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7.8.14

conselho para os pais

Thierry Henry – para quem não sabe é um grande jogador de futebol que já está no final da carreira – partilhou o segredo que daria a um filho que quisesse ser jogador de futebol. “Se tivesse um filho a jogar futebol nos dias de hoje, dir-lhe-ia: Olha para o Ribéry, olha para o Müller”, disse o francês numa conferência de imprensa. “O que Ronaldo e o Messi fazem não é normal. Não os copiem, porque eles são fenómenos e isso não acontece muitas vezes. Não os tentem imitar”, acrescentou. É certo que estas palavras do francês são sobre futebol mas considero que são um sábio conselho para muitos pais.

A fama, o sucesso e os 145 mil euros que Cristiano Ronaldo ganhou por dia no último ano fazem com que muitos pais levem os filhos a desejar ser o próximo Cristiano Ronaldo. Mais do que as próprias crianças, são os pais que incentivam e que criam essa ideia nos filhos. E falo de futebol mas podia falar de outras áreas. No que ao futebol diz respeito, é uma realidade que já existia no tempo em que jogava. Não nesta escala mas existiam pais que passavam a ideia aos filhos que eram os melhores do mundo e que teriam uma carreira brilhante nos relvados. Só por curiosidade, nenhum deles fez carreira no futebol. Ao contrário de outros que não viviam com esse peso.

Considero errado alimentar a ideia de que os filhos têm de ser isto e aquilo. E que vão ser os melhores do mundo. Além da pressão, com a qual a criança poderá não saber lidar, leva-se um filho a subir uma escada muito alta de onde provavelmente irá cair. Porque, como diz Henry, “isso não acontece muitas vezes”, referindo-se aos dois fenómenos do desporto mundial. Existem muitas coisas que os pais podem fazer e que são muito melhores para os filhos.

Um pai pode exigir ao filho que seja determinado, que lute pelos seus sonhos e até que não aceite que ninguém lhe diga que não é capaz de fazer o que quer que seja. Pode também exigir que seja trabalhador e que lute com todas as suas forças por aquilo que o faz feliz e por aquilo que mais deseja. Que se empenhe e que trabalhe mais do que todos para conquistar o seu espaço. E, para tudo isto, não é preciso dizer que tem de ser um Ronaldo ou um Messi. Basta que dê o seu melhor. Se fizer isso, é meio caminho andado para ser feliz. E não corre o risco de dar uma queda tão grande que nunca mais se levanta.

34 comentários:

  1. Assino por baixo. É isso que transmito todos os dias às minhas filhas. Para conseguirem o que ambicionam não têm de ser as melhores, mas sim têm de dar o seu melhor, só assim alcançaram os resultados pretendidos.

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    1. E acho que fazes muito bem em ser assim. É assim que também quero ser quando for pai.

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  2. Este texto encheu-me os olhos de lágrimas...seu maroto!
    A minha mais velhinha foi colocada perante provas exigentes nas últimas semanas, uma das últimas foi uma entrevista onde lhe perguntaram: "Os teus pais apoiam a tua decisão?"
    A resposta dela foi:
    "Sim! A minha mãe só me pede para eu dar o melhor de mim! Que posso até nem conseguir, mas que só assim saberei que fiz tudo o que estava ao meu alcance...depois... (acrescentou a "piquena") é só levantar a cabeça e voltar a tentar! E é sempre assim que eu faço, dou tudo de mim, porque sei que estou a lutar por aquilo que me faz feliz!"

    Bom dia Bruninho...e obrigada por este texto.

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    1. Todas as crianças deveriam receber mensagens dessas. É mesmo assim. E isso é muito melhor do que encher a cabeça de ilusões que vão resultar em quedas.

      Obrigado eu pela companhia :)

      beijos e bom dia

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  3. Totalmente de acordo. Infelizmente há tb quem projecte nos filhos aquilo que nunca conseguiu obter. O que se julga ser o melhor para eles, nem sempre é o mais recomendavel, pode até chegar-se a alcançar esse objectivo, mas mtas das vezes o resultado é a satisfação (enganosa ou fugaz ) dos pais, contrapondo com a " infelicidade" e insatisfação dos filhos.

