existem muitas outras mas agora só consigo pensar no que vivi ontem. É com muito orgulho que estive no Estádio da Luz no dia em que o Benfica entrou para a história, conquistando o inédito tetracampeonato. Não existem palavras que façam justiça ao que vi e vivi naquele estádio. É mais tarde no Marquês de Pombal, onde estiveram 200 mil pessoas. São momentos daqueles que nunca esquecerei.

12.5.17

só gosto destes dois nomes

O Papa Francisco, pessoa que admiro e que tem uma história de vida brilhante (será que as pessoas sabem que foi um desgosto de amor que o levou a querer ser Papa?), chega hoje a Portugal. Como seria de esperar, parte da sua viagem, até Fátima, será feita no mítico papamóvel. Este é provavelmente o melhor nome para um carro. Só consigo colocar no mesmo patamar o batmóvel, que é o carro do Batman. De resto, não me recordo de mais nenhum nome que possa destronar estes dois da lista de melhores nomes para carros.

11.5.17

estranho (e incompreensível) fenómeno

No último texto dei conta de toda a euforia existente em torno de Salvador Sobral e da sua participação no Festival da Canção e agora na Eurovisão. Não está em causa o cantor, o seu talento, nem os programas. Mas a euforia em torno de algo que passa a ser popular. Neste caso específico já perdi conta ao número de pessoas que "odiavam" o festival da canção e que agora estão na primeira fila a aplaudir Salvador e a pedir que represente todos os portugueses!

Este fenómeno é no mínimo estranho. Mas não é raro. Todos querem ser amigos de quem é mais popular. Todos querem ter os ténis que estão na moda. E quem diz ténis pode dizer sapatos, calças, vestidos e por aí fora. Todos querem ir ao cabeleireiro da moda. Ser maquilhados pela maquilhadora da moda. E por aí fora. Mesmo que não se aprecie assim tanto tudo isto que referi.

Não sei se tudo isto passa pela necessidade de aceitação. Pelo medo do rótulo de diferente. Pelo receio de ficar em segundo lugar numa, às vezes cruel, corrida de popularidade. Mas considero tudo isto muito estranho. Não compreendo a necessidade de fazer parte de uma moda. Especialmente quando isso acontece apenas porque sim. Apenas porque é moda. E porque fica bem dizer que se é adepto dessa moda.

10.5.17

serei o único a passar ao lado do salvador sobral?

Existem fenómenos que me ultrapassam por completo. Até ontem as pessoas só conheciam o festival da canção no momento em que queriam falar mal do vencedor. Não importava a música nem a pessoa. Interessava falar mal. Ou porque o formato estava mal feito. Ou porque seria um (ou uma) azeiteiro a representar o País na Eurovisão. É por aí fora.

Salvador Sobral conseguiu ser apurado para a final. Algo que Portugal não conseguia desde 2010 e rapidamente o Festival da Canção passou a ser o melhor evento musical do mundo. Quer dizer, o segundo melhor que o primeiro é a Eurovisão. Agora todos dizem ver o festival desde pequenos, sem perder uma edição.

Além disso, todos são fãs de Salvador Sobral, para quem olham como o génio da música portuguesa. No meio de tudo isto sinto-me excluído. Porque não vejo o festival da canção todos os anos. Porque não chamo azeiteiro a quem nos representa. E porque não gosto do Salvador Sobral só porque é moda.

Já tinha dado a minha opinião em relação ao festival deste ano. Fiquei feliz com uma formato que tinha tudo para ser melhor do que os anteriores. Fico feliz por ter o representante português na final. Mais ainda por ser considerado um dos dois favoritos à vitória final. Mas a minha euforia fica por aqui, apesar de desejar (e muito) que consiga aquilo que nunca um português conquistou. E já passaram por lá grandes nomes.

De resto, não escondo que não tenho especial encanto pelo Salvador Sobral. É daquelas pessoas que não me aquece nem arrefece. Tal como a própria música. E seria incapaz de venerar algo ou alguém porque é moda.

Espero que o Salvador Sobral ganhe no Sábado. Espero também não saber disso no imediato pois é sinal de que estarei no Marquês de Pombal em festa! Espero ainda que a visita do Papa Francisco seja memorável. Tudo isto no mesmo dia. Só não vou em modas. Que acabam no instante em que o sucesso ou mediatismo de alguém acaba ou diminui substancialmente.

o motivo pelo qual ganha mais do que os outros

O Benfica tem tudo para se sagrar campeão nacional pelo quarto ano consecutivo. Até pode não ganhar. Mas isso não invalida que tenha sido o clube de maior sucesso ao longo dos últimos quatro anos. E o motivo para isto é simples: o Benfica ganha mais vezes do que os outros porque é melhor do que os outros. Tudo o que vá além disto é não querer ver a realidade.

