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15.9.15

sobre aquilo que mais me faz feliz

Até ver o vídeo que aqui vou partilhar, se me perguntassem aquilo que me faria mais feliz, iria responder muitas coisas. Seria complicado escolher apenas uma coisa. Saberia o que dizer e não iria para coisas materiais nem sequer para o sucesso profissional. As minhas prioridades seriam outras, sobretudo desde que passei por dois grandes sustos, um com a minha mãe e outro com o meu pai.

Talvez antes destes dois momentos desse respostas completamente diferentes. Talvez quando era adolescente referisse coisas que hoje considero banais. Coisas que podiam passar por carros, casas, dinheiro e outras coisas que na realidade podem ser completamente vazias de felicidade. Hoje era incapaz de dar certas respostas. Porque a vida ensinou-me que as verdadeiras respostas, que valorizo bastante, não são aquelas em que a maioria dos adolescentes (talvez de forma inocente) acredita. E que infelizmente alimentam muitas pessoas adultas como ideal de felicidade.

Ao ver este vídeo sou incapaz de criticar qualquer uma das pessoas que diz que a felicidade passa por um emprego em determinada cidade ou uma viagem a um qualquer destino. Não me zango, nem sou ninguém para me zangar ou criticar , com pessoas que entendem que a sua felicidade passa por coisas que não me dizem muito. Se as pessoas o dizem é porque, se calhar, nunca passaram (e ainda bem) por nenhum momento em que tudo muda. Em que a vida se torna clara aos nossos olhos.

Este vídeo diz-me muito. Arrepia-me. Emociona-me. Faz-me pensar na vida e naquilo por que os meus passaram. E em muitas coisas que valorizamos desnecessariamente. Em coisas que não nos deveriam afectar. E é também um alerta que nos leva a olhar para aquilo que realmente importa na vida. O vídeo tem quase seis minutos mas vale mesmo a pena ver até ao fim. E, no final do mesmo, acredito que muitas pessoas vão ter um olhar diferente sobre aquilo que realmente nos faz felizes.

8 comentários:

  1. O que me faz mais feliz é o sorriso da minha filha, saber que ela é/está feliz!
    É também saber que a minha família está bem, de saúde!
    Tudo o resto, para mim, são banalidades...

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  2. Talvez porque vi a minha mãe sofrer e quase morrer...tinha eu 14 anos, aprendi muito cedo a valorizar as pequenas e simples coisas que esta vida nos dá. Ainda me lembro de MorMeu ficar muito espantado comigo quando me conheceu, porque eu "perdia tempo" a olhar para as nuvens, ou pasmava a contemplar flores, ou só porque me apetecia ir cheirar o mar...
    Sim, importante, importante mesmo é que quem nós amamos saiba que nunca estará sozinho, todos os dias, dè por onde der, venha o que vier!

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    1. Quem já passou por algo assim valoriza as coisas de forma diferente.

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  3. Impressionante o vídeo mesmo, e sem dúvida que diz muito.

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