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    1. Uma grande verdade. Existem pais que querem que os filhos sejam tudo aquilo que não conseguiram ser. E fazem disso uma obsessão para os filhos que pode resultar na infelicidade dos mais pequenos.

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  4. Descobri este cantinho hoje e pretendo voltar :)
    Parabens... este post está muito bom!

    Eu como mae de 1+2 e maedrasta de 2 mais... vejo isto mesmo, temos que exigir sempre que dêem o seu melhor sem dúvida, que não desistam à primeira dificuldade, muito importante o que escreveu, nunca permitam que lhes digam que não és capaz a nossa capacidade para o que for está em nós e só nos sabemos até onde conseguimos ir e há sempre forma de ir mais longe um pouquito... às minhas filhas vou sempre desejar que sejam o melhor que conseguirem ser no que quiserem ser... obvio que vou lutar para que não escolham por exemplo profissões sem saída profissional, vou lutar para que as escolhas que façam sejam também elas as melhores nos dias de hoje e espero que sejam felizes essencialmente!!!
    Até breve

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    1. Olá Té! Muito obrigado pelas tuas palavras e volta sempre que desejares que terás o teu lugar à tua espera :)

      As crianças devem ser ensinadas a lutar pelo melhor. A dar tudo o que têm mas sempre pela sua felicidade e pelo desejo próprio e não porque têm de ser um Cristiano Ronaldo ou algo do género.

      Até já :)

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  5. Pais com a atitude dos que descreveste ficariam certamente radiantes se os filhos ganhassem "só" o salário do Müller ou do Ribéry :P O problema (na minha perspectiva) não está em acharem que os filhos são muito bons, mas na pressão que exercem sobre os miúdos ao exporem essa "verdade incontestável" a toda a gente com quem falem mais de 5 minutos. Porque quando ele falhar em campo -- e todos falham -- as pessoas serão menos complacentes com o erro, pelo prazer sádico de ver o pai engolir as palavrinhas cheias de orgulho (especialmente se o filho dele é efectivamente melhor do que o seu). E quem sofre com isso é o miúdo que ouve das boas a partir das bancadas, e fica com o ego (sucessivamente) mais em baixo -- com o problema que isso traz para a performance nos jogos seguintes.

    Assumindo que estas conversas são caseiras e não no campo de treinos, como é que se diz a um filho que não se inspire no Ronaldo e no Messi "porque não vais estar à altura deles", na mesma conversa em que se lhe pede que não admita que alguém lhe diga que não é capaz de fazer o que quer que seja, sem cair em contradição? Só se for assim: https://www.youtube.com/watch?v=dPEdwaLQLag

    Se a criança/adolescente gosta de jogar à bola e sonha em ser futebolista/bombeiro/médico, dizer-lhe que não olhe para os melhores exemplos das respectivas áreas parece-me incompreensível. O que o Ronaldo e o Messi fazem é excepcional. Mas o futebol (e a vida) está cheio de exemplos excepcionais. Um dia outra pessoa ao mesmo nível, ou melhor, vai aparecer. E depois outro e depois mais um. E provavelmente chegarão lá porque construirão o seu estilo de jogo em cima de uma base semelhante àquela que tentaram copiar enquanto cresciam -- portanto, quanto melhor a base, melhores serão. Muitas vezes o limite é apenas psicológico (basta relembrar a história da "four-minute mile").

    Aos pais acho que cabe dar asas aos filhos, fazê-los acreditar em si mesmos; ao mesmo tempo que se cultiva a noção de que o prazer deve vir da actividade diária, não de um hipotético pódio futuro -- precisamente porque esse pódio pode não chegar e não virá mal ao mundo por isso. Se a criança estiver mentalmente equilibrada, acreditar no "impossível" só a fará ser melhor do que seria se não acreditasse em si. Seja esse "melhor" ao nível do Ronaldo, do Ribéry ou do "melhor jogador do bairro".