Ao longo dos últimos dias ouço amigos do Sporting dizer que o Benfica só ganha porque é ajudado pelos árbitros. Fica a ideia que o Sporting tem um palmarés tão pobre (para a história do clube) ao longo das últimas décadas apenas por causa dos árbitros. Não se olha para o mau investimento. Para os constantes erros de casting a nível de jogadores. Para algumas más políticas. A culpa é apenas uma: dos árbitros.

E o mesmo, mas numa escala diferente, pode ser dito do Porto. Quem tem tido, na minha opinião, uma mistura de maus treinadores com maus planeamentos. E mais uma vez, o mérito do Benfica está apenas nos árbitros. Poucos são aqueles que conseguem perceber os constantes erros cometidos, falando apenas nesta época, por Nuno Espírito Santo. Especialmente em momentos cruciais da época.

Num passado (felizmente para mim, enquanto benfiquista) cada vez mais distante, o Porto ganhou bastantes títulos e troféus. E isto aconteceu porque o Porto era melhor do que os outros. Tinha melhores jogadores e uma organização que fazia toda a diferença. Isto numa altura, e ficando apenas pelo meu clube, em que andávamos perdidos com dirigentes de qualidade duvidosa, jogadores sem qualidade e muito dinheiro gasto com quem não devia.

Uma equipa, seja em que modalidade for, não ganha sempre por causa dos árbitros. Achar isto anos a fio é não querer olhar para os verdadeiros problemas da equipa, dos dirigentes, dos clubes. No que ao futebol diz respeito, os três grandes são sempre mais favorecidos dos que os clubes mais modestos. Mas vende-se a ideia de que os árbitros têm culpa de tudo. Ideia que é potenciada com os 239592802384 programas semanais que passam a ideia de que aqueles que não ganham (independentemente da cor do clube) são sempre prejudicados.

Os programas, ou quem lá está, transmitem - na sua maioria - as ideias que alguém quer passar. E os adeptos - mais uma vez na sua maioria - agarram-se a essas ideias. Que defendem com unhas e dentes nas discussões com amigos. Chegando a perder a razão com atitudes menos simpáticas. E no meio deste efeito, potenciado pelos programas, poucos conseguem perceber os verdadeiros problemas dos clubes que não ganham.

9.5.17

ainda se morre por amor?

Volta e meia surgem notícias de pessoas de outra geração que morrem por amor. Pelo menos é a ideia que retenho. Refiro-me aquelas pessoas que estão juntas a vida inteira e que morrem com uma idade já avançada. Após a morte de uma das pessoas do casal, a outra acaba por morrer pouco tempo depois. Gosto de acreditar, apesar da tristeza da morte, que isto é morrer por amor.

Tal como gosto de acreditar que ainda se morre por amor. Algo que a maioria das pessoas não terá capacidade para perceber. E não percebem por um motivo muito simples. Porque desconhecem o que é amar. A maioria das pessoas julga que o amor se mede com a quantidade de relações sexuais. Ou pelo tamanho das mamas. Ou pelos abdominais definidos. Ou por alguns luxos adquiridos em lojas de acesso reservado.

E isto não é amor! Tal como não é amor não ter paciência para a pessoa que está ao nosso lado. Não ter paciência para ouvir os problemas dessa pessoa. Não querer fazer parte das soluções de tudo aquilo que está mal. Ficar apenas à espera que essa pessoa esteja disponível para nós quando nós precisamos dela. Isto também não é amor.

E enquanto as pessoas não perceberem o que é o amor, vão continuar a achar que não se morre por amor. Até ao momento em que percebem o que é amar. E aí tudo muda. Porque tudo passa a fazer sentido.

uma morte que deixa o país mais pobre

porque as mulheres são más

Na sequência deste post, chegou-me este vídeo. As mulheres são más! E continuo a defender que existem coisas que não devem ser partilhadas com a pessoa com quem estamos.

beber tequila faz bem

Não é novidade que sou fã de estudos. Tal como não é algo novo dizer que existem estudos para tudo e mais alguma. Até existem estudos diferentes em que um defende uma coisa e outro defende a oposta. Mas isso pouco interessa. Porque gosto de um estudo recente que acabei de descobrir. E este envolve tequila.

