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15.2.16

qualquer dia acredito que até importa

Tenho conta no LinkedIn, aquela que é vista como uma extraordinária rede social de negócios. Esta rede social, supostamente utilizada por profissionais, foi lançada em Maio de 2003 e promete fazer com que um trabalhador esteja em exibição (num local de destaque) na melhor montra possível para as empresas que procuram alguém para acrescentar aos seus quadros. Isto tudo em teoria...

Nada tenho contra esta rede. Simplesmente não a utilizo com frequência. Aliás, se a minha vida profissional dependesse desta rede estava desgraçado. E não a utilizo porque não acredito no sucesso da mesma. Não acredito que a teoria tenha reflexo no mundo real de quem procura um emprego. Talvez funcione em países como os Estados Unidos da América mas até aí tenho as minhas dúvidas porque já vi esta rede social ser satirizada em diversos programas locais.

Por cá, e no “meu” mundo, não conheço uma única pessoa que tenha encontrado emprego devido ao LinkedIn. Nenhuma das pessoas que conheço gabou o LinkedIn. Quanto muito lamentaram não fazer parte do grupo de pessoas que foram indemnizadas pelo LinkedIn que usou, de forma abusiva, os endereços de email de algumas pessoas inscritas nesta rede social. Acho que este assunto foi o único motivo de conversa que já tive com amigos por causa do LinkedIn.

Mas isto parece estar a mudar. Pelo menos no “meu” mundo pois ando a receber diversos emails de amigos que querem ligar-se a mim através do LinkedIn. Se isto continuar assim qualquer dia até acredito que as pessoas dão importância ao LinkedIn. Já agora, se estiver por aí alguém cujo percurso profissional tenha sido influenciado de forma positiva pelo LinkedIn peço que partilhe a história. Talvez assim dê mais valor a esta rede social.

14 comentários:

  1. Só no teu mundo... No mundo das TI é comum receber muitos contactos e propostas através do LinkedIn. Já é assim há alguns anos e em PT.

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    1. Por isso é que disse no meu mundo. A ideia que tenho é que a rede social pouco uso tem. Espero estar errado.

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  2. Olá Bruno,

    Na área das tecnologias de informação, e mesmo em Portugal, neste momento deve ser a melhor forma de mudar de trabalho. A empresa onde me encontro actualmente contactou-me via Linkedin e foi assim que aqui vim parar.

    Beijinhos

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    1. Ainda bem que é assim. Ainda bem que existem histórias dessas. E ainda bem que estou errado.

      Beijos e obrigado pela partilha.

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  3. Bruno, vou dar-lhe um exemplo oposto. Um amigo meu gestor foi recrutado por uma empresa estrangeira através do Linkdin. Foi selecionado, contratado e é muitíssimo bem pago. Apesar das minhas reservas parece-me que em alguns setores poderá ser uma mais-valia.
    http://trivialesingular.blogs.sapo.pt/

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    1. Espero mesmo que assim seja e que a ideia errada seja apenas minha. É bom saber que existem histórias dessas.

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  4. Quase todos os dias recebo emails de amigos pedindo para se ligarem a mim no Linkedin. Acontece que eu sou assim uma espécie de calhau com olhos nesta coisa de redes sociais, tenho o Facebook porque o meu sobrinho me abriu a conta, e por isso nunca abra conta no Linkedin que aliás só no Verão passado fiquei sabendo que era uma rede social. Já perguntei ao sobrinho se foi ele que abriu a conta e ele respondeu-me que não abriria sem que eu lhe pedisse. Gostava de saber como fui lá parar.
    Um abraço

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    1. Foi por algo "semelhante" que tiveram problemas e foram obrigado a indemnizar muitas pessoas.

      Abraço

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  5. Tu e eu vivemos no mesmo mundo... Também estou inscrita mas não acredito muito no LinkedIn e o porquê é simples: quem me tem pedido para se ligar a mim na rede não tem nada a ver com a minha profissão, portanto parece querer ligar-se como quem se liga através do FB. Ou então, cá está e como referiste, houve é um abuso por parte do LinkedIn que me enviou os tais pedidos sem as pessoas sonharem que ela (a rede) o tinha feito!

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    1. Já partilharam aqui alguns relatos oposto à ideia que tenho. Ainda bem que é assim.

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    2. Olha, acabei de ler os últimos comentários a este post no email e continuei a ler os emails e não é que tinha novamente um convite via LinkedIn? Desta vez olhei com atenção e tenho quase certeza que a pessoa em questão NÃO me enviou o convite. Porquê? Porque a mensagem começa assim: "Mae, bla bla bla..." Ora eu não me chamo Mae, nem Mãe, mas, para aquela pessoa, eu sou a mãe de uma colega da filha e deve ser assim que apareço identificada na sua lista de contactos. Ela não me conhece profissionalmente, por isso continuarei a ignorar o pedido, que desconfio não ter sido ela a fazer. Ou então, é ela que não sabe utilizar a rede e pôs "a rede" a convidar todas as pessoas, indiscriminadamente. Também é possível...
      Por uma razão ou por outra, não me vejo a utilizar o LinkedIn.

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    3. Acho que em Portugal quase não tem expressão. Ou, por outras palavras, é visto como apenas mais uma rede social.

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  6. Vivo na Irlanda e vim para o trabalho onde estou actualmente, através do linkedin. Recebo com muita frequência contactos de empresas de RH, através do Linkedin. Aqui funciona e não é pouco.

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    1. Saudades de Dublin :)

      Acredito que funcione fora mas não por cá.

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