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    1. Uma coisa é um pai dizer a um filho "não vais ser jogador de futebol". Outra é dizer "vais ser igual ao Cristiano Ronaldo. Imita-o porque vais ser igual." E outra é dizer "Queres ser jogador de futebol? Aplica-te. Luta. Trabalha. Treina. Melhora os teus pontos fracos. Aperfeiçoa ainda mais as tuas qualidades. E nunca te vás abaixo. Mesmo quando te disserem, porque isso vai acontecer, que não tens talento. Não percas tempo a querer imitar o Cristiano e o Messi. Dá o teu melhor e o que tiver de acontecer, irá acontecer. E tens exemplos, como o Muller de que não é preciso ser igual ao Messi e ao Cristiano para se ser extraordinário".

      Neste sentido, concordo com o Henry. Os pais devem dar asas aos filhos mas não precisam de lhes dizer que vão passar a vida a voar. É melhor que os preparem para as muitas quedas que vão dar.

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    2. Estás a confundir as palavras do Henry. De acordo com o que escreveste ele disse que diria a um filho que quisesse ser jogador de futebol que o fosse (portanto não se aplica a parte "não vais ser jogador de futebol"). Acrescentou apenas que diria ao filho que não se inspirasse nos melhores porque eles "não são normais", o que deixa implícito "E tu és". Ora, se o filho ainda está a decidir jogar futebol, como é que o Henry sabe se ele será um jogador normal ou extraordinário? Porque é que lhe gravaria na jovem mente impressionável que ele não faz com certeza parte de um lote extraordinário, e que estará no máximo ao nível de um Ribéry? (E porque é que está autorizado a copiar o Ribéry?). Será que diz isso porque ele próprio não foi extraordinário? "When people can't do something themselves they want to tell you *you* can't do it". O que será que o Ronaldo e o Messi dizem aos seus filhos?

      Não acredito que o Messi não se tenha inspirado no Maradona em algum momento da sua vida. E o Ronaldo não chegou onde chegou por sonhar em ser um bom jogador. Qualquer entrevista dele relata como sempre sonhou ser o melhor do mundo. E a mãe, que diz claramente que nunca imaginou que ele chegasse tão longe, respondia-lhe: "Então trabalha para isso" -- o que é muito diferente de dizer "Vais conseguir". "Trabalha para isso" mantém o sonho vivo, os níveis de motivação no máximo e a possibilidade em aberto de que trabalhando poderá, quem sabe, chegar lá. "Vais conseguir" é simplesmente irresponsável, porque é impossível prever o futuro.

      Dizer aos filhos que não tentem ser extraordinários não os prepara para quedas, só lhes dificulta a capacidade de se levantarem depois delas. É a motivação, a convicção de que somos capazes, que nos faz levantar depois de cair, para voltar a tentar. Preparar um filho para não se desesperar com as quedas passará mais por lhe apresentar várias alternativas/interesses desde cedo, que facilitem uma mudança de actividade se não forem felizes com a primeira escolha, do que dizer-lhe "Não tentes modelar exemplos excelentes, porque não tens capacidade para atingir esse nível".

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    3. Mais uma vez, concordo com o Henry e não concordo contigo. E é uma facada no coração ler que a questão de que o Henry não foi um jogador extraordinário. Além disso, não leste bem o texto. O conselho é que não "copiem" nem tentem "imitar" o Messi e o Ronaldo. E isto nada tem a ver com inspiração. Eu para me inspirar em alguém não preciso de copiar o que faz. O próprio Cristiano Ronaldo é um bom exemplo de inspiração e de que com trabalho e empenho tudo é possível. Mais uma vez, o Henry não diz que ninguém será extraordinário, simplesmente diz para os miúdos não copiarem e imitarem aqueles dois jogadores. Diz antes para observarem com atenção jogadores extraordinários mas que são mais "reais" do que os outros dois. E, enquanto pai, uma coisa é dizer imita a finta do Ronaldo, outra é dizer segue o exemplo dele que fartou-se de trabalhar para chegar onde chegou.