Parece que beber tequila ajuda a manter os ossos saudáveis pois substâncias presentes na planta agave-azul (da qual é feita a tequila) aumentam os níveis de cálcio e magnésio bem como dos minerais que ajudam a manter os ossos fortes. O estudo defende ainda que açúcares presentes na mesma planta podem ser utilizados no tratamento da osteoporose.

Uma coisa é a tequila fazer bem. Outra é consumir tequila como se não houvesse amanhã. Fica é a desculpa (como se fosse necessário) para beber ocasionalmente um shot na companhia dos amigos. Nem que seja com a desculpa de que faz bem aos ossos.

8.5.17

o momento em que elas elogiam o (isso mesmo) deles

"O teu pénis tem o tamanho perfeito", diz ela.

Ele fica todo contente.

"É que o do meu ex-namorado era muito grande", acrescenta ela.

True story. Acabei de ler e vendi como comprei.

A ser verdade, existem informações que não necessitam de ser partilhadas entre casais. São dados que podem ficar no arquivo sem que ninguém se aborreça com isso.

vamos ajudar a jemma lucy?

Jemma Lucy é uma jovem, de 28 anos, que faz parte do meu imaginário recente. Sei, porque procurei, que fez parte de um reality show que tem o nome de Ex on the Beach. Não sei o que fazia antes nem sei o que faz depois de ter participado no programa em questão. Creio que é modelo. Sei também, porque é impossível não reparar, que tem o corpo praticamente todo tatuado. Nada contra!

E sei isto porque a Jemma Lucy parece ter um problema. A jovem é (digo eu) alérgica à roupa. E digo isto porque é rara a vez que não visito um site de uma publicação internacional em que não aparecem fotos de Jemma Lucy nua. É quase uma colecção ao estilo da Anita. "Jemma Lucy depois de aumentar as mamas", "Jemma Lucy depois de colocar silicone no rabo", "Jemma Lucy apanhada desprevenida a tomar duche" (esta foto é desta obra) e por aí fora. Mais a sério do que a brincar, não me recordo de ver uma notícia sobre esta jovem em que não esteja nua.


Por isso decidi criar o movimento "Vamos ajudar a Jemma Lucy". Cada pessoa pode contribuir com aquilo que desejar. O objectivo é vestir a jovem antes que se constipe. Tarefa que me parece quase impossível. Brincadeiras à parte, se Jemma Lucy anda quase sempre sem roupa é porque ganha algo com isso pois já dizia o meu professor de Economia que não existem almoços grátis. Se o site tem, sempre em destaque, fotos de Jemma Lucy sem roupa é porque as mesmas têm bastante procura. E num efeito bola de neve vai sendo alimentada toda a máquina da indústria dos participantes de reality shows, algo que em Portugal acontece num registo diferente.

uma saloia e um cabeleireiro

Nasci em Lisboa mas sempre vivi nos arredores da Capital. Tal como a minha mulher. A diferença é que estou de um lado do Tejo e ela de outro. E isto costuma ser motivo de brincadeira entre nós, tal como aconteceu ontem. Comecei a dizer, como faço ocasionalmente, que a fui buscar ao campo para lhe mostrar a cidade. Digo que é a minha saloia, e que sempre tive o desejo de casar com uma. Ontem estava a brincar com isto quando me diz:

“Mostraste a cidade? Eu mostrei-te um cabeleireiro em condições”, diz-me.

Fiquei a rir durante largos minutos. E quem conhece os meus penteados por volta dos vinte anos compreende na perfeição o motivo das minhas gargalhadas. E se há coisa que adoro é que a minha mulher me deixe assim, a rir sem parar.

o problema não está nas segundas-feiras

As segundas-feiras costumam ser um dia terrível para as pessoas. Pelo menos para aquelas que podem usar o fim-de-semana para descansar ou fazer tudo aquilo que bem lhes apetece e que vai além do trabalho. O regresso ao trabalho faz com que as pessoas olhem para a segunda-feira como um dia extremamente penoso.

Já Ricky Gervais diz que o problema não está nas segundas-feiras, mas na vida das pessoas. É certo que é uma piada levada ao extremo, mas não anda longe da verdade. Aliás, está mais perto da verdade do que da mentira. E sou exemplo disso. As segundas-feiras eram “penosas” para mim. E agora que mudei de trabalho percebo melhor o alcance da piada de Ricky Gervais.

O problema não estava na segunda-feira, mas em mim. Na minha vida. Na desmotivação em que me encontrava. Isso é que tornava tudo extremamente penoso para mim. Agora, a segunda-feira é um dia como outro qualquer. Existe motivação em trabalhar. Em fazer mais e melhor do que no último dia. Independentemente de ser segunda ou sexta-feira.

Daí concordar cada vez mais com a piada. O problema não está nos dias da semana, mas na vida das pessoas. Na motivação ou na falta dela. Na alegria ou na tristeza perante aquilo que se faz. E quando se tem isto em conta pesa ainda mais a responsabilidade de cada um. E digo isto porque temos tendência a ter medo da mudança. E nem sequer a procurar a mudança que, na maioria dos casos, só nos faz bem.

7.5.17

hoje e sempre

O teu dia não é hoje mas todos os dias! És a melhor mãe do mundo e uma das melhores partes de mim. Obrigado por tudo aquilo que ainda hoje me ensinas. Um dos meus maiores orgulhos é dizer que sou teu filho. Feliz Dia da Mãe, amo-te muito!

5.5.17

simplesmente feliz...

Acabar uma semana de trabalho intensa, a primeira no novo trabalho, com um bom telefonema é aquilo a que se chama a cereja no topo do bolo. Não há mal que dure para sempre. Agora venha de lá esse fim-de-semana!

não sei a quem vou oferecer a flor da gratidão

Parece que o Facebook decidiu adicionar a flor da gratidão. Parece que esta reacção nasceu devido à celebração do Dia da Mãe. Não me passa pela cabeça oferecer a flor da gratidão, no que às redes sociais diz respeito, à minha mãe. Nesse capítulo prefiro algo menos virtual e mais real. Mas confesso que estou a ponderar oferecer a flor da gratidão a alguém.

Só não sei se irei oferecer a mesma à equipa do Facebook ou às pessoas que eventualmente fizeram queixa, com comentários muito negativos, sobre a página de Facebook do blogue. O que fez com que as publicações da mesma estejam “bloqueadas” e proibidas de aparecer no feed de notícias. Algo que dura há alguns dias e que só terminará hoje, pelas 21h22. Tentei perceber o motivo de tal decisão mas só me foi explicado, num email que já deve estar feito há muito tempo, que a decisão não será alterada por isso nem vale a pena perder o meu tempo a tentar falar com eles. Sai uma flor da gratidão para todas estas pessoas.

quanto mais olho, mais me assusto...

Quanto mais olho para as eleições presidenciais francesas mais me assusto. Parece um filme já visto. Parece Donald Trump e Hillary Clinton. Politicamente falando, tenho a mesma opinião do que tinha em relação aos Estados Unidos, ou seja, nenhum é candidato forte. Só não sei se o resultado vai ser o mesmo dos Estados Unidos da América. Vamos ver...

4.5.17

a celulite é um não assunto (só para mulheres reais)

A discussão em torno do corpo da mulher real é capaz de ser uma das mais polémicas dos últimos tempos. Para algumas pessoas as mulheres magras não têm um corpo real. Para outras são as mulheres com mais peso e curvas que não são reais. Muito se discute em torno disto mas não existem conclusões nem certezas. Até porque não estamos perante uma equação de resultado único.

Para muitas pessoas Ahsley Graham representa a mulher real. A mulher “imperfeita” para muitos mas que representa a realidade feminina para muitos outros. Não deixando de ser curiosa que já foi acusada de “falsa” quando começaram a dizer que tinha perdido peso. Não sei se esta modelo é o exemplo da mulher real. Tal como não sei se o melhor exemplo será uma mulher mais magra.

E não sei porque não perco tempo a pensar nisso. Até porque só olho para esta discussão (do corpo de uma mulher e também dos homens) do ponto de vista da saúde e não do ponto de vista estético. Tirando isto, gosto da postura de mulheres como Ashley Graham que aceitou despir-se para uma revista. E na entrevista fala abertamente sobre a celulite, sobre a forma como lidou com o seu aparecimento e como passou a ser um não assunto para si.