      Não leste em lado nenhum, pelo menos nas minhas palavras, que os pais não devem dizer aos filhos para sonharem com o extraordinário. Apenas leste que acho que os pais não devem dizer aos filhos que vão ser os melhores do mundo e que não devem fazer desse objectivo uma obsessão para os mais pequenos. E volto a dizer, concordo com o Henry e não contigo. Os pais não devem incentivar os filhos a copiarem o Messi e o Ronaldo. E isso não impede que estes dois jogadores não possam servir de inspiração.

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  6. Por vezes as pessoas esquecem-se das coisas que são realmente importantes na vida.
    E os princípios de vida transmitidos, na minha opinião, muitas vezes não são os melhores.
    Mas este texto é um verdadeiro abre olhos para muitos. :)

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    1. E ainda bem que o Henry disse isto sabendo que as suas palavras estariam em todo o mundo :)

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  7. Sem dúvida alguma.
    Já vi tantos pais criarem ilusões nos filhos e estes não corresponderam às suas expectativas.
    Deixá-los viver, seguir o que querem.
    Se não for jogador, será algo que ele goste.

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    1. É bom que um pai ensine um filho a sonhar. Mas não se deve esquecer de o preparar para as quedas.

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    2. É isso mesmo: prepará-lo para as quedas.

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  8. É impossível copiar um jogador de futebol. Se fosse, não faltavam Messis e Ronaldos. O que é possível é inspirar-se, copiar-por-treino (vulgo: modelar), uma finta em concreto, um tipo de arranque, que adicionados ao leque original de um avançado em formação o tornam melhor, por reunir em si mais opções para se livrar dos adversários.

    Assim sendo, é tão possível "copiar" o Ronaldo como o Ribéry.

    "Não leste em lado nenhum, pelo menos nas minhas palavras, que os pais não devem dizer aos filhos para sonharem com o extraordinário." Na verdade li, quando disseste que concordas com o Henry, que por sua vez diz "O que Ronaldo e o Messi fazem não é normal. Não os copiem, porque eles são fenómenos", o que deixa implícito "E tu não". E é só isso que estou a rebater.

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    1. Nada mais tenho a acrescentar. Estás a fazer uma leitura das minhas palavras e a meter palavras na minha boca com coisas que consideras implícitas. E para te responder teria que voltar a escrever o que já escrevi duas vezes. Por isso, nada tenho a acrescentar.

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    2. HSB, repara que a alternativa à minha interpretação (das palavras do Henry) é: "Não copies alguém excepcional -> apesar de conseguires fazê-lo<- ; põe antes os olhos em alguém inferior". Não teria qualquer coerência.

      Qualquer que seja a tua interpretação daquela frase do Henry, confirma-se que não só não concordamos como não sabemos discordar. E assim sendo, de facto não vale a pena acrescentar mais.

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    3. Cada qual faz a leitura que quiser. Tu tens a tua, de que eu e o Henry não somos coerentes. Até aí tudo bem. Eu disse apenas que concordo com o Henry e não contigo. E isso não vai mudar. Por mais que tentes vender-me a tua ideia. Algo que não fiz porque não te quero vender a minha. Respeito opiniões diferentes da minha. Mas existem coisas que não faço e duas delas são colocar palavras na boca de outras pessoas e vender ideias que tenho.

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    4. Mas uma coisa que fazes muito bem é ser injusto comigo. Eu não tenho necessidade de vender-te coisa alguma. Fiz questão de frisar que "na minha perspectiva" aquelas palavras desmotivam a criança em vez de a proteger. Em nenhum momento disse que devias mudar de opinião, por esta ser a minha. Este é um espaço de comentário, aberto a diferentes perspectivas (pensei eu). Não sabia que ter uma opinião diferente da tua te causaria tanto desconforto.