Haverá quem goste das fotos. Haverá quem ache que são feias. Eu gosto! Fica aqui o link para as restantes imagens e entrevista.



uma piada que nunca fica velha


E já agora, até porque este é o meu mês...

algo realmente importante

Existem coisas que gosto de fazer. Que faço questão de fazer. Uma delas passa por comprar o Pirilampo Mágico todos os anos. A partir de hoje está à venda o novo pirilampo (o deste ano é amarelo e azul) que custa apenas dois euros. Vamos ajudar as pessoas com deficiência intelectual e multideficiência. O lema deste ano é "queremos voar" e quem é que não gosta de voar?

ter filhos! ter filhos! ter filhos!

A obrigatoriedade de ter filhos é provavelmente uma das maiores pressões a que as pessoas estão sujeitas. E a barreira dos trinta anos é provavelmente o limite para colocar em prática aquele que é o desejo da sociedade. Ou temos filhos aos trinta anos ou deixamos de ser pessoas. Passamos a ser qualquer coisa que existe mas que lamentavelmente não deu mais um filho à sociedade.

Digo isto porque os trinta anos são aquela idade em que as pessoas mais ouvem “quando tens filhos?”. Acho que a insistência é tanta que existem pessoas que chegam a perguntar isto a quem nem sequer está numa relação. Acredito que quem o pergunte nem sempre o faça por mal. Mas a verdade é que a pergunta é feita muitas vezes. Mesmo muitas vezes!

E se a pergunta parece banal, as pessoas precisam de compreender que a resposta pode não ser. Porque a única resposta que as pessoas estão preparadas para ouvir é “sim, quero ter já”. Tudo o que vá além disto é muito complicado. E nem sempre as pessoas querem falar dos motivos pelos quais não têm filhos. Quer seja porque não conseguem, porque não querem ou porque não querem no imediato. E tudo isto é conversa que os “aspirantes a pais” não querem ter. Porque, lá está, as pessoas só estão formatadas para o sim e nada mais.

Volto a dizer que não olho para as perguntas com maldade. Até porque as mesmas são feitas por familiares, amigos próximos, amigos afastados, colegas de trabalho e por tantas outras pessoas. Aquilo que gostava de perceber é se as pessoas que fazem essa pergunta conseguem perceber o alcance das mesma e tudo aquilo que poderá envolver.

3.5.17

a imagem das típicas mulheres portuguesas

O texto que se segue é um comentário deixado no blogue num texto partilhado em Abril de 2014. Mais de três anos depois recebo este comentário, num texto em que é raro não existirem comentários semanalmente. Pouco me importa quem considera que as mulheres do seu país são mais atraentes dos que as outras. Aquilo que me assusta é que existam pessoas que ainda pensem deste modo em relação a outras pessoas...

“Eu sou Português não praticante e afirmo que: Não há nada melhor do que ver as...chamemos-lhes "mulheres Portuguesas típicas" a bradarem palavrões e/ou impropérios (tal como faziam as suas recentes antepassadas, varinas) em frente a um "jogo de bola", esbracejando (como faziam as suas recentes antepassadas do rancho folclórico) e de bigodes (modernamente "alourados") esvoaçando pelo "vento" do seu hálito a cerveja e caracóis (tal como o hálito das suas recentes antepassadas tresandava a "sopas de cavalo cansado" e a cebolas) e/ou a tentarem imitar as Mulheres Estrangeiras utilizando expressões anglófonas em meio a conversas, em vez de utilizarem a sua língua que (apesar do tempo a mais que passaram por uma escola em relação às suas recentes antepassadas) continuam sem sabem ler, escrever e/ou falar correctamente. E que poderei dizer daquelas excrescências/furúnculos/montes de carne gordas e lustrosas (tanto por dentro como por fora) que as "mulheres portuguesas típicas" chamam de seus/suas filhos/filhas? Graças a Deus que, muito em breve, o Mundo se irá livrar desta sub-raça de criaturas (sem ter que gastar um só tostão em munições e/ou em gás de cianeto) devido à miséria a que estas votaram a sua terriola!”

quem quer boa forma sem treinar?

Parece que agora existe uma droga que garante a melhoria da condição física em 70%. Pessoalmente, olho para este tipo de coisas como:

- Beber cerveja sem álcool;
- Ir a uma cadeia de fastfood para comer uma salada;
- Ir a Setúbal para ir comer rodízio de carne;
- Ir a uma casa de strip e pedir às mulheres/homens para se vestirem, só para dar alguns exemplos.

Aceito este tipo de coisas apenas para casos excepcionais como idosos, pessoas de mobilidade reduzida ou com muito excesso de peso. De resto, é algo sem sabor, sem piada. Mas infelizmente vivemos tempos em que as pessoas procuram tudo o que seja sem esforço. Mas não deixa de ter a sua piada que existam estudos que mostram que as pessoas que compram aqueles aparelhos que prometem tudo e mais alguma coisa acabam por usar os mesmos apenas uma vez.

só os pais não são suspeitos

Nunca compreendo o caso Maddie. Sempre achei estranho os detalhes que marcaram aquela noite, a começar pelo facto de que os pais abandonaram os filhos para “ir para os copos”. Sempre achei estranha a postura dos pais, sobretudo da mãe da criança. Nunca percebi o motivo pelo qual sentiram necessidade de ter um advogado com ligações ao governo britânico e o dinheiro gasto pela Scotland Yard na investigação.

Tudo ficou mais confuso na minha cabeça quando soube que cães detectaram sangue no apartamento e num carro utilizado pelo casal já depois do desaparecimento da filha. Perante tudo isto existiu apenas um mau da fita. Um homem cuja vida nunca mais foi igual: Gonçalo Amaral, o inspector que sempre defendeu o envolvimento dos pais no desaparecimento da filha, mais especificamente na ocultação do cadáver. Gonçalo Amaral defende que a morte foi acidental e que a partir daí os pais tudo fizeram para esconder o corpo da filha.

Seja qual for a teoria que cada pessoa escolha acreditar, acho que ninguém pode acreditar, sem qualquer hesitação, que os pais não possam estar envolvidos nos acontecimentos daquela trágica noite. Dez anos depois do desaparecimento de Maddie é com espanto que ouço uma pessoa da Polícia Judiciária afirmar que todas as hipóteses estão em aberto excepto a possibilidade do envolvimento dos pais que não são suspeitos. Isto é no mínimo incrível e caricato.

os limites foram ultrapassados

Está na moda recriar fotos antigas. Mas existem exemplos de casos em que os limites foram ultrapassados. Como é o caso destas imagens...


2.5.17

gosto muito de ti mas...

Gosto muito de Kendall Jenner. É uma das jovens mulheres de que mais gosto e considero que é aquela que mais se destaca dentro do clã Kardashian. Além disso faço parte de uma geração que convive muito bem com a ousadia. Mas... mesmo assim, continuo a preferir a Kendall Jenner com outro tipo de roupa. Nem os 85 mil cristais que fazem este vestido me fazem mudar de opinião. Mas isto sou eu que considero que a ousadia merece muito mais do que uma simples justificação que passe por "pode porque tem corpo para isso".


tão claro como a água

Quando a cabeça está bem... tudo corre muito melhor. Nada destrói esta frase. Nada lhe retira verdade.

aquela cara...

... que fazes quando percebes que o convite era para uma gala e não para um jogo de paintball.

a baleia que os pais não conseguem ver

Ao longo das últimas semanas tenho ouvido falar muito do jogo Baleia Azul que já levou ao suicídio de um grande número de adolescentes, sendo que neste momento já existem dois casos de adolescentes portugueses envolvidos neste jogo que é partilhado nas redes sociais. Mas só hoje é que prestei mais atenção ao jogo em si.

Fiquei a saber que consiste em 50 etapas e que a última é a morte do jogador. A maioria das etapas passam por auto-mutilação e por cenários que colocam a vida em risco. Além disso, os jogadores têm de comprovar a superação das provas junto de quem está a controlar o jogo. Basicamente, são comportamentos pouco comuns para um jovem considerado normal.

Um caminho fácil será culpar as redes sociais. A culpa está na facilidade com que se tem acesso a tudo e mais alguma coisa. Mas acho que não pode ser ignorado o elegante, neste caso baleia, que está no meio da sala. Porque algo de mal se passa com qualquer criança ou adolescente que tenha curiosidade em relação a um jogo destes. E que se vá auto-mutilando ao longo do jogo sem que ninguém ao seu redor se aperceba do que está a fazer.

Não vou dizer que os pais são todos culpados. Mas não minto quando digo que muitos pais passam ao lado das vidas dos filhos, pouco ou nada participando nas suas actividades. Poucos pais perdem, aliás... ganham algum tempo diariamente a falar com os filhos em relação ao dia que passou. O resultado disto pode ser um distanciamento que faz com que seja complicado observar a gigantesca baleia que levou um adolescente a pensar em coisas como suicídio. Porque quando um adolescente chega a este ponto é porque está muita coisa errada. E o que está mal foi ignorado por muitas outras pessoas.