      Além disso, o que tu chamas "colocar palavras na minha boca" eu chamo "coerência". Disseste várias vezes, quer no post original quer nos comentários, concordar com as palavras do Henry. O que significa, na minha modesta opinião, que subscreves o que ele disse. Portanto, na impossibilidade de dar ao Henry a minha opinião sobre o que ele disse, dei-ta a ti que tens a mesma e usarias o mesmo "sábio conselho" (palavras tuas) com o teu próprio filho.

      Como disseste, muito bem, cada um faz a leitura que quiser. E a tua leitura é a de que quem não está ao teu lado, está contra ti. Lamento que tenhas uma visão tão radical e ilógica.

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    5. A tua opinião é a de que sou injusto contigo. Não percebo porquê mas respeito que penses isso. Tal como que me acuses de ser contra todas as pessoas que pensam de forma diferente da minha. Basta ler os comentários de qualquer texto que aqui coloque para chegar a uma conclusão sobre essa tua acusação. Obrigado pelos comentários. Bom fim-de-semana e acho que não precisas de perder mais tempo com um incoerente radical ilógico que é contra todas as pessoas que têm uma opinião diferente.

      Como diria o outro... e o injusto sou eu!

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  9. ?! Onde é que te acusei de seres contra todas as pessoas que pensam de forma diferente da tua?

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    1. "E a tua leitura é a de que quem não está ao teu lado, está contra ti. Lamento que tenhas uma visão tão radical e ilógica"

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    2. Como em qualquer outro ponto das minhas respostas, referia-me ao que fazes nas respostas que *me* dás. O que aquela frase significa é que por não ter a tua opinião julgaste-me contra ti. O que não faz sentido nenhum. Tentei acrescentar variantes à conversa, e tu interpretaste-as como uma ofensa, em vez de as veres como aquilo que são: ideias.

      Bom fim-de-semana HSB.

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    3. Gosto destas nossas argumentações em que cada um puxa o seu ponto de vista. Gosto que defendas as tuas ideias, mesmo que me acuses disto e daquilo. E que fique bem claro que em nenhum momento fico ofendido com o que quer que seja porque és uma pessoa que muito estimo. Muito teimosa. Mas que muito estimo e não preciso de explicar aqui porquê porque tu sabes isso perfeitamente.

      Beijos para ti teimosa!

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  10. :) Faço minhas as tuas palavras, Bruno. (A parte do teimoso incluída! ;)).
    A estima que te tenho é profunda!

    Beijos :)

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    1. E o que eu me divirto a ler as vossas trocas de ideias.
      (De qualquer das maneiras, acrescento só que neste momento concordo com o Bruno na medida em que houve uma falha na compreensão. É o tipico "sou responsavel pelo que digo, não pelo que tu entendes").

      Mas gosto para lá de muito dos dois **

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  11. Como uma filha que teve esta postura e educação por parte dos pais, foi muito importante e deu-me confiança em mim, independente das comparações que acabam por ser sempre feitas com colegas. Acho que não me saí nada mal!!! Como sempre acho que tem que haver equilíbrio e isto é o que cá em casa transmitimos aos nossos filhos...ensiná-los a sonhar mas mais importante, lutar para perseguir esses sonhos, nada é oferecido ou entregue no colo e eles vão entender isso porque é o que vêem cá em casa. Já o meu marido nunca teve quem o amparasse, para os pais estava tudo bem, mesmo que não estivesse, e acabou por ser ele próprio a descobrir este caminho sem se desmotivar por não ser o melhor dos melhores...ele é o ser melhor que pode ser e isso é inspirador!
    Gosto de te ler!!!
    :)

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    1. Pelo que contas, os vossos filhos estão bem orientados e vão saber preparar o futuro da melhor forma possível, sonhando e antecipando as quedas que possam dar.

      Obrigado pelas palavras e pelo elogio :)

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